Quem Ama Nao Erra
Meu bom dia, esta é para quem se acha!
O fio da vida é tênue e fino, rompe-se com um pequeno sopro do tal destino, nada somos! Nada o temos! Apenas um corpo, que rasteja em busca de um bom sono, muitos se fazem reis e poderosos, mas o buraco é o mesmo, nos prantarão um dia, no mesmo solo...
(Zildo de Oliveira Barros) Campo Grande MS
O parâmetro mais seguro para se identificar quem ainda tem recuperação dos que estão perdidos para sempre é que os verdadeiros canalhas nunca se arrependem, não sentem culpa e nem remorso. Vão repetir a vida inteira o mal que espalham porque se identificam com o que fazem na sua essência.
O amor incondicional pode ser dignificante para quem o dá, mas nada meritório para quem o recebe. Ainda que revele inquestionável capacidade de caridade e compaixão de seu doador, não contribui para retirar o beneficiado de sua pequenez, antes condenando-o a permanecer em perene processo de vermificação por conta da relação de dependência doador/receptor. A plenitude do amor é atingida quando o oferecemos àqueles que nos despertam admiração tal que simplesmente não conseguimos represá-lo dentro de nós, pois que o conquistaram por seus próprios méritos. E como tal, este tipo de amor se faz muito mais legítimo, pois que invariavelmente tanto irá despertar quanto oferecer mutuamente o que houver de melhor em ambos.
Quem foi que disse que a primeira impressão é a que fica? Conheço quem passou toda sua existência tentando aplicar o golpe perfeito, e na última oportunidade o consegue... E sai como mocinho desfrutando de todas as prerrogativas dos heróis, onde os golpes de uma vida inteira são zerados porque se mostrou bastante convincente no último.
Para quem usa de rigor no cumprimento de suas responsabilidades muitas vezes se mostra extremamente sofrido – e até torturante – ter que deixar o balde entornar quando a outra parte envolvida simplesmente ignora o acertado para se manter dando as cartas, como é de sua natureza. Dói principalmente saber que outros pagarão o preço do que deixará de ser feito, mas se continuarmos a apagar incêndios de última hora para prevenir mortos e feridos nos tornamos coniventes com o domínio ilegítimo que tentam impor sobre o nosso inalienável direito de escolha, e jamais voltaremos a recuperar as rédeas da própria autonomia.
Tanto quem concede o perdão quanto o perdoado firmam, no exato momento em que se expressam, um compromisso entre si: pelo perdoado, o de deixar no passado seus erros e partir para um novo começo; pelo que perdoa, o de valorizar a decisão como momento de mudança, não se dispondo a repeti-lo em outras ocasiões e se tornar conivente com o desvirtuamento de seu real propósito. Ao concedê-lo a Madalena, o próprio Cristo não afirmou que voltaria a faze-lo. Antes lhe disse: “Vai e não peques mais!”
Entre quem você é e quem pode ser, e ainda como as coisas são e como poderiam ser, só há uma coisa a fazer: mexa-se!
"Quem muito se dá, muito é cobrado."
Essa frase revela uma realidade silenciosa: quanto mais você entrega de si — seu tempo, sua atenção, seu amor — mais as pessoas se acostumam a receber sem perceber o esforço por trás. O cuidado vira obrigação, a gentileza vira rotina e, quando você falha uma vez, esquecem as mil em que você esteve presente.
É injusto, mas é humano: o excesso de entrega cria expectativas. E o problema não é amar, ajudar ou se dedicar; o problema é se perder no processo. É preciso equilíbrio. Não se trata de endurecer o coração, mas de aprender a colocar limites. Quem se doa demais corre o risco de ser visto como fonte eterna — até secar.
Lembre-se: você merece reciprocidade, não cobrança; parceria, não exigência; afeto, não peso.
Cantei como quem está num palco e ao mesmo tempo sentada na plateia sorrindo por poder ser ver feliz... Dancei mas não foi no jazz balet com meias e polainas mas tropecei em passos copiados com uma amiga aplaudir... Atuei mas não aprendi no tablado ... Aprendi nos sonhos de uma alma infantil sentada na frente da TV almejando viver as emoções mais doces e fortes que senti... Atuei na causa e na militância que acreditei... De tocar e libertar corações oprimidos assim como cresci... Lutei pelo que acreditei ser certo em todos os momentos que vivi... Uns chamam de falta de querer... Eu chamo de falta de oportunidade... Pois qual seria nobre optará em sua realização a um prato de refeição... Assim foi e é ... E só o dono do universo sabe realmente quem é... Almas mortas tristes sufocadas em corpos... Que já não vivem obedecem a máquina programa a dura sobrevivência do sistema... E quantas e quantas crianças já não sentaram na roda e pensaram e desejaram profundo... Ser escolhido para ser premiado oi reconhecido nessa hora...
É preciso muita coragem... Pra desistir de ser... Sonhar... E ver a alma padecer... Fazer o certo é seguir seu caminho neste ciclo de não ser...
RCH
Levantou mais uma vez da cama, como quem quer se livrar do cheironpteso em seu corpo e se banhou com óleo... E percebeu que quanto mais pensava mais o cheiro exalava de sua pulsação e esvottia pelo seu corpo em meio a sua transpiração... E percebeu que enqto não matasse denteo de si... deitaria, sentaria, c aminharia e não adiantaria correr... pq correria o risco de esbarrar no suor e lembrar com êxtase do prazer... então deitou, aceitou, E se convenceu sem aceitar... que precisaria vomitar tudo de de si em si mesma... até não mais lembrar...
Desde que o mundo é mundo, quem quis foi a lua, voou, saltou pendurado numa corda, mergulhou no fundo do oceano numa bolha... não minta para si mesmo, viver no mundo da lua, se jogar do topo da montanha, e mergulhar no oceano de um corpo é para quem realmente que experimentar todas as sensações de um outro mundo.
QUEM SABE UM DIA
por Sezar Kosta
Eu gostaria, quem sabe um dia…
voltar a conversar com Deus sem medo,
como as crianças falam com o vento,
sem teologia, sem desconfiança,
com aquela fé que não pesa,
apenas pousa.
Eu gostaria, quem sabe um dia…
lembrar o nome das coisas simples,
o cheiro do pão, o silêncio da tarde,
a pureza que o tempo levou
como quem leva água nas mãos
e não percebe a perda.
Eu gostaria, quem sabe um dia…
desaprender a dureza do mundo,
essa engrenagem que mastiga sonhos,
que troca almas por algoritmos,
que vende esperança em prestações
e chama lucro de milagre.
Eu gostaria, quem sabe um dia…
entender por que os homens
esquecem tão rápido o essencial —
o abraço que salva, a escuta que cura,
a compaixão que devolve fôlego
a quem já respirava só por hábito.
Eu gostaria, quem sabe um dia…
reencontrar a verdade divina
no avesso da vida moderna,
onde tudo brilha, mas nada ilumina,
onde todos falam, mas ninguém confessa
o tamanho do próprio vazio.
Eu gostaria, quem sabe um dia…
aprender a amar com lucidez,
sem a ilusão dos mártires cansados,
sem o peso dos cínicos orgulhosos —
apenas amar,
como quem reconhece no outro
a última chance de redenção do mundo.
E se esse dia não vier,
que ao menos eu continue procurando,
mesmo entre ruínas, tumultos e telas,
um rastro de inocência que sobreviva,
um sopro de Deus que ainda resista,
uma luz pequena — mas honesta —
onde eu possa repousar a alma
e enfim dizer baixinho:
“eu me lembro.”
Viver bem consigo é dominar a arte do silêncio interior. Quem encontra paz na própria companhia dissolveu a sombra do tédio.
Nessa harmonia íntima, o tempo deixa de pesar. E o mundo interno torna-se um lugar de repouso e descoberta.
Amei-te
como quem olha para desertos e vê canteiros
como quem mergulha num mar frio e vê infinitos
como quem toca em espinhos e vê encantos
como quem voa em vazios e toca em plumas...
Sai de mim .
Tentei gritar , romper , fugir ,fingir não ver ...
Mas os teus ensejos e trejeitos faziam do meu
peito um cordel de brinquedos.
Desalentos ...
Amei-te
como quem esquece dos seus templos
como quem adormece os seus desejos
como quem fere a honra sem calma
como quem rasga com estupidez sua alma ...
Como quem carrega nos ombros o peso da utopia .
Agonia ...
Amei-te
e não quis mais amar-te
Findou-se o tempo
Calaram-se as canções
Morreram-se as flores
Emudeceram-se os versos
Sobrou o silêncio.
Re-nasceu a lucidez .
Calmaria ...
O que ficou no prato é desperdício para uns, mas pode ser manjar para quem tem fome, até a sobra sacia alimenta quem não tem nem migalha.
Quem vive do passado continuará infeliz, desejando um tempo derrotado por sua própria história. O passado pode estar escrito, mas ninguém aprende com ele quando a história não convence nem quem a viveu.
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