Quem Ama Nao Erra
É ter respeito o tempo todo
Por quem está longe ou ao lado
A dignidade é imenso valor
Que não pode ser negociado
É manter a ética e a moral
Saber que todo mundo é igual
Com isso se deve ter cuidado.
Quem prima pela Justiça não temerá os próprios equívocos, mas quem quer apenas estar certo vai odiar que lhe mostrem a verdade.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Quem é feliz não fica afirmando a todo momento a sua felicidade; assim como quem se acha verdadeiro, não afirma toda hora a sua própria verdade... Quando se afirma demais uma coisa, é porque tem-se algo que não é verdade e nem real...
Quem cria serpente não pode reclamar de picadas... Quem abraça a falsidade não pode reclamar de traição...
Amor não devia doer.
Não deveria machucar, controlar ou ferir em nome de sentimento algum.
Quem ama não grita , humilha e não diminui.
Amor de verdade cuida, respeita limites e protege o coração do outro.
Nem tudo que chama de amor é amor.
Às vezes é apego, medo de perder ou incapacidade de amar com maturidade.
O amor certo não deixa marcas de dor, deixa paz.
E onde existe amor, existe cuidado.
"Quem ama não Fere!"
Somos o que devemos ser, estamos onde devemos estar, Deus é quem nos capacita, por isso, não devemos nos preocupar com o status quo.
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