Quem Ama Nao Erra
“Um Homem e Verdade"
"Um homem de verdade não é medido pela força, mas pelo amor que ele espalha.
Ele arranca sorrisos, cuida de quem ama e se sacrifica todos os dias por seus filhos.
Ser honesto, dedicado e amado é a maior conquista que um homem pode ter."
Nunca me diga que não posso fazer algo...
A mim, que dancei com dois corações.
Que respirei com quatro pulmões. A mim, que tenho sido gelo, fogo e vento.
Que levei na barriga o peso de dois mundos.
Que dei à luz a vida, aos gritos. Que abracei a tristeza sem medo.
E chorei sorrisos.
A mim, não me diga que não sou capaz de alguma coisa. Pois eu sou capaz de tudo.
Eu não esqueci do seu aniversário, bocó. Só ia esperar até chegar umas 23h, mas você não sabe esperar. Você acha que eu ia esquecer de algo especial seu? Eu te amo mais que tudo, bocó. Vai fazer um ano que a gente se conhece e eu não deixaria isso passar batido. Você é a minha princesa, minha garotinha, meu tudo. Eu te amo mais que tudo, Milleny. Você é a garota mais incrível que eu conheço e que sonhei em algum dia ter. Você é a minha garotinha, meu tudo, entendeu? Eu te amo muito, minha garotinha perfeita. Você é incrível e deve saber disso. Você acha que eu ia mesmo deixar isso passar? Nem se eu quisesse eu deixaria, nem se eu estivesse bravo ou algo do tipo. Você é a minha mocinha, meu tudinho, minha vida, minha paixão, minha garotinha contaplejtante. Você é algo que eu agradeço por ter e jamais deixaria você sem meus parabéns. Espero que você aproveite muito seu dia e que seja muito feliz, ok? Eu já falei que te amo? Eu posso passar dias, meses, anos, décadas falando o quanto eu te amo. Enfim, parabéns, minha princesa. A cada dia que passa, você vai ficando mais mocinha, mais linda e mais perfeita. Você é incrível, sabia disso? Ok? Não deixe ninguém estragar seu dia. Eu te amo muito, minha menina. Você é incrível. Eu nunca, nunca quero te perder, ok? Beijinhos, meu amorzinho. E quero um pedaço de bolo, boboca.
Sócrates exclamou que a virtude está centralizada, mas, se não decidirmos o rumo da teoria, seremos divididos, o consciente não receberá significado do contínuo, apenas a perdição do futuro, apenas a promessa do além, apenas a falta do concretismo Neoliberal, em apoio, temos a história.
Depois de Tanto Tempo
Ah…
depois de tanto tempo,
me machuquei de novo.
Não por ele,
mas por tudo o que eu carreguei sozinha no peito.
Eu compreendo.
Sei que ele não quer nadar agora,
e eu não culpo a maré.
Mas ainda assim, mergulhei.
Tentei remar contra o silêncio,
tentei fazer a gente acontecer
na força do meu afeto.
Dei tempo,
dei espaço,
dei alma.
E talvez tenha me perdido um pouco
tentando manter a gente inteira.
Mas cada coisa tem o seu tempo,
e às vezes o nosso
não vem junto.
E isso…
isso não tem conserto,
nem resposta,
nem plano B.
Só tem o vazio de quem tentou,
de quem amou mesmo sem certeza,
de quem quis ficar
quando o outro já ia embora em silêncio.
Então tá…
não tem o que fazer.
Só deixar o tempo curar mais essa ferida
e torcer, bem lá no fundo,
pra da próxima vez
o amor me encontrar de mãos dadas
com alguém que também queira ficar.
Sigo firme, na paz da minha consciência,
Trabalhando, vencendo, sem pressa, com essência.
Não corro atrás de quem não sabe o que quer,
Porque quem vive de agrado, se perde sem perceber.
Prefiro a solidão da verdade,
Do que a companhia de quem finge maturidade.
Enquanto uns se preocupam em não magoar quem não liga,
Eu cuido da minha alma, da minha vida, da minha autoestima.
É preciso estar em silêncio.
Não o silêncio de fora —
o de dentro.
Aquele que vem quando a alma
para de se explicar.
Só assim. Só no vazio do ruído
é que as coisas miúdas falam.
E elas — tão pequenas —
são as mais belas.
Porque são as únicas verdadeiras.
A cachoeira escorrendo sobre as pedras,
sem pressa de chegar.
O pássaro tecendo o ninho,
com o mesmo fio do tempo.
A semente rachando o solo,
num instante que ninguém vê.
As coisas pequenas —
essas, sim, sussurram em maiúsculas.
São tímidas, como o amor
quando ainda é um segredo.
Mas belas. Inteiras.
Mas a paixão...
ah, essa berra.
Espetada no peito,
atropela as frases,
rouba o fôlego e o sentido.
E cega.
E ensurdece.
E transforma o outro
num eco do que falta em nós.
O amor não.
O amor é a pausa.
Espera a febre passar.
Senta ao lado.
Não exige.
Olha —
e reconhece.
Só quando tudo se aquieta
é que o coração entrega
sua palavra crua.
Só quem para — de verdade —
ouve, enfim,
o que as bocas nunca disseram.
E então, no silêncio que sobra,
toca o impossível:
ser entendido
sem precisar falar.
Você me pergunta se eu te amo.
Digo que sim.
Você me pergunta o porquê.
Mas a resposta não cabe nas palavras.
Ela mora nos gestos que escapam da boca:
nas panquecas com mel feitas de surpresa,
no silêncio que não coça a garganta,
no erro que você comete
e eu deixo passar como nuvem.
Não por dó —
mas porque o amor é míope (como eu sou)
e prefere enxergar embaçado.
O amor é transcendental.
Ou seja: escapa.
Foge das definições como um gato —
no peitoril da janela,
olha para você, mas não obedece:
é a imprevisibilidade que se deixa ficar.
É um peixe vivo na banheira da alma —
algo inadequado, mas presente.
Ou a sombra de um pássaro:
risca o chão e some antes de você apontar —
pura efemeridade.
É sagrado,
porque é inútil (não serve para nada).
Como um copo d’água na madrugada —
não sacia, só umedece os lábios.
É real,
porque não precisa ser provado.
E é impossível.
Como traduzir o cheiro da chuva
sem nomear a saudade?
Conexão
Tem coisa que não se explica,
só se sente.
Um olhar que atravessa,
um silêncio que entende.
É pele que reconhece,
alma que se enrosca,
energia que dança
sem precisar de resposta.
Não é só corpo,
é encontro.
É quando o tempo desacelera
e o mundo vira nós dois — pronto.
Conexão é isso:
não força, não cobra,
só flui…
e vicia como se fosse obra de outra vida.
A educação de palanque não constrói, modela; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não desenvolve a autonomia, conduz a heteronomia; não media a criticidade, aliena o aluno; não aplica a equidade, pois foca na meritocracia como motivação; não consegue exercer seu papel social porque seu objetivo não está no que pode fazer, mas no que pode aparecer.
A felicidade para ser sentida por meio da aceitação do outro, não é felicidade é necessidade de ser aceita.
Talvez tenha sido breve, o momento não se repete.
O que passou, passou!
Possa ser que uma nova oportunidade aconteça, mas não será aquele momento que você deixou passar.
A mente está presa ao passado, não vive o presente e idealiza um futuro sem resolver a doença mental a qual está submetida.
O medo de tentar e dar errado está tão empregado, que a auto sabotagem já se sobressai sobre a vontade de começar.
Mentes vazias, mentes ocupadas de um lixo tóxico chamado passado.
Você nasce sem saber nada e morre tentando aprender, mas em nenhum momento tentou se conhecer.
Islene Souza
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