Quem Ama Nao Erra

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Algumas pessoas aprendem lendo, observando; outras já aprendem sofrendo, apanhando.


Não é sobre destino, é sobre opção.

As princesas só existem nos seus sonhos, se seus sonhos acabam, as princesas morrem.


Não é sobre principado.

Tombo que você leva, não dói, mas, o tombe que te deram é inesquecível.

Um não é a sepultura de muitos sim.

O pior para um Chefe é a solidão do comando.
Um Chefe leva fardos sozinho, não por vaidade, mas, porque às vezes o que carrega é indivisível.

Se o considerado errado te faz bem e considerado certo te faz mal, não exite seja bem feliz.

Nunca deixe de sonhar. Mas, também não viva sonhando...

Não sou suficientemente bom. Por isso, treino todos os dias!⁠

⁠O poder pessoal não é quando as pessoas te veem. É quando orgulhosamente as pessoas te admiram.

⁠Erros não se justificam. Erros se evitam!

Você será forte se admitir seus erros e mais forte ainda se admitir os conflitos que não são seus, mas que foram causados em sua maioria pela má comunicação feita por você.

Na metade da vida, a gente descobre que o tempo não corre mais para a frente: ele começa a se despedir.

NÃO É POEIRA, SÃO CINZAS DE MENINO.

Me desculpem a poeira:
estou sacudindo as cinzas de menino.

A vida obrigou-me a atear este incêndio, que consumiu a minha inocência.
Hoje, o menino se foi. Dele restaram apenas cinzas.

O Homem reergue-se. Não por opção mas por dever. O dever antigo e mudo de ser Homem.

Um dever que…
não se aprende nos livros.
Não se herda do pai.
Não se ganha com idade.
A gente vem ao mundo marcado.
A sina vem na primeira respiração, um peso nos ombros que ainda não têm largura para carregá-lo.

Chamam-nos de Homens quando ainda somos meninos de sapatos de veludo.
O mundo espera guerreiros onde há apenas olhos assustados.
Exige provedores de mãos vazias.
E a vida, com sua gentileza cruel, vem buscar o que é seu.

O colo da mãe vira memória téria.
O aconchego, dívida.
As 8 horas de trabalho, deixam de ser simplesmente “tempo”: é um túnel que se escava todos os dias com as próprias unhas cravadas no solo, rumo a prosperidade:

E que prosperidade?
O salário é um cálcio magro no fim do mês, um suspiro curto antes de fechar os olhos e recomeçar.

A dor não se partilha.
O cansaço não se mostra.
O medo não tem voz.
É assim.
Não por escolha, mas por lei antiga escrita no sangue e no suor dos que vieram antes.
Carregamos a culpa de não sermos fortes o bastante e a vergonha de precisarmos sê-lo.

Mas ouça bem:
Não é sobre não chorar.
É sobre segurar o mundo nos braços enquanto as costas arrebentam, e mesmo assim não deixar cair.
Não é sobre não ter medo.
É sobre ouvir o filho chorar no escuro e, com a mesma mão que treme, aconchegá-lo nos braços.

É sobre olhar para o espelho e não se encontrar, e no desespero perguntar-se:
em que momento é que comecei a me perder?

É olhar no espelho e ver o menino perdido, e ainda assim amarrar os ténis e ir à luta.

Porque o homem não surge do nada.
As cinzas estão lá, o pó sempre esteve lá.
O menino não morre.
Ele é enterrado vivo.
E todos os dias, à mesma hora, ele ergue uma pá e cava.
Cava para encontrar ar.
Cava para encontrar sentido.
Cava para provar, só para si mesmo, que mesmo enterrado, ainda respira.

A vida não pergunta.
Entrega o peso e espera.
O mundo não aplaude.
Apenas consome.

E nós?

Nós fazemos.
Porque nascemos para isso.
Na marra.
Na garra.
Na angústia muda de quem sabe que o amor, às vezes, tem o peso de uma pedra e o nome de obrigação.

Não é missão.
É destino.
Não é glória.
É chão.
Não se ensina.
Apenas se vive.
Até que um dia, os pés descalços e calejados descobrem que o caminho, por mais duro, foi o único possível.

E nesse dia, sem fanfarras, o menino e o homem olham-se no espelho.
E finalmente, um acena para o outro.
Dois estrangeiros que, no fim da jornada, aprenderam a habitar o mesmo corpo.

Ser homem é isso:
Assinar, todos os dias, com a própria vida, um contrato que nunca se leu, mas que se cumpre com um suor sagrado.

A sina está cravada.
Agora meu caro, caminhe.

Quase amor


Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.


Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.


Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.


O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.

Embora eu não queira deixar mágoas, ou talvez mágoas escritas, sinto que os poemas me libertam, e me preenchem o vazio...
Aquele vazio da alma, aquele lá que fica perto do coração, o vazio do meu pedaço encontrado, e desencontrado.

Não há nada mais solitário que uma grande multidão.

Quando só restam cinzas, não adianta querer reanimar o fogo.

⁠⁠Eu falo bastante do passado,
Penso muito no futuro
E não me entrego ao presente

O passado tem vivências marcantes,
Sobre o futuro, uso a minha imaginação,
O presente é desbravador e chega a ser um pouco assustador

A espiritualidade vem da reflexão e do fundo do ser. Não é uma questão de religião, mas sim do divino ser. A religião é uma escolha e deve ser respeitada, pois todas elas ensinam a espiritualidade e o encontro do ser humano consigo mesmo. Com a espiritualidade, há paz, boa convivência social e respeito à vida

Não é o dado que engana, é a leitura apressada dele.