Quem

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O problema da sucessão não está apenas em quem vai comandar, mas em que tipo de empresa será entregue ao próximo comando.

Quem sou eu se eu não sei quem eu sou e só eu sei quem eu sou?

Quem tem interesse, cultura, vida e sentimentos tem tudo.

Quem disse que os pesadelos não viram realidade?

Haverá momentos que somente quem entende de valor, terá discernimento para cobrir o preço das coisas.
Depaula Paraense

Quem é único nunca vai ser aceito mas vai ter os próprios pensamentos.

Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.

Quem foi o idiota que deu autoridade aos empregados do sistema público ?

O ser medíocre aceita o que é mal. Faria-se sentido, mas sabemos que ele avilta quem escolhe o bem.

Todo mundo tem um pedacinho bonito, não importa como ou quem seja… Uma pena que poucos podem ver o Tum Tum tão lindo que ele faz.

O poeta escreve como quem chora — palavras em lágrimas que mergulham nas raízes do mundo, florescendo no jardim silencioso d’alma: sua essência, a existência de seu eu indizível.

Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.

Sua história de vida define quem você é — não as fofocas que contam sobre você.

Habitue a mente à serenidade, pois quem não a disciplina acaba ferido pela própria boca.

Quem demasiado fala, cedo ou tarde acaba por morder a própria língua.

Aquele que contém o ódio em si preserva a alma; quem o propaga torna-se cúmplice.

Quem abriga o ódio fere a si;
quem o espalha condena os outros.

Quem apenas por si e pelos seus se indigna, colherá a solidão.

Às vezes, quem a gente mais ama acaba caindo em um poço profundo.
E quando isso acontece, fazemos de tudo para ajudar: jogamos cordas, colocamos escadas, estendemos as mãos, descemos até o fundo tentando mostrar cada degrau do caminho de volta.
Mas existe uma dor difícil de aceitar: nem sempre podemos subir pela pessoa.
Há momentos em que ela escolhe permanecer no fundo, mesmo tendo ajuda. E, nesse instante, precisamos lembrar que também temos nossa própria escada para subir. Não significa abandonar quem amamos, nem retirar a escada do poço. Significa entender que a subida precisa partir dela.
Porque amor também é perceber o limite entre ajudar alguém… e se perder tentando salvá-la.

Quem necessita de palco apenas encena virtudes;
o verdadeiro espetáculo da virtude é a paz, o silêncio e o propósito.