Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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⁠As dúvidas que circundam minha
Alma
Circundam-a com perguntas
Perguntas que me deixam
Com insônia
Com fraqueza
Com raiva...
Elas vêm acompanhadas
Acompanhadas de vozes que me ensurdecem
Vozes que me cegam
Que me alucinam
Que me isola...

Aprender sobre mim é meu cotidiano; o desapego, o fio condutor da minha existência.

​Minha compreensão da luz (E dos mistérios do todo)
​Por Celso Roberto Nadilo.
​Para mi, a existência das cores é um mistério que se revela no olhar. Os fótons, esses mensageiros que nascem do Sol, viajam pelo espaço e são acolhidos pela nossa atmosfera, que espalha e focaliza a essência de cada tom sobre cada objeto. Vejo a prova realista disso no arco-íris: quando a luz encontra a chuva, o céu se transforma em um caleidoscópio gigante, onde as gotas agem como um espelho de luz.
​Mas a realidade vai além. Quando mergulhamos nos mistérios da luz, esbarramos também na relatividade e na casualidade da gravidade — forças invisíveis que moldam o próprio tecido do universo. Toda a nossa realidade pode ser transformada pelo simples mérito de aceitarmos que não compreendemos tudo. Há um poder imenso em reconhecer o mistério.
​Às vezes, a humanidade se perde no ritmo acelerado das inovações e da evolução. Esquecemos de olhar ao redor. Compreender os mistérios da vida e a profundidade do nosso próprio olhar não é apenas ciência; é parte essencial da existência humana e da coletividade da natureza. Compreender o todo como o todo é perceber que a gravidade nos prende à Terra, a luz nos ilumina, e o mistério nos une. Ser é, essencialmente, ser parte do todo.
​A difusão do eu no tempo contemporâneo se dá na certeza do olhar; na perspectiva do perpétuo em relação à metafísica, de maneira que somos diante do que somos: início, meio e fim. É o conhecimento denso e cru da própria consciência, coexistindo com a mesma fogueira do início das eras, onde cada nova descoberta queima com importância para a humanidade.

Minha melelancolia.
Vejo lapidação do meu país,
O Brasil é simplicidade e maravilhoso.
Mas, ate a terra é roubada pois é rara
É em peso do tesouro brasileiro...
O ouro já não tem mesmo valor das cores da nossa bandeira,
Nossas crianças são abusadas e colocadas a venda,
Mulheres são vista como mercadorias exposta numa exposição.
Os valores de ética e moral moram num discurso de palanque eleitoral.
Somos objetos o apenas crianças esperam o lanche da tarde,
A terra se devasta para que alguns seres fiquem felizes.
Essa felicidade é soberana.
As lágrimas de muitas mães estão distantes do fim pois um político se acha como dono da existência.

As portas do sentimentos são expostos,
Cala te minha ama pois o sentimento é derradeiro.

Minha alma morta pelo amor,
Meu desejo me condenou...
Ainda assim prefiro te amar...

Na nebulosa fonte do conhecimento bebi água demais matei minha sede , sede continua vive dentro bo meu pensamento... beber a vida que resiste em equilíbrio... o copo cheio não é bastante para matar a sede.⁠

Para escrever os próximos capítulos da minha história, preciso parar de revisar o passado com os olhos de quem ainda busca revanche.

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."


Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.


Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.

Doces frases que me faz morrer em teus lábios...


Doces como o mel adoça minha alma rebelde e floresce nos moldes da vida...


Num estante que mundo pujante se esconde no estado inerte...


Ventos uivando pelas nuvens do grandes momentos...

No refúgio dos mortos minha clama por silêncio.

O seu ego joga maus dizeres a minha pessoa que se tornam flores no meu jardim.
Meus sentimentos e pensamentos são uma vasta floresta o sois diante do ecossistema.
Nos valores da moral e a ética ganhamos uma divisão de valores.
O psicológico do ser humano está abalado pelo stress diário e alienação social é um triunfo da tecnologia...

Sob fogo minha alma rebelde floresce. Me esqueço que és apenas um galho de um sistema...nos moldes de realidade foste o trevor, que deviam copiar mais se tornou obsoleto diante os bats que deflora os sinos da libertdade. Nos atos golpista sois o fruto do abandono deixado para apodrecer ate a raiz de suas intenções...
Mais dinheiro ja sumiu e ninguem viu podes apintar o dedo?
Mais terabats de informações sou eu e tudo pode desaparece trugue de magica pois mansões são pura cortina de fumaça olha ouro e os diamantes na Suíça fica quieto pois a missa começou.
Mais deepfakes pois deepweb falhou pois conexão foi clonada ...

No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.

Diante teu corpo sinto calor que nunca senti neste mundo sois minha alma,
Mas, meu espírito ainda busca a ti meu amor.

Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.

Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.

Hoje acordei diante um pássaro que voa dentro da minha imensidão.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...