Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Meu amor Você é meu dia minha
noite minha tarde minha alegria
M❤️M
E o resto é só quem assiste de longe sem entender o milagre que Deus faz TE AMOR ❤️

Sintonizei com minha própria existência.

Como posso tirar você dos pensamentos, se está anexo a minha alma?

A minha idade não me define, pois sou atemporal.

Nem a minha agenda lotada supre o vazio existencial.

Sigo a passos firmes em direção
De selar esse amor de agora até a minha última geração
Entregar o melhor de mim, em uma ligação de alma e coração
Fazendo valer a espera, por quem tanto me espera.
Está perto de chegar a nossa vez, de sermos rei e rainha
No jogo, o peão ao chegar ao destino, pode escolher qual o seu final
Nas jogadas da vida, você foi meu xeque mate.
-
Leonardo Procópio
6 de Fevereiro de 2024

⁠SE

Se todos gostassem da minha poesia,
Jamais haveria
Paz no mundo.

O mar e as fontes secariam,
Os rios ao contrário correriam,
O ovo não teria gema
Nem o ovário
Seria berçário
De hormonas,
Neste meu mundo de sintomas
Da falta de teorema.

Seria o caos completo,
Tudo morreria
O absoluto e o obsoleto.

Por favor:
Para que haja paz no mundo,
Nunca leiam a minha poesia;
Podem até falecer de ironia,
Ou então ficar moribundo.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 12-11-2023)

[Fissão Nuclear]


Ela acelerou
na minha direção,
Uma força motriz
despreocupada.


Meteorito carregado
de intenção,
Liquefazendo rocha
petrificada.


O que será de mim ?
Um mero átomo isolado,
Absorvido enfim,
por teu calor descontrolado.


Não vou retroceder
ou abortar a missão,
minha espera descabida,
meu intuito a colisão.


18/06/23
Michel F.M.

Minha luta têm uma razão, possui história!

Através de minha essência dual me torno incomensurável e individual.

A minha boca quer matar esta sedenta saudade no teu corpo.

Queres vir jantar
à minha casa hoje?
Olha, traz o vinho
e não te esqueças,
vem despida a rigor.

Há algo em ti que puxa-me
mesmo quando tento fugir.
A tua presença cerca toda a minha alma, prende-me, incendeia-me.


E quando penso em ti — é o corpo quem responde. O resto dissolve-se,
até o ar tem o teu sabor.


Não há distância que baste.
O teu nome vibra na minha pele, como se o som trouxesse a tua pele para perto da minha boca.


Fecho os olhos
e o mundo curva-se em mim.
Tudo pulsa — lento, quente —
como se o tempo respirasse ao teu ritmo.


Existe um magnetismo em ti que chama o meu caos, um gesto, um quase sorriso,
uma promessa escondida na respiração.
Fico à beira — de ti, de mim, do abismo — e é ali que o desejo cresce, lento, inevitável.


Cada palavra tua é um fio de fogo que me atravessa em silêncio. E quando te calas,
tudo em mim escuta. E nesse inédito silêncio: deixo queimar, não o corpo — mas a alma, essa parte que insiste em te reconhecer.

A tua respiração reclama-me,
o teu sedento beijo,
suplica a minha porosidade .


O mundo evapora-se, resta o pulso, a dança cega do querer. Há luz nas sombras do impulso, há vida em tudo o que é desejo .
Toco-te — e o tempo desmaia,
em curvas de seda e marfim.
A tua pele é onde a alma ensaia o que o corpo quer sem fim. E quando o fogo se faz calma, encontro-te em mim, inteira e nua
não de roupa, mas de alma,
ardendo na mesma lua.


O teu corpo chama o meu em febre, num convite sem palavra, sem pudor.
A pele fala — vibra, pede,
respira o vício do calor.


O teu cheiro cerca-me , domina-me, ferve o ar, faz-me perder a razão; o toque, brasa que ilumina cada sombra em combustão.


As nossas bocas
procuram-se, descobrem-se,
num ritmo que o mundo esqueceu , é fome antiga, sede desértica,
o amor carnal que nasceu.


E no instante em que nos fundimos, carne e alma, suor e luz, é como se a lua ferida, ardesse inteira dentro de nós dois.

É isto que o meu
silêncio grita:
Tu estás em
todas as partes,
da minha alma.

A minha boca quer
imergir na ensopada
profundeza da tua
tórrida intimidade.

Os teus beijos
sabem a poesia:
adoro escrever
os teus beijos
na minha boca.

A tua pele é
território onde
a minha alma assina
o próprio infinito.

A tua pele chama a minha,
num desejo sem recuo.
Cada gesto teu provoca
um incêndio quase nu.




O ar prende‑se entre nós,
como se o mundo parasse ali.
E no ritmo que inventamos,
é o meu corpo a guiar o teu,
sem pressa de fugir.




A tua respiração prende-se na minha,
num jogo que nenhum de nós quer terminar. E quando a madrugada vibra entre os nossos corpos,
é aí que o desejo fala mais alto,
a pedir que a noite não saiba acabar.




Sinto-te na alma inteira,
numa verdade tórrida
que percorre o meu sangue
e rasga o meu silêncio.

Através da minha mortalidade consigo sentir a imortalidade de cada recomeço.