Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Não importa a distância, seu amor sempre será minha saudade mais bonita. A que queima mansa no peito, chama meu nome no silêncio e me faz amar você todos os dias, mesmo longe, como se estivéssemos sempre no mesmo abraço.

- Agora, sim! Viste a minha alma! É isto que quero que faças com a tua. Olha bem para dentro de ti e não da tua dor e vê-te como homem que és. Encontrarás respostas!










In, "Ensurdecedor"

mas mentiu, você sempre me amou e sempre vai me amar, você sente minha falta todos os dias, você lutou contra mim com seu ego porque talvez também não sabia como ser honesta comigo e me dizer que não se importava com mais nada ao nosso redor, que o que importava era segurar minha mão e andarmos juntos, seu ego se fortaleceu com a mágoa e a raiva que ficou de me ouvir mentir dizendo que não te amava, isso foi uma bomba de gasolina para seu ego, mas eu sempre te amei, eu prometi que te amaria para sempre e uma promessa não pode ser desfeita, eu sempre vou amar você.

Você sempre será minha doçura
Se veja como protagonista e entenderá quem você é.
Diane
Wonder woman
Olhar 43 ( música)
Procure temas com seu Nome.

Você com seu jogo mudou minha afeição.
Me fez fugir, levado pela emoção.
Brincou com meu coração sem compaixão.
Sumir foi minha melhor decisão.

"Busco o brilho que minha própria escuridão mental dissipou. Era aquele que me garantia que o sentido da vida estava para além do materialismo. Essa busca incessante pelo "ter" foi o que, lamentavelmente, silenciou o farol da minha essência."

Quando minha utilidade se esgotar no tempo, permita que meu amor ainda encontre sentido no abrigo do teu coração

A minha história dr






A luz da manhã entrava pela fresta da cortina,da sua casa, mas para Heitor, o sol parecia um intruso.
Era muito cedo ainda.


No fim da tarde ele foi para a festa junina que tinha na escola onde ele estudava, colégio Rocha Marmo


Ele de repente, saiu da festa, ainda ia ter a quadrilha, festa junina.


Ele sai e vai a direção de sua casa, mecanicamente.
E de repente na calçada , próximo da sua casa, uma menina veio rodopiando, e trombou com ele, os dois ficaram caído no chão, ele com cabelo cheio com topete, com um olhar, olha para ela... Vou o tempo voou, e chagamos nessa história.


*Minha história doutor*


O delegado acendeu um cigarro, a fumaça subindo lenta como a névoa daquela tarde de 1980.
Diante dele, o homem de mãos trêmulas começou a desenhar o passado no ar.
— Tudo começou com um rodopio, doutor. Eu era jovem, a música do Elvis e Beatles ecoava em cada esquina, e eu vinha do meu colégio e ela veio girando pela calçada
Foi quando ela trombou em mim e eu nela. Maria. O olhar dela me paralisou, foi um relâmpago em céu aberto.
Mas o destino é um roteirista cruel.
O tempo passou e ela se casou com outro.
Um homem que a comprava com joias, caixas de bombons finos e promessas de seda.
Eu virei apenas uma lembrança de calçada.
Anos depois, o reencontro. O rosto dela estava marcado pelo tempo, os cabelos, antes longos e castanhos, agora curtos e grisalhos. Ela me olhou com medo e perguntou: "Você ainda me ama?
Não sou mais aquela menina."
Eu respondi com a alma: "Maria, eu te amaria sem braços, sem pernas. Eu te amo de qualquer jeito, em qualquer carcaça que a vida te der."


Nós nos demos uma chance.
Mas o drama, doutor, gosta de se esconder nos detalhes.
Uma amiga dela pediu um presente... um desses brinquedos, um "coelhinho" para prazer solitário.
Eu aceitei, achei que era apenas curiosidade feminina.
Mas a amiga começou a cercar, a enviar mensagens, a simular uma intimidade que me dava calafrios.
Eu avisei Maria. Ela ria, dizia que eu era louco: "Eu gosto de homem, meu amor. Não gosto de mulher.
Nunca tive um homem que me satisfizesse como você, seu corpo é o meu porto."
Eu acreditei.
Eu a amava com a força de um furacão.
Até que o silêncio da casa se tornou pesado. Eu descobri a verdade, doutor.
Ela cedeu.
Deitou-se com a amiga. Trocaram beijos de línguas, segredos que eram só meus.
Ali, meu orgulho de homem ruiu.
Se fosse um outro homem, eu entenderia... o coração é terra de ninguém.
Mas ser trocado por uma mulher? Ser traído por quem dizia que eu era o único?
O perdão morreu ali.
O amor, que era construção, virou demolição.
Essa é a minha história,dr delegado.
Eu a amei tanto que não sobrou nada de mim.
Por isso eu matei a Maria.
Matei o único amor da minha vida porque não suportei ver que o nosso "pra sempre" tinha sido entregue a mãos que eu nunca imaginei.
O homem baixou a cabeça, o silêncio na delegacia era agora o único som que restava de um filme que terminou em tragédia.






Segundo ato.




O silêncio na sala de visitas da prisão era cortante, interrompido apenas pelo som do ferrolho da porta.
O homem, agora apenas uma sombra do jovem que foi rodopiando ,nos anos 60, olhou para o nada e começou seu último monólogo, como se as paredes fossem o júri que ele nunca teve.
Sabe, doutor... o que dói não é a grade.
É o eco daquele rodopio na calçada que não para de tocar na minha cabeça.
Eu disse a ela que a amaria de qualquer jeito. E era verdade.
Eu amei as rugas que o tempo desenhou nela, amei o cansaço nos olhos dela.
Eu teria sido o cajado dela até o fim.
Mas o amor tem uma face sombria.
Ele te dá uma visão perfeita de tudo o que você está perdendo.
Quando vi o brilho daquele "presente" entre ela e a amiga, eu vi o meu lugar sendo apagado. Aquelas mensagens não eram brincadeira, eram o roteiro da minha substituição.
Ela me dizia que meu corpo era o único, que o prazer comigo era insuperável... e depois limpava o batom de outra boca antes de me beijar.
Se fosse um homem, eu lutaria.
Mas contra o que elas tinham, eu não tinha armas.
Era um mundo onde eu não podia entrar.
O golpe não foi na minha carne, foi na minha alma de homem, de provedor de afetos.
Eu não matei a Maria por ódio.
Matei porque o amor que eu sentia era um gigante que não cabia mais dentro de um peito traído. No momento em que apertei o gatilho, eu só queria que o tempo voltasse para 1961 Queria que aquele esbarrão na calçada nunca tivesse terminado.
Agora, Maria está livre de mim.
E eu?
Eu estou preso para sempre naquele instante em que ela me olhou e sorriu, antes de o mundo ficar sujo.
É um fim de filme ruim, eu sei.
Mas em tragédias, doutor, ninguém sai sorrindo quando as luzes se apagam.


Ato três o julgamento




O juiz ajustou os óculos, o peso da sentença pendurado no ar espesso do tribunal.
O som do martelo batendo na madeira ecoou como o tiro que encerrou a vida de Maria.
Réu confesso proclamou o juiz. Condenado pela lei, mas sentenciado pela própria memória.
As luzes do tribunal começaram a apagar, e a cena cortou para a cela fria.
O homem estava sentado no canto, os olhos fixos em um feixe de luz que entrava pela grade.
A Imagem Final:
A câmera foca no rosto dele, envelhecido e sem brilho.
Lentamente, o som ambiente da prisão desaparece, sendo substituído por uma música suave de rádio dos anos 60.
O preto e branco da cela começa a ganhar uma cor vibrante, granulada, como um filme antigo de 16mm.
Vemos a calçada de 1961 novamente.
A jovem, cheio de vida, vem rodopiando.
Ela esbarra em mim.
Ela ri, ajeita o vestido e o olha com aquela promessa de eternidade nos olhos.
Eles dão as mãos e caminham em direção ao sol poente, desaparecendo na luz.
A imagem volta para o presente: o homem na cela fecha os olhos, tentando segurar aquela visão.
Uma lágrima solitária escorre.
A tela escurece totalmente.
FIM




Autor desconhecido.

Isso deu um boom na minha kbça:


O que Harvad e a BÍBLIA dizem sobre Resiliência:


“Você nunca deve confundir a fé de que prevalecerá no final — fé que você jamais pode se dar ao luxo de perder — com a disciplina para confrontar os fatos mais brutais da sua realidade atual, sejam eles quais forem.” — Almirante James Stockdale. Paradoxo de Stockdale
(N ser um otimista, e nem um pessimista tóxicos, mas ser um ser resiliente positivo)

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança."Romanos 5:3,4 Bíblia Sagrada
( o deserto nos faz fortes, e com fé, chegaremos ao fim, e teremos vitórias!)

Na linha do tempo da minha memória,guardo todas as lembranças como aprendizado,e tudo que tirei como lição,não guardo magoas nem tristezas ou arrependimentos,me sinto agradecida e até vitoriosa por tudo que aprendi.

Assusto porque o meu silêncio é mais violento do que qualquer grito preso em minha garganta, um som que nunca nasce, mas morre centenas de milhares de vezes dentro de mim
Há um abismo aberto no meio do meu peito e ninguém vê o porque ele não sangra por fora, não é apenas um mar de águas ensanguentadas, é uma fonte sem fim
Eu carrego um terremoto sob a pele e tudo treme, tudo racha, tudo desmorona e por fora eu continuo em pé, educada, inteira, aceitável, intensa.
Um mundo enorme e mesmo assim sinto em meus ombros e ele está pesando inteiro sobre mim, como se eu tivesse sido escolhida para sustentar o que não cabe em minhas mão, apertando com a palma de suas mãos
Vivem me dizendo “não é nada demais”, “tem gente pior”, “isso passa”, mas só sabem exatamente o que você passa, quando eles sofrem na pele o que você sentiu
Porque a dor não se mede comparando tragédias.
Eu não quero parar, pois parar é descansar, eu quero desistir, não consigo mais fingir que não dói, simplesmente por que alguém me disse que era fraqueza demonstrar tristeza
Quero desistir de sorrir com os lábios enquanto por dentro tudo implora por socorro.
Queria rasgar o peito e mostrar que aqui dentro há um campo devastado
Não flores, elas foram destruídas
Não esperança bonita, onde nunca existiu
Mas terra revolvida, raízes arrancadas, céu escuro ao meio-dia, um fogo gelado
O caminho de pedra virou lâmina e cada passo que eu dei é um corte invisível
Cada palavra maldita que engulo vira espinho na garganta, me fazendo perder a voz
E eu engulo, sempre engulo, o sofrimento se sente sobre mim como um rei tirano e cruel que exige silêncio
Ele aperta minha voz até ela virar eco, até um dia nem o eco possa se ouvir
Eu grito e o som morre antes de nascer
Eu falo e me transformam em exagero, calando minha voz
Sou julgada antes de ser ouvida, sou a fraqueza antes de ser compreendida
E dói, dói num lugar que não tem nome, dói como se algo estivesse sendo arrancado
devagar, dia após dia, sem que ninguém perceba
Eu sou uma guerra sem plateia, o incêndio sem fumaça, uma tempestade que só acontece por dentro, é invisível e ninguém pode ver, ( não sentir, não deixar saber)
E o pior não é a dor, é a solidão que insiste em me acompanhar, e a vida me obriga a continuar respirando.

Não costumo engolir sapos pois não quero sapos hibernando dentro de minha alma, prefiro digeri-los com o perdão, prefiro fazer adubo do lixo que jogam em mim e semear sementes de paz na minha alma e nela fazer meu jardim só de sentimentos edificantes que enobreçam meu ser.

Roube-me o ar
Toda a minha sensatez
Aprecie meus defeitos
Minha rara timidez
Misture-se ao meu corpo
Meu desejo de viver
Entorpeça meus sentidos
Transborde-me você.

⁠⁠Minha missão como músico é fazer música... Mas minha missão como poeta é sonhar!!!!!

O ano está acabando e Minha meta para 2018 será, parar com algumas coisas ,parar de pensar coisas ruins, ser mais positivo, ser mais egoísta no sentido de fazer mais por mim, não esperar nada de ninguém, ser mais direto e frio, com aqueles que querem me prejudicar, tentar fazer novos amigos e não me incomodar com aqueles amigos que não são tão amigos que só aparecem por interesse, fazer algo de que eu possa me orgulhar sem me importar com que os outros vão dizer, ser mais feliz , ser mais humano , ser quem eu sempre fui sendo mais eu ainda , sem precisar disfarçar quem sou em certos lugares e situações. Posso querer demais, mais é menos do que muitos não são.

Se minha mente é minha casa, ela tem duas portas, a da frente e a dos fundos, recebo por elas conforme a importância e permanecem dentro o que é essencial!

Sempre falo, ouço e interajo com pessoas à minha volta, mas para que o sentimento seja real, a satisfação seja plena, não podemos cobrar reciprocidade, apenas o ato em si e fim.

⁠Minha luz é própria, é igual a do sol,
interruptor nenhum desliga.

Me entrego à minha eternidade: o agora.
Pois só no presente a existência é infinita.

"Minha mente é meu capital
inicial."