Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Para o assassino

É para ti que escrevo.
Limpando o pó da minha alma
Empedernida pelos crimes
Bárbaros que presencio
Lendo ou ouvindo.
Desatinados
Acontecerem sob o céu de Deus.
Ou da natureza bruta
Como queiras a tua fé.
Que talvez nem a tenhas.
A secura de amor talvez faça parte
Do labirinto da tua entranha.
E deves nem saber ao certo.
Que o mal é tão doloroso a quem o recebe.
Morrer, então é o fim.
E vem alguns dizer que não morremos
Passamos desta para outra melhor.
E se não for assim?
E se deixarmos nossas células
Germinarem outros organismos e
Mais nada. Fica o vazio de vida.
Que poderia ter sido e que não foi.
E cortada impiedosamente.
Curta, breve.
Tão somente.
Um tempo estreito que sem jeito.
Levou nossa fala e nosso canto.
Pode-se às vezes, por sofrer
Até querer morrer.
Mas depois se levanta e prossegue.
E destempera o que tiver acima
Da medida exata que combina
Com o tom leve que se pode suportar.
Se tiver riso demais, buscamos o comedimento.
Se lágrimas acima do normal.
Damos uma enxugada nelas
E dá-se o prosseguimento.
Na caminhada.
Então, se alguém gritar
Denunciando crueldades.
Anunciando as verdades.
Que podem contaminar.
O mundo. Não maltrates.
Ah! Não, por favor, NÃO mates.

Viajante das Estrelas

Minha rua é na Lua.
Meu quintal no Espaço Sideral
Sou uma viajante
Das Estrelas
E percorro milhões de anos-luz em
Décimos de segundos.
Penetro em Universos paralelos
E navego
Em mares de marte e Kleper
O último descoberto.
Sou enamorada dos astros
E cometas.
Celebro o amor no infinito.
Festejo cada brilho nascido.
No espaço incomensurável
Meus últimos convidados foram os anéis
De Saturno
A constelação de Órion é irmã minha
Todas as constelações amigas.
O Sol é meu guia, meu orientador
Por isso sou nascente
E Poente.
Horizonte total e expansivo.
Sou na vertical
Um dilúvio
De alegria.
De profundidade abissal.
Meu pensamento
É minha Nave Espacial.

A GRANDE PROCURA

Minha alma insiste em vaguear errante
Nas lembranças passadas de outras vidas
Evocando meu ego, ainda que inconstante
Pra que ele encontre alegrias, se vividas.

Troco de fé se a minha não comporta
Que em idos tive o olhar do amor postado
Em mim. Tua voz a me chamar da porta.
Entreaberta, que exibia o dorso oferendado
Nu. Ao meu amado, doce festim

E, quando a dor me torna agonizante
Minha alma foge em desespero tal
Geme, soluça, grita e ecoa dissonante
Da voz que solto: meu amor não retornou.

Por descuido deixei lá o meu amor
Retido entre uma bruma sonolenta
Pois cá estou destemperada em torpor
Nada daqui minha alma acalenta.

Nas sombrias lembranças minha alma busca
Onde ficou o amor. Por que não veio?
Em qual das vidas o perdi? E ela se debruça.
Tentando encontrá-lo em febril anseio!

Voa à procura de um cheiro ou semelhança
Que teu corpo exalava em doce cio
O teu perfume ela persegue e não se cansa
De te buscar desesperada, em desvario.

Velha reconheço: minha procura foi em vã
Nada encontrei, a dor dilacerante me consome
Busquei-te pra abençoar-me. Vou morrer pagã
Sem o teu amor, e nem ao menos sei teu nome...

Apaixonar-se ou não se apaixonar? És a questão!
Homenagem a minha doce amiga "Loira". Desejo toda sorte nesta nova tentativa de amar e ser amada!


Nosso primeiro encontro

Já nos conhecíamos a meses.
Há algum tempos nossos olhares se cruzam.
Mas, eu sentia tanto medo
Deste querer tão profundo.

Meu Deus, quanto tormento.
Não saber como me comportar.
Não saber o que dizer.
Nem se devo me entregar.

Eu já sofri tantos desencantos.
Já me cansei de sofrer.
Foi quando encontrei seus lindos olhos castanhos.
E neste momento a mulher em mim quis renascer.

Sinto minhas mãos suarem.
Que tremor é este pelo corpo?
Meu Deus, que medo de falar bobagem.
E de me comportar como um tolo.

Eu em mais uma tentativa de aproximação.
Café espalhado na mesa,
Vontade de te amar no chão.

Oh, loira de curvas maliciosas,
E sorriso meigo e encantador.
Sonho contigo todas as noites.
Você já é a dona do meu amor.

Disponível em: http://sentimentosinteligentes.blogspot.com.br/2014/10/nosso-primeiro-encontro.html

A minha alma, embora pareça serena, explode em luminosa existência e ecoa acordes produzidos por uma orquestra sinfônica de emoções.

Devaneios...

Deitada em minha cama
Momentos de devaneios
Deixo a escuridão do meu quarto me levar
O" tic tac" do relógio me faz lembrar que o tempo passou
Tirou de mim tantas coisas boas
Deixou para trás momentos de felicidade
Arrancou sem piedade pessoas de minha vida
Tempo cruel que deixa marcas, destrói caminhos, que nos abandona, nos deixa órfãos...
Lá fora a chuva cai suavemente
Sinfonia da felicidade, da paz
A porta está entreaberta, vejo pela fresta a luz que teima em clarear meus pensamentos
Aos poucos surgem imagens de um tempo bom, de alegrias que jamais se apagarão
De encontros, de felicidade, de esperança
Tempo generoso que me trouxe sabedoria, ensinamentos...benevolência
O" tic tac" do relógio confunde-se com as batidas do meu coração
Serena meu semblante
Acalma minha alma
E deixo me levar pelo tempo, pelo "tic tac"...pelo coração.

Entre tantas possibilidades meu coração nunca hesitou, foi, é, e será você minha resoluta opção.

Teus lindos olhos desafiam minha imaginação, como cruzar esse oceano de mistérios, nessas ondas e torrentes de paixão.

Tu és desejo brincando livre na minha imaginação.

Shhhhhhh!
Beija-me?
E deixa que minha boca reconheça na tua,
o gosto do teu desejo.

no balancear dos loureiros deixei a minha infância, hoje as memórias me chegam na corrente da brisa, num murmúrio de nostalgia...

Calor da sua calcinha lembra da minha cama.

montanha-russa
minha mente tão confusa
procura uma forma de entender
esse vai e vem na minha cabeça
coisas que só eu posso saber

não que eu não queira desabafar
mas não quero incomodar
prefiro continuar assim
meus sentimentos só dentro de mim

uma hora alegria, uma hora tristeza
uma hora estou por cima, outra por baixo
como um sorriso pode esconder tanta tristeza
como uma risada esconde tanta tristeza

não quero mais ficar nessa montanha russa
num sobe e desce de emoções
um riso, uma lagrima,
uma dor e mais nada

tentar ser o que sou
talvez nunca mais ser normal
sinto que isso não é uma fase momentanea
sinto que isso vai durar pra sempre

tento fazer o bem
não importa pra quem seja
isso nunca vai mudar
está na minha natureza

ainda vou tentar
sobreviver sem me machucar
porque a ferida no meu coração
nunca vai cicatrizar

Deixe que o calor de minha voz aqueça
e te dispa de cada inibição. Quero-te minha!

Queria ouvir o silêncio da minha mente barulhenta, afinal seria incoerente buscar alguma coerência nas contradições que não se contradizem.

Estuprastes minha mente,
roubastes meus pensamentos,
tomastes meu corpo, te nutrido
com o suco do meu prazer.

Acorrentado a meus pensamentos,
sempre vens em minha mente.
És o fogo que arde, paixão que me sequestra.
O sabor do dia, o calor das minhas noites,
o sopro que tira-me o fôlego.
Minha maior emoção, meu sonho proibido,
quero que meus desejos cheguem rapidamente a você.

MINHA CIDADE NATAL E BELO HORIZONTE.
MEUS PAIS E DE ITABIRITO.
DE BELO HORIZONTE VIM
PARA SÃO PAULO DESCI.
EM MIRACATU MOREI.
EM MIRACATU ESTUDEI.
EM MIRACATU VIVI.
DE LA EU VIM PARA EMBU.
ONDE SERA QUE FICA ESTA CIDADE.
NÃO SABIA ONDE FICAVA EMBU.
POR MUITO TEMPO MOREI E AINDA MORO.
MAS NUNCA CONSEGUI ME ESQUECER DE BELO HORIZONTE NEM DE ITABIRITO.
HOJE NÃO MORO MAIS EM EMBU.
POIS EMBU NÃO EXISTE MAIS.
MORO EM EMBU DAS ARTES,QUE E O NOVO NOME DESTA CIDADE.
MAS BELO HORIZONTE MINHA TERRA NATAL AINDA E BELO HORIZONTE.
ITABIRITO QUE E A TERRA NATAL DE MEUS PAIS AINDA E ITABIRITO.
MAS A CIDADE ONDE MOREI QUANDO CRIANÇA,ESTUDEI,ME DESENVOLVI,ME FORMEI,HOJE HOMEM SOU,MAS TRISTE ESTOU PORQUE NÃO MAIS E EMBU MAS EMBU DAS ARTES SE TORNOU.
PORQUE SERA QUE MUDARÃO O NOME DESTA ILUSTRE CIDADE.
DE EMBU PARA EMBU DAS ARTES.
E AGORA QUEM SABE UM DIA PARA LA VOLTAREI.
PARA A MINHA TERRA NATAL QUE A CIDADE AINDA E CIDADE.
A BELA CIDADE BELO HORIZONTE.


POR AD.M.VAZAME

Você é meu vício e minha cura, minha alma e minha armadura, meu companheiro de aventura, que atura minhas loucuras. Meu acaso perdido, que achei escondido naquele dia esquisito. Qualquer hora qualquer dia te apresentarei minha vida como um dia de boas-vindas.

Como,Minha Amiga?

Como Iluminar um Dia Já Claro?
Como Ocultar um Brilhante já Raro?
Dá pra molhar a Chuva Torrente?
Dá pra gritar pelo Irmão, já Ausente?

Como findar a Viagem sem Rota?
Como endireitar uma Curva já Torta?
Dá pra sentir um Membro Perdido?
Dá pra Sorrir de um Amor já Sofrido?

Como colher Emoção sem Plantar?
Como tocar Violão sem Luar?
Pode a Criança, Parar de Brincar?
Pode um Poeta deixar de Amar?

Por isso, não posso dizer, quanto eu sinto...
Não dá... o Papel é pequeno...Não Minto!!!...
Como Exaltar uma Homenagem a Vida?
Desnecessário dizer Nena ...”Você é Minha Amiga”!


(Uma Pequena Homenagem a Minha Amiga Nena Radinski)