Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Sei o que sou e sei o que fiz por nós dois, você vai um dia sentir a minha falta!
Vai sentir falta de como eu tratava você, do que nós fizemos juntos, do que passamos, nossos beijos, nossa cama, nosso cheiro, do nosso cantinho de amor, do meu abraço e até mesmo de como eu todas as manhãs eu te dizia eu te amo.
Vai sentir falta de alguém que tenha paciência pra ouvir todos os seus problemas e te dar razão sem te interromper um minuto enquanto ouvia, vai sentir falta de alguém que realmente se importe com você, vai sentir falta de ter alguém que não importa se faça chuva e sol sempre estava ao seu lado.
Pois é, eu disse que sentiria minha falta!
Mas agora não me venha com falsas desculpas e me diga que está tudo bem , pois foi você que resolveu me mandar ir embora e agora boa sorte na sua vida!
Ao olhar na minha minha cara, perceberás que nunca vou ser a pessoa certinha que você deseja e possivelmente não tentarei ser.
A minha força não depende
do externo
Ela mora aqui...
Em mim.
Pode parecer ironia
Mas quando me sinto presa ao que me
sufoca por dentro...
Não perco tempo
Eu ouso ,
fujo,
me liberto,
e nem olho para trás.
A minha tiazinha falava muito na falta que lhe fazia esse ombro amigo, apoio e diversão, envelheceu procurando um. Não achou nem o ombro nem as partes, o que a fez chorar sentidamente na hora da morte, Mas o que você quer, queridinha?! a gente perguntava. Está com alguma dor? Não, não era dor. Quer um padre? Não, não queria mais nenhum padre, chega de padre. Antes do último sopro, apertou desesperadamente a primeira mão ao alcance: “É que estou morrendo e não me diverti nada!
Toma-me
Toma-me. A tua boca de linho sobre a minha boca
Austera. Toma-me AGORA, ANTES
Antes que a carnadura se desfaça em sangue, antes
Da morte, amor, da minha morte, toma-me
Crava a tua mão, respira meu sopro, deglute
Em cadência minha escura agonia.
Tempo do corpo este tempo, da fome
Do de dentro. Corpo se conhecendo, lento,
Um sol de diamante alimentando o ventre,
O leite da tua carne, a minha
Fugidia.
E sobre nós este tempo futuro urdindo
Urdindo a grande teia. Sobre nós a vida
A vida se derramando. Cíclica. Escorrendo.
Te descobres vivo sob um jogo novo.
Te ordenas. E eu deliquescida: amor, amor,
Antes do muro, antes da terra, devo
Devo gritar a minha palavra, uma encantada
Ilharga
Na cálida textura de um rochedo. Devo gritar
Digo para mim mesma. Mas ao teu lado me estendo
Imensa. De púrpura. De prata. De delicadeza.
Amante da Lua
Oh, meu amor, minha linda,
Oh, meu doce pecado,
És de fases como a lua,
brilhando no céu estrelado
Tem dias que és cheia
E te vejo por inteira
E me dizes sou tua
Há dias em que te vejo
Apenas pela metade
E só recebo um pouquinho
Do seu lindo brilho ofuscado
Mas as noites mais tristes
Oh noites difíceis
São as noites de céu nublado
Onde nem um pouco te tenho
E na escuridão da saudade
As lágrimas no rosto retenho
Em um pranto desesperado.
Não é porque sou GAY que não sou feliz e meu coração é vazio, esta é minha escolha não preciso de cura e nem de ir para igreja pra receber oração do padre. Então eu sei das minhas escolhas, serei feliz ou melhor sou feliz por ser quem sou, não preciso de cura. Beijo no Ombro
Alma de mãe
Do silêncio, surgiu o som.
As notas foram tocadas para pacificar a minha alma,
Triste, chorona e dolorida,
Porque não consegue parar o tempo,
Vendo você partir, anjo amado.
Como é intenso este instante,
Em que vejo seus passos indo em direção ao distante.
Meu pequeno ser,
Que cresceu em corpo físico,
Mas vive em alma de menino.
Ouço as suas frases inocentes,
Fruto da fragilidade jovial.
Mas sempre questiono:
O que é a juventude sem a inocência sonhadora?
Senhor gaiteiro,
Toque mais notas musicais,
Pra curar minha loucura,
Pra adoçar os momentos
Que penso estar sonhando
Com a minha linda semente,
Longe dos bravos ventos e
Sempre ao meu redor.
Ainda bem...
Ainda bem que sou impulsiva, pois graças a esta minha impulsividade fui conhecer você.
Ainda bem que sou persistente, pois se não fosse minha persistência tinha abandonado tudo no meio do caminho, diante da primeira dificuldade.
Ainda bem que tive paciência, pois graças a pouca que ainda me restou tive tempo de entender um pouco do seu jeito.
Ainda bem que não tenho medo de me arriscar, e foi assim que me entreguei de corpo e alma pra você.
Ainda bem que acredito no amor e no eterno, e foi por isso que continuei a procura do meu "felizes para sempre".
Ainda bem que somos o oposto um do outro, eu sou o quadrado e você o L do tetris, não importa o quanto somos diferentes sempre nos encaixamos.
Ainda bem que ficamos juntos, nos aceitamos, nos gostamos e nos respeitamos porque o que encontrei no seu olhar nunca vi no de ninguém.
Sempre vão existir "porquês", ou dúvidas, ou esperanças ou qualquer outra coisa, mas sempre irá existir você para completar meu mundo.
Cada um é feliz do jeito que dá!
Sou muito feliz a minha maneira, gosto de mim,
gosto de me fotografar, gosto de me ver, sou linda e sou feliz!
Preciso colocar um freio em minhas palavras, porque elas saem correndo da minha boca atropelando todos que estão na minha frente na ânsia de serem entendidas.
Enquanto cavo minhas trincheiras, defendo-me dos maus seres que me cercam e tentam contra minha sorte. Cave as suas, estarás protegido.
Adoro cactus
É a única planta que sobrevive na minha residência, talvez por ser xerófita.
As vezes passa meses, tudo passa
E ela continua dando o ar da graça
Perto da janela.
Quando lembro, corro dar um oi
Fazer um agrado, mas na volta sempre me arrependo.
Malditos espinhos. Malditos cactus
Os dedos ardem, prometo não regá-la outra vez
Consigo ouvir os sussurros:
Era tudo que eu queria, obrigado
Maldito cactus
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