Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Tenho medo de perder
Mais do que perdi
Da dor infinita
Da pior ida
Não quero outro luto
De mais uma partida


Não tenho mais lágrimas
De olhos que vazam
Apesar de moderna
Não consigo ser líquida
Espero que o agora
Seja só temporário
Porque não aguentaria
Outra dessas partidas.


Entre as mais importantes
Já perdi minha alma
Lamentei a esperança
Mas, mais uma dessas
Da luz mais brilhante
Da força que inspira
Seria perder quem é,
E sempre será insubstituível.
- Marcela Lobato

⁠Agradeço a Deus pelos dias de lutas, eles que me fortalecem. Em Jesus tenho paz, apesar de tudo que passou venceu esse mundo.
Agradeço a Deus ao melhor, que seja abençoado em paz.
Peço perdão pelos meus atos ou pensamentos exagerados, as vezes são mais fortes do que eu, é um pronfundo inexplicável, delicado de ser controlado.
Livrai-me do mal.
Amem

Sinto que não sinto nada, não tenho medo, mas desconfio, a paz no sombrio, da qual temo dormir sem me precitar a desconfiar.




_Raquel Souza

"Pensador


Não navego em segredo,
ainda que perigosamente
Em ponto nemo...
Tenho audiência.

"Pensador


Não navego em segredo...
mesmo no deserto,
tenho audiência.

Pensador


Não navego em segredo,
Perigosamente em ponto Nemo
tenho audiência.

O que escrevo?,
Não tenho ideias,
Só sentimentos.


Vontade de alagar,
Se inundar,
Se desabar.


O tempo passa-
"Meu deus eu não escrevi nada".,
Pensamentos intrusos,
Aparecem sempre,
Quando preciso eles são ausente.


Será que eu me enxergo diferente?,
"Meu deus, nada me surpreende.",
Ah ideias,
Palavras,
Não botam na folha por medo de ser julgada.

Quando não tenho notícias dele, é como se o ar fosse retirado dos meus pulmões.

O que será que falta em mim?


Será que não sou tão bonita
ou não tenho um corpo tão belo?
Será que tenho espinhas demais?
Será que sou fedida?
Será que não sou tão magra como as outras garotas?
Será que falo demais ou sou muito chatinha às vezes?
Talvez o problema não esteja na minha aparência, talvez esteja na minha alma.

Gastar com o supérfluo e dizer "não tenho" para o trabalhador é esquecer que o amor ao próximo se pratica com atitudes, não com palavras vazias.

Tenho pão, abrigo e proteção
Enquantos muitos vagueiam
Triste e pobre caro irmão
Cachorros de raça passeiam
Sociedade sem direção
Ontem mataram os indígenas
Depois escravizaram os negros
Vejo privilegiados otimistas
Outros carregam os pesos
Minhas lágrimas são luxo
De que tem três refeições
No meu apartamento burguês
Faco minhas reflexões
Por que o luxo é lixo
Se carros importados
Não tem nada a ver com isso
Muitos querem pão
Querem droga também
Para anestesiar o chão
Em que dormem de frio
De congelar a mão
Caríssimo irmão
De quem me desvio
Nas ruas de então
Sua droga é minha solidão
É o dinheiro que excede
No bolso ostentação
No restaurante italiano
Na padaria francesa
Outros contram moedas
Cínica mesquinha riqueza
Sei no estomago que pesas
O preço da avareza
Eu tranco as portas
Para me refugiar
Da ingrata realidade
A me rodear
Não dê dinheiro
Pois ele vai beber
Pois que beba irmão
Se o alcool é sua solidão
Frases de efeito
Sociedade em putrefação
Se sou delicada
E me come a depressão
Muito mais doeria a alma
Se tivesse que dormir no chão.
Escrevo calada na cadeira
O que procuro esquecer
Que a desigualdade
Ainda vai crescer.

Beba irmão
Se o álcool é sua solidão
Eu tenho comida farta
E me mata a depressão
Cada um vive
A sua opressão
Mas não somos todos iguais
Na poeira do chão
Eu tenho remédios
Você tem invisibilidade
Somos dois seres
Morrendo na cidade
Eu sonho com igualdade
De pão e alegria
Mas na impotência
Eu só escrevo poesia

Beba irmão
Se o álcool é sua solução

Beba irmão
Eu vou beber solidão

Um dia na cidade
Putrefação e desigualdade

Não concorro ao cargo de Miss Simpatia, por isso não tenho a menor intenção de agradar a todos, custe o que custar. Quando agrado, não preciso me justificar! E quando preciso, não faço muito esforço, pois bem sei que quem não me suporta faria de tudo para me contrariar novamente, de novo e sempre. Se quiser minha amizade: Valorize! Se quiser minha confiança: Retribua! E se quiser meu amor: Lute!

Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.

Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.

Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.

Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.

Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.

Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.

Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.

Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.

Não tenho medo de pesar o clima. Doa a quem doer. Se você precisar de limites, não vou exitar em impô-los a você. Não é audácia nem destempero, é excesso de caráter e senso de justiça!

(Aline M. Abdalah)

Tenho aprendido que a verdadeira felicidade está no simples: viver em paz, sonhar com Deus e dividir a vida com quem me ama de verdade. Descobri que o que foge do meu controle também não merece espaço na minha mente. Escolhi cuidar da minha paz, do meu coração e do meu mundinho, porque é nele que encontro força, amor e sentido.

Tenho fé… mesmo quando falta força.

⁠Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!

Raiz, Não Rótulo

Ouvi dizer que fui narcisista.
Nunca concordei, e hoje tenho a certeza de que sempre fui raiz.

No amor, há muitos amores,
e cada vida é única em seus ensinamentos e espelhos.

Tudo teve, e ainda tem, o sabor de um amor sincero.
E a minha sensação, tão importante para mim,
carrega o gosto sereno de missão cumprida.

❝ ...O lugar mas seguro para estar é dentro
do coração. Por isso tenho você guardadinho
dentro do meu...❞