Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!
O meu silêncio
O meu silêncio é tudo que tenho para te oferecer
Não consigo sentir nem recordar
Os teus beijos, as tuas carícias, os teus abraços
No meu silencio não consigo encontrar-te
Porque?
Por causa do teu egoísmo puro e simples
Mas, no meu silêncio,
Nas entranhas dos mais profundos
Escombros de mim desapareceram
Nunca pensei
Nem acredito!
(Não) Vaga memória de você
Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.
É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre
Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.
As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada
Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes
No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência
E lá você se perde
Fazendo lindos passos
meu coração te segue
Clamando que fique
Enquanto gradativamente
Me esquece.
Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
E viver com meu regador
para sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente
Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente
Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você
Lá no canto
do meu infinito
hipocampo.
(Não) Vaga memória de você
Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.
É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre
Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.
As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada
Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes
No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência
E lá você se perde
Fazendo lindos passos,
meu coração te segue,
clamando que fique,
enquanto gradativamente
me esquece.
Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
Viver com meu regador
pra sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente
Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente
Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você ocupando
Meu infinito hipocampo.
Amor secreto
Tenho rédea e te quero na medida,
como posso e bem sei meu não poder,
deixo a vida esquecer a vigilância
e me deixo furtar alguns momentos.
Fantasio, me visto e me desnudo,
te componho na descomposição,
tiro tudo e mergulho no meu sonho
pra que teu coração não sobressalte...
É assim que nos tenho cá, no fundo,
há um mundo moldado para nós
numa chance que o mundo não dará...
Sonho enquanto preservo este segredo,
sem o medo que veste a flor da pele
ou afia os espinhos dos meus olhos...
AMNÉSIA
Demétrio Sena - Magé
Tenho medos guardados onde não me lembro;
trago dores que rangem nos dentes da alma;
tem um membro esquecido no corpo abstrato
escondido na calma da minha tristeza...
O que arrasto comigo não sei definir,
talvez sejam correntes, porque sou fantasma;
é um ir e voltar sem saber de que ponto
e perder o meu tempo num vazio insano...
Minha idade carrega sensação de mais;
tenho pesos imensos no desvão da mente,
frente fria que abate meu campo minado...
Eu me caço no escuro de minhas verdades
ou saudades de quando não me lembro mais,
que ou quem nunca esteve nas minhas vivências...
... ... ...
#respeiteautorias É lei.
Tenho absoluta certeza de que meu lar é um refúgio acolhedor, onde cada ambiente irradia calor, amor e serenidade. As paredes guardam risos e memórias felizes, os cantos transbordam conforto e harmonia, e cada detalhe convida à paz, à união e ao bem-estar. É um espaço onde o coração se sente seguro, nutrido e profundamente em casa.
Tenho prazer em admirar-te,
é como sonhar acordado
e ignorar, por alguns instantes,
a realidade,
de olhos bem abertos,
aprecio cada detalhe
do teu rosto, do teu jeito
do teu corpo e dos teus gestos,
és uma preciosidade de fato,
meu sincero desejo.
Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.
Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.
Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.
Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.
Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.
Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.
Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.
Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.
Há dias em que não durmo!
A pensar nas mentiras, e pessoas que tenho conhecidos; e ficou triste!
Triste, comigo! Por acreditar que contigo,
Que as coisas contigo serão diferentes!
Mais? a vida! Não é como nós queremos!
E no fim saímos magoado! E tenho pena!
Pena! De meter enganado tanto!
Tenho 19 anos e, sinceramente, se relacionar com alguém mentalmente instável é tipo comprar um pacote surpresa às três da manhã. Você nunca sabe o que vem, só sabe que vai mexer com o psicológico. E o pior? Eu entro achando que sou o equilibrado da história. Spoiler: não sou.
É assim: num dia tá tudo ótimo, conversa profunda, clima leve, aquele sentimento bom. No outro, silêncio total. Aí eu fico encarando o celular como se fosse um enigma: “ok, visualizou… mas não respondeu… será que eu fiz algo ou só parei de existir emocionalmente?”
O mais engraçado é que eu sempre penso: “dessa vez eu dou conta, dessa vez eu vou ser maduro”. Não dou. Em pouco tempo eu já tô acordado tarde demais, ouvindo música triste e refletindo sobre decisões que claramente não pensei direito.
Relacionar com alguém assim é virar terapeuta sem formação, paciente sem tratamento e, às vezes, o próprio problema. E eu, com meus gloriosos 19 anos, achando que compreensão resolve tudo. Resolve sim, confia.
Eu entro tentando ser calmo, racional, compreensivo… e saio mais confuso do que cheguei. No fim, somos dois tentando entender quem tá pior da cabeça. Um debate eterno que não leva a lugar nenhum.
Mas vou admitir: tem um certo charme. A intensidade, o drama, a sensação de que tudo é grande demais. Só que cansa. Porque amor não deveria parecer um teste psicológico diário.
No resumo final, se relacionar com alguém mentalmente instável me faz rir de mim mesmo, refletir demais e aprender do jeito mais cansativo possível. E rir de mim mesmo ainda é a parte mais saudável disso tudo.
Assinado: um jovem de 19 anos que claramente não aprende rápido, mas pelo menos tenta manter o senso de humor
— Cyrox
As vezes caminho e tenho a sensação que não estou indo a lugar algum. O que é mais importante, o lugar onde quero chegar ou o poder caminhar, sem saber se chegarei?
UMA CARTA PARA A MORTE
Tenho medo de olhar em teus olhos, mas tenho vontade de sentir o teu beijo frio e o teu abraço gelado, me envolve com tua mortalha, me leva daqui, quero derramar minhas tristezas em teus braços. A vida me fez te desejar, sinto que nasci para morrer, parece que fui feito pra você, quero ir ao mais profundo do abissal, onde ninguém possa me encontrar. Deixa eu lavar tua veste com minhas lágrimas, canta pra mim uma música triste, então deitarei em teu colo e dormirei e não mais acordarei.
Autor: Raone Fonseca
Amo meus contrastes...falo com firmeza,mas amo com ternura;
sou moderna,mas tenho valores tradicionais e inegociáveis.
Sinto ciúmes,mas respeito a liberdade;
sou protetora,mas amo ser cuidada.
Sou tempestade que não destrói -apenas lava;
Sou calmaria que não adormece,
apenas acolhe;
Carrego uma coragem antiga
e uma sensibilidade recém-nascida.
Não sou metade de nada —
sou inteira nas minhas dúvidas
e gigante nos meus afetos;
E quem me alcança,descobre que meus contrastes não são contradições,
são apenas o jeito mais sincero
que encontrei de existir.
Marydiana
Difícil momento desse país. Tenho um misto de sentimentos borbulhando dentro de mim: compaixão e revolta!
Não acredito em sorte e nem tão pouco em coincidências.
Tenho apenas convicções de que existe um Deus, que nos traz providências.
Tenho 19 anos e um talento especial: vacilar com estilo. Não é qualquer vacilo, é aquele vacilo bem pensado, bem executado e, claro, repetido. Porque aprender na primeira vez é coisa de gente comum, e eu claramente me acho acima disso.
Eu olho pra trás e penso: “não, dessa vez eu fui gênio”. Não fui. Fui emocionado. Confundi intensidade com conexão, drama com profundidade e achei que minha presença resolvia instabilidade alheia. Olha a audácia. O ego de um garoto de 19 anos é uma coisa linda e perigosa ao mesmo tempo.
O melhor é que, mesmo errando, eu erro confiante. Eu entro nas situações achando que sou o ponto de equilíbrio, o cara lúcido, o diferentão. Resultado? Saio com mais histórias pra contar e menos certezas sobre mim mesmo. Mas calma, faz parte do charme.
Eu ignoro sinais óbvios com uma elegância impressionante. Bandeira vermelha pra mim não é aviso, é decoração. Eu vejo tudo, entendo tudo… e sigo mesmo assim. Porque, na minha cabeça, “comigo vai ser diferente”. Nunca é. E ainda assim, eu insisto.
O sarcasmo vem depois, quando eu finalmente percebo que fui o palhaço da própria narrativa. Aí eu rio, balanço a cabeça e penso: “ok, pelo menos rendeu caráter”. Vacilo vira aprendizado, aprendizado vira ego inflado, e o ciclo recomeça.
No fim das contas, eu me acho incrível até quando erro. Não porque o erro foi bonito, mas porque eu sobrevivi a ele com consciência, ironia e uma autoestima teimosa. Errar faz parte. Errar do mesmo jeito várias vezes já é personalidade.
E no fim, sou só um jovem de 19 anos, especialista em vacilos, dono de um ego questionável e totalmente convencido de que, no próximo erro, vai fazer melhor. Ou não. Kkkkkkk
— Cyrox
- Relacionados
- Frases de saudades para status que te ajudam a desabafar
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases Bonitas sobre Saudades
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
