Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Onde eu quero estar
Caminhos de Oxum e Xangô
Cobertos de justiça e amor
Onde encontrar-se ternura e ternura e admiração
Deito-me sobre esse cobertor
Aquele que engrandece a vida e dá calor
O que acalenta a alma e tem sustentação
Nascendo um imenso esplendor
Puxando-me de um abismo de dor
Acariciando o coração que bate palmas de devoção
Onde me acho, perco-me e aumento teor.
Livrando o coração do não entendido terror
Levando-me ao êxtase adoração sem que caísse em solidão.
Me leve às estrelas sem pensar que amanhã tudo pode mudar
Me deixa sonhar em paz porque eu já não penso em acordar
Eu sei que o tempo vai mudar conforme a maré
A sua caminhada mostra quem você é
Problemas não derrubam eu tô sempre de pé
Mermo com olho grande testando minha fé
A diferença entre mim e você, é que enquanto você está aí fazendo promessas eu estou aqui as cumprindo.
Dizem que toda pessoa deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Eu não sei qual a cronologia dessas realizações, mas de uma coisa eu sei... Em breve não haverá nem livros, nem filhos por falta de árvores.
Quando uma garota brigar com você e começar a dizer ‘eu te odeio’, você não deve falar nada. Apenas segure ela em seus braços e diga ’ tudo bem, mas eu te amo mais do já amei alguém ‘.
Somos a Teia e somos quem a tece;
somos o Sonho e o sonhador..."
No princípio eu era a Eva...
Nascida para a felicidade de Adão.
E meu paraíso tornou-se trevas,
porque ousei libertação!
Mais tarde fui Maria...
Meu pecado redimiria.
Dando à luz aquele que traria a salvação.
Mas isso não bastaria,
para eu encontrar perdão!
Passei a ser Amélia...
... a mulher de verdade!!!
Para a sociedade,
não tinha a menor vaidade.
Mas sonhava com a igualdade!
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Hoje não sou só esposa ou filha...
Sou pai, mãe, arrimo de família!!!
Sou caminhoneira, taxista, piloto de avião.
Policia feminina, operária em construção!
Ao mundo peço licença,
para actuar onde quiser.
Meu sobrenome é competência...
O meu nome é Mulher!
O Psicólogo.
-Você sabe quem você é?
-Não, eu não sei.
-Desde quando?
-Desde que me perguntei quem eu sou.
-Você tem uma crise existencial.
-Não saber quem eu sou me faz ser quem eu não sou?
-Certamente sim.
-E como eu posso saber quem eu me tornei não sendo eu?
-Um estranho pra si mesmo, você se criou. E é você quem tem que se descobrir.
-E se eu me descobrir e acabar percebendo que eu não sou quem eu queria ser?
-E quem você quer ser?
-Um estranho para mim mesmo.
-Você já é.
-Então eu não tenho uma crise existencial se eu já sou quem gostaria de ser.
-Você é feliz sendo quem você é?
-Seria se eu não fosse tão complicado. A minha felicidade vem em pequenas doses, não consigo me embriagar dela por muito tempo.
-E como você se sente agora?
-Nem triste, nem feliz. Apenas um vazio que me permite tê-lo em si todos os sentimentos do mundo, mas nenhum consegue preenchê-lo por completo.
-Quando foi a ultima vez que você sentiu que era feliz?
-Minutos antes de perceber que eu sou a felicidade das pessoas, mas elas não são a minha.
-Não se sente feliz vendo alguém feliz por você?
-Sinto pena. Pois sem perceber eu a estou enganando. Mas continuo me mostrando feliz só para não magoá-las. Parece que eu retenho a tristeza das pessoas para mim e quando elas vão embora, sou eu quem fica semeando o que roubei delas.
-Então você sente uma certa compaixão pelas pessoas, você não está tão vazio assim.
-Eu não estou vazio, são os meus sentimentos que estão pequenos.
-Do que você tem medo?
-De quase tudo, tenho até medo de sentir medo.
-Qual o maior dos teus medos?
-A morte.
-Por que?
-Porque a ideia de ser imortal me apavora, e a ideia de morrer eternamente me desespera.
-Você acredita em vida após a morte?
-Acredito em morte após a vida.
-Se você morresse hoje, do que se orgulharia?
-De nunca ter estado vivo.
-Qual o seu sonho?
-Domar meus fantasmas. Aceitar a vida como ela é. Entender o sentido da morte, e porque ela é tão cruel. Saber quem eu sou, do que gosto e de quem gosto. E por que amar é tão necessário se sempre é tão sofrido. Por que estamos vivos? Qual a função da nossa existência se somos tão individuais. Por que eu gosto tanto das pessoas e ao mesmo tempo me prejudico tanto, gosto de sofrer em benefícios alheios? Por que a tristeza está sempre pronta para me acolher? Por que o céu é tão infinito e nós somos tão limitados? Ele não foi feito para nós? Mas e você, sabe quem você é?
-Não, eu também não sei.
- É claro - ele disse sem arrogância ou pretensão -, mas eu sempre pensei que as coisas desse jeito, com a gente. Você sabe.
Ela se mexeu para encará-lo, confusa.
- Como assim?
- Quero dizer - Simon murmurou, como sem parecesse surpreso por ter de explicar algo que deveria ser óbvio -, eu sempre precisei mais de você do que você de mim.
- Isso não é verdade - Clary estava perplexa.
- É sim - disse Simon, com a mesma calma inabalada. - Você nunca pareceu precisar de ninguém, Clary. Você sempre foi tão... controlada. Precisava apenas de seus lápis e mundos imaginários. Várias vezes eu já tive de dizer as coisas seis ou sete vezes antes de você responder, e você estava tão longe. Depois virava para mim e sorria daquele jeito engraçado, e eu sabia que você havia se esquecido de mim, e tinha acabado de se lembrar. Mas eu nunca fiquei chateado com você por isso. Metade da sua atenção é melhor do que toda a atenção de qualquer outra pessoa.
Não me importa a distância, se você mora longe ou é meu vizinho. Eu sempre te amarei e nada mudará, deixe que os outros falem, pois a vida é minha! E eu que faço as minhas escolhas, e no momento eu escolhi você s2.
Após completar a sua missão e efetuar seu relatório, eu irei considerá-lo um legítimo membro. Até esse ponto, arrogância só resultará em sua própria morte.
Se for pra ser será, e se não for acredite em mim eu vou lamentar bastante, porque é com você que eu desejo e quero que seja meu amor.
Você me magoou, me traiu, agora eu não quero mais saber de você. Vai, pode ir, pegue a estrada, rala, dê o fora. Não me fale dos seus planos, vista sua roupa, aproveite e leve tudo com você. Quando se arrepender, será tarde demais, outro amor bem melhor vai querer o que você não quis.
Refrão De Bolero
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei nem pensar
Coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser
E um erro assim, tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar,
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada
No espelho do banheiro
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana.
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Eu fui sincero
Ana, teus lábios são labirintos
Ana, que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana.
Ana, teus lábios são labirintos
Ana, que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana.
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