Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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⁠ Nunca me apaixonei pelo que era belo
Mas sim pelo que era puro
Nunca me arrependi de ter amado
Acredito que eu talvez seja maduro/maturo
O suficiente pra perceber
Que tudo que mais quero na minha vida
É ter todos os "vocês"
Não como amantes, nem desprovidos de amor
Quero amar todos sem ter dor bem depois
e bem antes
Antes mesmo de nos termos como amigos
Já desejava que vivessem a vida
A vida toda comigo...

⁠Desprenda-se da necessidade de se sentir querido ou amado por alguém!
Ao invés de depender do amor de alguém...
Prenda-se no amor próprio.

Há momentos em que a família tem que ficar em segundo plano. Como agora.

Como a guerra não começou, sempre há esperança de que possa ser evitada.

É uma agonia tremenda ver tanto sofrimento e se sentir tão impotente.

Nós contamos tantas mentiras para as crianças.

Os monstros existem. Eles só não estão embaixo da cama.

Às vezes você precisa se lembrar de que, se não arriscar nada, vai arriscar tudo.

⁠Você abriu a passagem entre universos e não sabemos quem ou o que vai atravessá-la.

Seu sacrifício é maior do que o seu poder.

Escolha suas palavras com cuidado; o estado do multiverso pode depender disso.

Regra número um da viagem pelo multiverso: você não sabe de nada.

Você não pode virar as costas para o mundo pra sempre. Nem o de cima nem o de baixo.

O mundo não se conserta no passado, apenas no futuro.

Faça o seu próprio futuro. Faça o seu próprio passado. É tudo agora.

É hora de você se levantar, lutar, descobrir, se curar, amar, vencer. A hora é agora.

⁠Para quem é acostumado com o caos o silencio é um tedio!

⁠Se você deseja ajudar seu amigo, faça-o de maneira que não traga sobre si os fardos de seu amigo.

O homem mais rico da Babilônia (livro)
CLASON, George S. O homem mais rico da Babilônia. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.

Não me calarei diante das ameaças, pois o Evangelho é maior que qualquer poder humano.⁠

Os artistas são como imperadores da originalidade, reinando sobre um reino de singularidade e excelência.

Eles desprezam o comum, encontrando prazer apenas na grandiosidade do diferente.

Suas obras são monumentos à superioridade criativa, desafiando os padrões estabelecidos com uma arrogância sublime.

Diante de suas criações, os mortais comuns se curvam em admiração, reconhecendo a supremacia dos artistas sobre a mediocridade.