Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
A realidade, para nós, é aquilo que percebemos ou que organizamos. As palavras e as idéias são tijolos e cimento de muitas das nossas realidades. Em verdade, o verbo se fez mundo. E, sob esse enfoque, nós somos o pai do verbo. Porque só conhecemos o relativo, jamais poderemos livrar-nos, totalmente, do antropomorfismo e do antropocentrismo.
Tudo parece indicar que a tendência do universo não é a manutenção do nomadismo do elétron, mas do seu aproveitamento no sistema operativo do átomo. A rigor, talvez, não existam elétrons livres na natureza, porém em trânsito de um sistema atômico para outro, na conformidade das leis de atração, que regem o microcosmo. O associacionismo parece ser a impulsão teleológica do universo. A unidade, a sua permanente meta. Uma unidade cada vez mais rica operacionalmente. Por isso, o elétron que, como unidade, tem um campo di-minuto, sente-se atraído a participar da unidade maior do átomo. Por sua vez, os átomos procuram associar-se a outros átomos, segundo as suas estruturas eletromagnéticas e afinidades químicas e, assim, sucessivamente, do átomo à molécula, da molécula à célula, numa escala cada vez mais complexa de associações, na síntese de individualidades cada vez mais estáveis, até atingir o fenômeno humano e - o que nos parece lógico - prosseguir além dele.
Só há uma lei universal: a de que existem leis e que estas variam em universos diferentes.
Leis podem variar, mas sempre existem leis - esta é a lei.
Porque vemos as coisas acontecerem da mesma maneira, acreditamos que elas sempre acontecerão assim para sempre. A esta nossa crença demos o nome de leis da natureza.
Na infância, os olhos límpidos
vêem o mundo claramente
sem a catarata do tempo.
A fé no visto e no sonho.
A vida maior que a morte.
O corpo livre do peso
do vivido e não vivido,
do perdido e do não gasto.
Na velhice, os olhos turvos,
a opacidade do mundo,
a fé no que não se vê,
a morte maior que a vida,
recordações (e não sonhos),
algumas já desbotadas
ou outras reinventadas,
e as sensações prazerosas,
que o corpo já esqueceu.
Todo o perigo da dor
não é seu próprio doer:
é a sua anestesia.
A dor que já não se sente,
nem em si e nem nos outros.
A dor que perdeu a voz.
A dor a que falta o espasmo.
A dor que não causa espanto.
A dor que não mais revolta.
A dor que nos fez eunuco
no amargo céu da impotência.
A fé é a vontade que se fez poder.
É também uma forma de perceber a realidade.
Não há uma razão para a fé: ela é a sua própria razão.
A fé é o recurso extraordinário do homem para resolver problemas que a razão não consegue.
Essa loucura desmedida em que me encontro, mira um vocabulário que muitas vezes não é politicamente correto, mas é depravadamente sentido em toda letra que sai desse teclado. Esse remetente chamado coração, quer apenas que o destinatário compreenda que sem essa ''boniteza'' a vida deixa de ser bela.
Rebeca
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Têm pessoas que não sabem escrever o próprio nome, mas sabem sentir o amor. Só pode ser muito respeitado um sentimento desse.
Rebeca
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Pensa que é fácil ser feliz e temer ao mesmo tempo? Medo que esse homem fuja de mim e corra com saudade do mundo novamente.
Rebeca
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Qualquer palavra simples cria refinamento. Qualquer palavra indecorosa vira aquele jogo audacioso. Nosso amor desembaraçado faz minha carne pedir mais coisas obscenas, só pra essa alma deslocar o quadril e mexer sem pudor. E mexe, sempre mexe.
Quanto mais deslizo nesse amor...
... mais amo esse homem que me segura.
~*Rebeca*~
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Você me deu a luz que precisava pra não esbarrar mais em nada....
... e se for pra cair, que seja em cima de você!
~*Rebeca*~
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Percorro em alta velocidade seus pensamentos, todos os seus amores por mim[são vários] e só diminuo a pancada, quando passo a segunda e vou bem devagar, me deliciando pelo seu corpo que é meu abrigo. Como é bom chegar em casa quando você abre tudo pra mim. Quando começo não paro e quando abre a torneira, realmente, inunda tudo. Não vou torturar, mas posso maltratar? Não sei o que é mais pulsante em mim. Se o coração ou o.... coraçãozinho.
Rebeca
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Amor que coloca todo o guarda-roupa abaixo e veste sua melhor roupa pra esperar essa Paixão bem linda. Paixão coloca seu melhor perfume pra esse Amor não sair por nada do cangote dela. Vejo também uma Paixão encantada com essa fragrância de perfeição que exala nosso carinho. Totalmente indispensável esse Amor e totalmente provável dentro da nossa imaginação tão encorpada. Paixão chega todos os dias no mesmo local marcado, com todas as emoções que sempre pregam peça, deixando mais sentimentos fluírem. Amarrada pela cintura, esse Amor puxa naquela força nada delicada essa Paixão pra perto dele e faz comoção nas palavras simples de um sentimento composto. Caimento perfeito, mesmo nas horas que pensamos que não tem jeito. Jeitinho, pois é... A Paixão sempre vai com jeitinho nesse Amor que não disfarça seu querer bem por ela. Esse nosso amor não perde a cor, muito menos a ternura. Posso ser toda metida a fatal, mas é a destrambelhada que faz esse amor continuar com aquele gosto que não sai por nada da sua boca, muito menos da minha.
Rebeca
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