Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Enquanto o som se propagar, eu sei que continuarás me ouvindo aonde estiveres.

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠

O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da ⁠sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.

Eu construí meu castelo com as pedras que atiraram em mim,
fiz do silêncio meu elo,
para um novo e forte motim.

Não serei mais o mesmo que antes
eu juro que não serei,
sou agora as minhas variantes
Em tudo que me tornei.

Me reinventei, sim, me refiz
Com a luz que em mim encontrei,
Enfim, me achei, fui feliz,
E para sempre serei.

Meu caráter é contagioso; porisso eu mantenho distância .⁠

Sua visão sobre⁠ quem eu sou fala muito sobre seus próprios valores e perspectivas, e pouco sobre a minha realidade .

Onde você se perde na aparência, eu me encontro na integridade.⁠

O destino até tentou me derrubar, mas esqueceu que eu aprendi a lutar no chão.⁠

"Não se pergunte por que eu sumi; pergunte o que você fez para eu sumir."

A ciência explica, a filosofia questiona, a religião ancora, a poesia suaviza. E eu transito pelo centro de todas elas.

♪ "Ano passado eu morri, mas este ano eu não morro." ♫

No mundo que não perdoa ingênuos, eu sou a calma de quem já conhece o jogo.

É engraçado...


Costumava muito ouvir falar da doçura do café com açúcar
E eu não entendia como poderia ser a sensação porque..
Por algum motivo sempre estive acostumada com o café amargo
Talvez não só pelo mau gosto, pela robustez, pelo sabor que marcava por um tempo e depois se esvaia
Talvez mais sobre o saber o que esperar do mesmo gosto que eu sentia todos os dias
Sem expectativas, sem a esperança de algo novo, sempre pronta pro amargo.


Até que em um dia qualquer me veio à boca uma doçura...
Café com açúcar.
E então um respingo de alívio que antes eu não costumava esperar
Foi como o vício.
Seu doce me criara esperança, como algo que eu gostaria de provar todas as manhãs, de todos os dias.
E então me peguei desesperada e ansiando por mais a cada minuto que se passava
Foi como um afago, um suspiro, um alívio no peito.
E um pingo de algo que eu nunca havia tido.


No entanto, cômico como uma xícara quebrada
Rápido sua doçura se esvaiu como sua chegada e então senti falta do amargo.
Aquele amargo que eu esperava todos os dias do mesmo.
Porque quando o doce sumiu, me doeu como facadas.
Me deixou marcas de queimadas na pele que o café, amargo como era, nunca deixaria.
Eu não gosto da sua doçura porque ela me dói,
Me dói como o açúcar se estilhaçando dentro das minhas veias, me dói como o último respiro de uma vida, me dói como a falta de oxigênio.


E então voltarei pro amargo
Porque nada hei de esperar de algo que sempre me entregou o que era.


Amargo.

As Canções que o Tempo Não Levou
Nos anos 60 e 70, eu ainda era um miúdo, um menino, um puto, como queiram chamar. Vivia na pequenina Resende, às margens do rio Douro, em Portugal. Foi ali, entre as quintas dos meus pais, o cheiro da comida que minha mãe preparava e o pequeno rádio de pilhas que meu pai havia comprado, que nasceu uma das grandes paixões da minha vida: a música.
Eu sempre me oferecia para ajudar minha mãe a preparar o almoço dos lavradores. Mas havia uma segunda intenção: queria estar perto daquele rádio. Naquela época, eu gostava de ouvir o programa “Discos Pedidos”, em que as pessoas escreviam cartas para oferecer músicas a quem amavam. Não havia celulares, internet ou mensagens instantâneas. Havia apenas uma carta, uma música e a esperança de que, algum dia, aquela canção chegasse aos ouvidos de alguém especial.
Talvez tenha sido ali que aprendi que música não é apenas música. Ela carrega sentimentos. Uma canção pode guardar um amor, uma saudade, uma amizade ou um momento que o tempo jamais consegue apagar.
Vieram os discos, os cartuchos, as fitas cassete e, depois, tantas outras tecnologias. Sempre que sobrava algum dinheirinho, eu comprava uma fita. Eu também tentava escrever as letras das músicas enquanto elas tocavam no rádio. Muitas vezes errava, porque não existia a possibilidade de voltar a canção. Mas eu tentava novamente. Eu queria guardar as músicas não apenas nos ouvidos, mas também no coração.
Foi através das músicas e dos bailes que me apaixonei pela primeira vez. Mas essa é outra história, que um dia talvez eu conte.
No final dos anos 70, vim para o Brasil. Meu primeiro dinheiro do trabalho me deu o prazer de comprar um radinho de pilhas. Ele se tornou meu companheiro inseparável. Estava comigo pela manhã, durante o banho, e à noite, antes de dormir. Anos depois, já casado, comprei o famoso aparelho “três em um”: vitrola, rádio e fita cassete. Para mim, aquilo era quase um tesouro.
Hoje, tantos anos depois, continuo apaixonado por música. Enquanto escrevo estas palavras, escuto baixinho uma música romântica pelo YouTube. E percebo como a vida é curiosa: aquele menino que um dia esperava ansiosamente uma canção tocar no rádio agora pode escolher qualquer música em poucos segundos. Mas o sentimento continua exatamente o mesmo.
Nas minhas caminhadas, a música ganhou um significado ainda maior. Ela me acompanha pelas estradas, pelas montanhas e pelas trilhas. Algumas canções me fazem lembrar do passado; outras me ajudam a compreender o presente; e algumas parecem falar exatamente aquilo que eu precisava ouvir naquele momento.

Às vezes, tenho a impressão de que não sou eu quem escolhe a música. É ela que me encontra.
Quando caminho ouvindo uma canção, sinto que ela conversa comigo. Faz surgir lembranças, desperta sonhos, acalma minhas preocupações e, muitas vezes, enxuga lágrimas que ninguém vê. É como se cada melodia carregasse uma pequena mensagem especialmente preparada para aquele instante.
Depois de tantos quilômetros percorridos, descobri que a música e a caminhada têm algo em comum: ambas nos fazem seguir em frente. A caminhada movimenta os meus pés; a música movimenta a minha alma.
Hoje, quando coloco meus fones e começo a caminhar, sinto que não estou sozinho. Levo comigo as lembranças da infância, meus amores, minha família, meus sonhos e todas as pessoas que fizeram parte da minha história.
E talvez seja por isso que continuo gostando tanto de música.
Porque algumas músicas simplesmente tocam os nossos ouvidos.
Outras tocam a nossa história.
E existem aquelas que, de tão bonitas e especiais, parecem caminhar conosco para sempre.
Peregrino Nino Carneiro

⁠Tudo o que faço é falar sobre um grande jogo e parecer um figurão, quando não posso fazer nada! Eu nunca faço nada, mas posso reclamar como um profissional. Quem eu penso que sou?! É incrível que eu possa viver assim e não sentir vergonha!

(Subaru Natsuki)

Eu domino eu mesmo. Isso significa que sou senhor das minhas escolhas, das minhas reações, das minhas crenças e dos meus pensamentos. Eu sou o comandante da minha própria existência.

Todos os dias, eu acordo e eu escolho o Bem. Eu escolho iluminar a mim e a todos. Sorrio e adoro as pessoas com carinho. ❤️

Eu sou um herói do Bem! ✨ Eu sou um Príncipe da Luz! 👑🌟 Meu coração escolhe o Amor, minha caminhada busca a Paz e minhas palavras levam bondade, respeito e alegria a todos. 🕊️❤️ Vivo com fé em Deus e desejo espalhar Sua Luz através das minhas atitudes, servindo ao Bem com humildade, pureza e Amor. 🙏✨

⁠Oração de Sabedoria: Deus, Tu me concedes sabedoria. Eu sou sábio e todos os meus pensamentos são sábios. Eu tenho clareza, discernimento e compreensão. Eu tomo decisões com sabedoria. A minha mente é iluminada. Eu sinto a sabedoria. Eu me sinto sábio. Amém. 🕊️🙏✨

Oração de Proteção
Deus, Tu me proteges. Eu estou seguro e todos os meus caminhos são seguros. Eu estou na segurança, sinto-me calmo e confiante. A minha vida é protegida. Os Anjos me protegem. Eu sinto a proteção. Eu me sinto seguro. Amém. 🕊️🙏✨