Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Eu não me importo com a chuva que cai, afinal... Tenhos meus encontros com o sol

Não sou a Chapeuzinho Vermelho, na verdade, eu não faço parte de nenhum conto que você já tenha ouvido por falar por ai...Mas que eu adoro/amo um lobo mau...Ahh isso sem dúvidas

O vilão de tudo isso não sou eu, mas sim esse maldito sentimento que insiste em não morrer, por mais terra, ódio e orgulho que eu coloque sobre ele.

Só você me faz sentir coisas que eu achava não ter boa combinação. Amor, insegurança, medo, paz.. uma mistura de sentimentos que enlouquece o meu coração, e ao mesmo tempo o faz deixar cada vez mais apaixonado. Eu pensei que você seria mais um, mas com o passar do tempo, vi que mesmo que não ficássemos juntos, você já teria deixado um significado enorme na minha vida, só por ter passado nela! Eu comecei a amar não só o seu timbre de voz, não só seus olhos, sua boca e seu nariz. Não só as maçãs do seu rosto e o jeito que você me olha, mas passei a amar esse ser humano que hoje tenho como exemplo, como espelho, como herói. Eu te amo além de todas as coisas que possam existir, e sei que não existe estrada sem você pra me guiar, não existe futuro, não existe certeza. Agora entendo que todas as coisas fazem sentido porque eu tenho você comigo.. e não sei como, nem porque esse amor cresce a cada segundo, mas aprendi que as melhores coisas não carecem de explicações. Obrigada meu amor, obrigada por me fazer tão feliz e por completar como ninguém o vazio do meu coração! Não importa o que vier pela frente, nem as dificuldades, nem as barreiras, nem as piores coisas pra nos derrubar, pois sinto que se estou com você eu tenho paz, e é por isso que ainda assim eu sou capaz de muito mais do que as loucuras que já fiz pra te fazer feliz. Eu te amo.

Fotografar é Ver Com a Alma


Eu vejo o mundo de uma maneira única, como se houvesse sempre uma nova perspectiva sobre a mesma coisa. Para mim, a fotografia não é apenas capturar uma imagem; é sobre enxergar o que os outros não conseguem ver. Acredito que o olhar de um fotógrafo tem a capacidade de transformar algo simples em algo valioso, essencial, e é isso que tento passar em cada clique.

Minha sensibilidade me permite ver além do óbvio, e é essa percepção que tento compartilhar com o mundo. Quando vejo uma cena, busco encontrar a alma daquele momento, algo que muitas vezes passa despercebido, mas que, para mim, é o que dá significado à imagem. É como se eu estivesse dando voz àquilo que só eu consigo enxergar, tentando transmitir um pouco da minha alma através do meu olhar.

Eu quero que as pessoas, ao olharem minhas fotos, consigam enxergar aquilo que elas mesmas não conseguem ver, que sintam a essência do momento. Acredito que a verdadeira beleza está na percepção, e é isso que tento capturar – uma nova maneira de olhar para o mundo.

Perdão pelas Ausências


Peço perdão a todos que eu não consegui responder, nem me conectar.
Perdão àqueles a quem eu disse que estava tudo bem — só para não preocupar, só para não precisar explicar o que nem eu sabia dizer.
E peço perdão também a quem um dia recebeu um “oi” meu, um pedido simples de atenção, de conversa, de oito minutos de presença…
Mas que talvez também estivesse travando suas próprias batalhas, e não percebeu que aquele gesto era um pedido de socorro disfarçado.


Hoje eu entendo: a ausência não é só minha.
Vivemos todos cercados por presenças que não estão de fato aqui.
As redes sociais estão cheias de gente, e, ao mesmo tempo, tão vazias de encontro.
Ninguém parece realmente preocupado com o “eu” verdadeiro de mais ninguém.


E os poucos que ainda se preocupam, se afundam, como eu, no excesso de sentir.
Sentem por todos, carregam o mundo nos ombros e, aos poucos, se afogam na própria empatia.


Talvez o silêncio não seja falta de amor, mas o peso de sentir demais num mundo que sente de menos.

Na era do físico perfeito, eu sigo me apaixonando pelo que não se exibe: gestos que acolhem, atitudes que revelam verdade, ações que abraçam sem tocar, gentilezas que dizem tudo sem exigir nada. É nesse invisível que meu coração encontra lugar.

Agora todo mundo me ama.
Todos choram e dizem o quanto eu fui incrivelmente incrível…

Engraçado, né?
Porque enquanto eu estava aqui, inteira nos meus pedaços, ninguém percebeu o quanto eu estava desmoronando.
No meu dia normal, ninguém viu o silêncio que gritava, o sorriso que tremia, a exaustão que escorria pelos cantos dos meus olhos.

Agora — agora, quando imaginam minha falta — dizem que eu era luz.
Que eu era forte.
Que eu era especial.
Que fiz falta.

Mas quando eu estava aqui, precisando de um abraço,
de um ouvido,
de um “eu tô aqui”,
as pessoas se confundiram, se calaram, se distanciaram…
ou simplesmente não souberam olhar pra mim.

E é isso que dói:
só valorizam quando acham que perderam.
Só enxergam quando acreditam que acabou.
Só sentem quando a gente já não tem força pra sentir nada.

Eu sigo viva, mesmo sem saber como.
Sigo tentando existir num corpo cansado, numa mente pesada, numa alma que luta todos os dias contra o invisível.
Sigo aqui, mesmo sem saber se alguém realmente vê.

Porque a verdade é essa:
não é que eu queira morrer.
É que, às vezes, dói demais viver invisível.

Eu não cheguei para ensinar o mundo a ver.


Cheguei para servir.
Empresto meus olhos
não porque vejam melhor,
mas porque aprenderam a parar.
A permanecer.


A respeitar o que é simples
e o que quase passa despercebido.
Há beleza onde ninguém olha.
Há histórias onde ninguém fica.
Há luz mesmo quando o dia parece opaco.
Eu empresto o meu olhar
para que outros possam enxergar
o que meus olhos aprenderam a vislumbrar:
o sagrado do cotidiano,
a dignidade do silêncio,
a esperança que insiste
em morar nos detalhes.
Meu trabalho não é sobre imagens.
É sobre presença.
É sobre revelar sem invadir,
mostrar sem ferir,
acolher sem explicar.
Sirvo quando fotografo.
Sirvo quando observo.
Sirvo quando escolho não passar rápido.
Se você aceitar,
te empresto meus olhos por um instante.
Não para fugir do mundo —
mas para reencontrá-lo
com mais cuidado,
mais verdade,
e um pouco mais de alma.

Sou dura comigo.
Antes que o mundo me toque,
eu já me feri.


Invento culpas,
dou nomes graves ao que é só cansaço,
e chamo de falha
o que talvez seja apenas existir.


Dentro de mim há um tribunal
que nunca encerra a sessão.
E eu, cansada,
continuo sendo ré
e juíza.

Pois seja feita a vontade de Deus. Mil vidas eu tivesse, mil vidas eu daria pela libertação da minha pátria!

E mesmo antes de eu despertar para um novo dia
Lá está ela, a dor
Minha amarga companhia

Eu e a minha dor



Eu, intensa, ela também.

Eu, temerosa, ela, tenebrosa.

Eu, pensativa, ela, ofensiva.

Ela é invisível, mas existe, e vem potente.

Ela é traiçoeira, não avisa, apenas surge e me derruba.

Sim, é uma dor minha, uma dor que eu não escolhi.

Se você me olha e me vê aparentemente feliz, não faz ideia de quanto dói aqui por dentro.

E mesmo que você se mostre solidário, jamais entenderá o que eu sinto.

Às vezes sou Frida: “A dor é parte da vida e pode se tornar a própria vida”, outras vezes sou Fiona: “À noite de um jeito, de dia de outro”.

Mas a vida segue e eu escolho ser feliz.





Nota:

Eu faço parte de 3% da população brasileira que é afetada pela fibromialgia, uma condição em que a dor é minha companhia.

No começo eu até pensava: “Tem gente que sente muita dor, pra mim é mais tranquilo.” Acontece que hoje eu passei a fazer parte daquele grupo também e isso me assusta.

É preciso viver um dia de cada vez, mas cada dia vem cheio de dor e angústia.

02/10/25

"Não, isso é pur causo de disnobre, ser disinrrugado, ficar em minha especie, ai eu fico assim em buraco pra si trazer a verdade"

Inserida por GaloCego2017

⁠A mãe da Cinderela falou para ela ser gentil e ter coragem.
Minha mãe disse que era para eu ser forte porque a vida não era mil maravilhas. Hoje eu sei o que ela quis dizer com isso. "A felicidade mora a uma distancia longa da nossa vida."

Inserida por thaycorreasilva

⁠Eu simplesmente amo dinheiro! Eu o amo tanto quanto amo a minha esposa.

Inserida por pensador

⁠Quando a minha irmã diz que precisa de oração, eu a apoio em oração.

Inserida por pensador

Talvez, ele, não falasse em verso, mas eu falo. Não só falo, como ouço e vejo. A vida é um verso inteiro que a gente mesmo escreve... ou vive!

⁠Essa cantiga bonita que eu hei de entoar
Faz crescer na vida sem desanimar

Eu entendo que não é a vida que é injusta, são as escolhas que tomamos que geralmente são mal feitas.