Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Eu quero você. Com marra, com birra, com ciúmes. Eu quero você de verdade. Com chatisse, com beijo na boca, com mordidas e abraços.

Não sou eu que durmo tarde
é o sol que nasce cedo
A noite é uma criança
e eu sou o seu brinquedo!

Eu bebo para lembrar,
Eu fumo para esquecer.

Hoje a noite está fria, e eu também. Sem boa noite.

Dean: Estou cansado. Cansado de lutar com aquilo que eu deveria ser.

Eu não me importo com o livro que você lê, ou no que você acredita. Se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então, você não tem nada.

Se eu corro atrás é porque eu gosto, se eu parei de correr atrás é porque eu cansei.

Pelo fato de ter sempre o mesmo nome, os mesmos olhos e o mesmo nariz, não quer dizer que eu serei sempre a mesma mulher.

Os dias que eu me vejo só são dias
Que eu me encontro mais e mesmo assim
Eu sei também existe alguém pra me libertar

"O ser humano é tolo e egoísta o bastante pra dizer "Eu te amo" e sempre esperar o "Eu tambem"."

Vincent van Gogh se suicidou pela tristeza e eu digo esta dor esta dominando meu coração.

— É tanto sofrimento e eu não sei como ignorar isso.
— O que te machuca?
— Não, não é comigo. São eles. É todo mundo. Não acaba nunca. Você entende?

Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas, tá? Eu sou uma granada. Só quero ficar longe das pessoas, ler livros, pensar e ficar com vocês dois, porque não há nada que eu possa fazer para não ferir vocês; vocês estão envolvidos demais, por isso me deixem fazer isso, tá? Não estou deprimida. Não preciso sair mais. E não posso ser uma adolescente normal porque sou uma granada.

Hazel Grace
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Nota: Frase do personagem do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

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“Desculpa, é que nem eu mesmo gosto muito de mim. Fico meio assustado quando alguém me diz que consegue isso.”

Desejos vãos

Eu queria ser o Mar de altivo porte
Que ri e canta, a vastidão imensa!
Eu queria ser a Pedra que não pensa,
A pedra do caminho, rude e forte!

Eu queria ser o Sol, a luz intensa,
O bem do que é humilde e não tem sorte!
Eu queria ser a árvore tosca e densa
Que ri do mundo vão e até da morte!

Mas o Mar também chora de tristeza…
As árvores também, como quem reza,
Abrem, aos Céus, os braços, como um crente!

E o Sol altivo e forte, ao fim de um dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia!
E as Pedras… essas… pisa-as toda a gente!…

Florbela Espanca
Livro de Mágoas

Há um grande cansaço na alma do meu coração. Entristece-me quem eu nunca fui, e não sei que espécie de saudades é a lembrança que tenho dele. Caí entre as esperanças e as certezas, com os poentes todos.

Fernando Pessoa
Livro do Desassossego. Coimbra: Presença, 1990.

Eu não sou ateu porque não acredito no Deus cristão, eu sou ateu porque não acredito que os cristãos acreditam em um Deus.

Eu não acho que você deve fazer promessas que não pode cumprir.

Sabe, pensei que meu primeiro amor, fosse igual aos de filmes. Eu e a pessoa que amo fossemos ficar juntos e ser felizes, mas não passava de um sonho, pois estou aqui sozinha, sofrendo, porque essa pessoa não me ama, nem fala comigo, por isso choro, só que chorar não adianta,porque isso não vai fazer ele me amar. Eu tento ficar feliz ou pelo menos finjo estar.
Sabe quando o vejo com outra menina, meu coração aperta, me sufoca, e ai mesmo sabendo que não adianta chorar, choro mais choro muito, até me acalmar, e perceber que ele não me ama, mais ama outra, e dói reconhecer isso, mais vai ser assim. Meu primeiro amor não teve um final feliz, Pois a vida não é um filme muito menos um conto de fadas.

Respire em mim... fundo,
Para que eu respire... e viva.
E me abrace apertado para eu dormir
Suavemente segura por tudo que você dá.

Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego
Até que você e eu sejamos um só,
E dançaremos entre os túmulos
Até que toda a morte se vá.

E ninguém sabe que existimos
Nos braços um do outro,
A não ser Aquele que soprou o hálito
Que me esconde livre do mal.

Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego
Até que você e eu sejamos um só,
E dançaremos entre os túmulos
Até que toda a morte se vá.

A Cabana

Nota: Missie