Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
No brilho do sol a nascer,
Rafa aprendeu a ver,
Que a vida não é só medir,
Mas também sentir e florir.
Entre folhas, vento e chão,
Descobriu no coração,
Que cuidar é o melhor caminho,
Pra nunca andar sozinho.
"Olho de Vidro "
"Que ruim, a vida não é um show para frequentar todo final de semana, é coisa séria! Aqueles que se dedicam ao estudo e levam uma vida honesta com certeza colherão bons frutos" Ademar de Borba
"Se você acha que a vida é amarga, e vive sofrendo, experimenta levar um café, pão e mortadela para os que dormem embaixo das marquises. Muitos deles vivem se arrastando e a perna com muitas feridas. Tristeza total, o futuro deles é o óbito" Ademar de Borba
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.
Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.
Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.
Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.
Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.
Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.
No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.
Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Liberta, Senhor!
Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!
Saudades, sim — Tristeza, não!
Amém!?!
Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.
Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.
São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...
No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.
E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.
Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.
Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.
Amém!
Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.
Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.
Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.
Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.
Não pedem aplausos — pedem silêncio.
Não querem curtidas — querem maturidade.
Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.
Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.
Nem toda dor precisa de plateia.
Nem toda vitória precisa de testemunhas.
Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.
E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.
A vida não é um Livro Aberto.
É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.
Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.
Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.
Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.
Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.
A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.
É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.
Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.
Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.
Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.
Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.
É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.
E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.
Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.
Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.
Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.
Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.
No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.
E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.
Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.
Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.
A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.
Mas viver não é apenas contemplar.
Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.
Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.
Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.
Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.
E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.
Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.
E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.
Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.
Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.
Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.
Não podemos passar a vida esperando. Você tem que ficar no presente, tentar aproveitar o momento. Haverá dias ruins, que você quer terminar rapidamente, mas esses são os que o forjam.
Haverá dias lindos que você não quer que eles acabem. Haverá pessoas que não querem ver você crescer, porque suas conquistas as lembram de seus fracassos. Pessoas que vivem em uma eterna competição com a qual ninguém se importa. Também haverá pessoas que ficarão felizes por você. Mas o mais importante é pensar em si mesmo, no que é bom para você. E acima de tudo, tente aproveitar tudo o que vier em seu caminho. Não sabemos quanto tempo ficaremos aqui. É agora!!!
Quando você compreender
que é o único responsável
pela sua vida,
nada mudará suas escolhas
nem seus caminhos.
Nenhuma bênção chega sem deixar marcas. Cada cicatriz que a vida lhe trouxe guarda um lembrete de Deus: nunca desista, siga em frente, pois é nas feridas curadas que Ele escreve as mais profundas histórias de superação.
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