Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Há palavras que doem, machucam não só o ego, mas a alma. Palavras ditas de maneira injusta então, paralisam-me diante de mim mesma e do teu reflexo que é dono do meu olhar. Passam-se mil pensamentos pela cabeça, você consegue ver cenas, cada detalhe de quem ama, apenas fechando os olhos. Talvez eu esteja errada... Não são as palavras e sim o medo da perda. Uma perda "forjada" pelo ego de quem ama-se, uma perda resultante quem sabe, apenas de uma palavra.

Flávia Abib

"Não engaiole-me, deixe-me sempre solta,
estarei sempre aqui, sempre ali, sempre aí, sempre com você. Prenda-me sim, para sempre, no seu coração, dentro de você."

Flávia Abib

⁠O que é a vida,
senão uma passagem?
Aqui estamos,
mas não ficaremos...
por isso, aproveite-a
e faça com que seu caminho
seja, de fato, inesquecível!

⁠As coisas da vida
me fazem crer
que o melhor caminho
é o que te dá paz
e te faz feliz!

⁠Uma emoção desmedida,
um desejo inegável
e uma certeza no coração:
DEVEMOS APROVEITAR A VIDA E OS MOMENTOS,
PORQUE A DESPEDIDA
É INEVITÁVEL!

⁠Resolvi seguir sorrindo...
seja como for, irei em frente.
Pedras pelo caminho
posso encontrar,
mas nas mãos de Deusquero ficar.
Assim, poderei me sentir protegida
e me abrigar
desse grande enigmaque é a vida!

⁠O que sei e
o que conheço
é tão pouco...
ainda há muito
o que aprender,
mas continuo
confiando no processo...
A VIDA!

⁠O tempo está passando...
O tic-tac do relógio
faz a mente questionar...
será que nos perderemos
ou nos encontraremos pela vida?

⁠Num piscar de olhos
você vê o tempo passar
a vida correr
sem pedir licença
sem te esperar...
e assim, o relógio continua
com suas batidas ininterruptas

⁠Sonhe alto, deseje o melhor
e faça acontecer!
Não espere a vida findar
para perceber
que é preciso
tomar atitudes
para ser feliz!

⁠A gratidão é a razão
de se levar a vida
como um presente de Deus.

⁠E por falar em vida...
APROVEITE-A!
E por falar em amor...
PERMITA-SE!
E por falar em você...
CUIDE-SE!
AME-SE!
VIVA!

⁠Você não veio para ficar...
veio para viver e aprender
com as intempéries da vida.

⁠A vida é pra já
A vida é agora
Não se demore,
porque ela vai embora!

⁠Aqui, no meu mundo,
vou aprendendo e amadurecendo
com as lições da vida.

Se assim não fizermos,
ficaremos para trás!

⁠Há dias de calmaria
e outros, de turbulência!
A vida é assim...
são várias as suas facetas!

⁠A vida só é
verdadeiramente sentida,
quando abrimos nosso coração
para as coisas boas!
Permita-se!

⁠Um novo dia...
um novo sonho...
uma nova vida...
e a fé,
sempre desmedida!

⁠Inspire-se

com a vida,
com a lida
na ida
e na vinda.

⁠A Árvore Invisível

No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.

Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.