Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Um Canto na Aurora
Um relâmpago no céu noturno
Ilumina o caminho inseguro,
Sob o tempo mais soturno
O pensamento teme o futuro.
A espera é pela manhã chegar
Para que tal apresente algum alívio,
A esperança está na tempestade cessar
E seguir sem nenhum sonívio.
O deleterio recôndito dispensado
Já não pode aludir e contagiar,
O pássaro da aurora despertado
Fez seu canto para o céu clarificar.
Todo pretérito acuou-se na soleira
Em resultado do interlúdio ambientado,
No tempo corrente não é coleira
Apesar de arquivo a ser consultado.
No lume abastecido de percepção
Uma presença é reconhecida,
É o pássaro auroral na recepção
Que canta dando boas vindas.
William Contraponto
Seu perfume invade a aurora, trazendo lembranças esquecidas, revivendo sonhos e emoções vividas. Pulsa desejos escondidos. Arde na aurora dos meus sonhos, refugiando-se no meu ser.
Não teima em resistir ao amanhã,
pois cada aurora é convite à transformação.
Deixa que a luz rompa as correntes da sombra,
abandona o peso do silêncio sem construção.
Melhorar é ato de coragem,
é sopro divino que não conhece pecado.
Liberta-te da prisão invisível,
abre as portas do coração ao inesperado.
Vem, deusa felicidade,
teu nome é chama que acende horizontes.
Trabalhemos juntos por dias mais claros,
longe das ruínas de um mundo arcaico e ferido.
O amor não conhece fronteiras,
não se curva a muralhas nem barreiras.
No porto, um barco nos chama,
com velas erguidas ao vento da esperança.
Vomos navegar sem rumo,
rumo à própria essência da alegria.
Sem bússola, sem capitão,
apenas o destino guiado pelo coração.
Deixa o barco nos levar,
onde o tempo se dissolve em paz,
onde o mar é espelho da eternidade,
e o amor é o único mapa que jamais se perde.
Estamos encontrando nós de nós para nós
Cada um de nós...
Ao romper do cordão umbilical, na aurora, sentimos pela primeira vez o sopro da vida.
Nós, olhos marejados entre abertos e quantas reflexões metafóricas aquele momento representa para nós, para a nossa vida, para nosso cerne, para nós como indivíduos. O romper com um vínculo onde estávamos nutridos, acolhidos, debruçados em um ambiente de paz, onde cada dia, mês, nos preparava para enfrentar tudo aqui fora.
E o dom da vida, sermos escolhidos por tamanha dádiva em partilhar deste plano. Onde se perde esse sentido? Onde falha nossa natureza genuína? Em que momento nos desviamos do caminho? E quando foi que nos perdemos de nós mesmos? Onde está cada um de nós? No nosso íntimo, estamos apenas vivendo ou sobrevivendo? Nutrindo dores ou amores?
Seres tomados pelo ego, pela empáfia, esquecendo a empatia e o acolhimento.
Do milagre da vida partimos para uma selva, para uma batalha por sobrevivência. Para tentarmos obter êxito em questões que muitas vezes, não há ganhador, para ferirmos a pele, para machucar a alma. Alimentados por uma batalha interna invisível, visceral.
Sem florear a existência apenas com promessas de momentos vindouros. Mas, em situações o caos instaurado a essência humana vai minando, drenando o pouco de humanidade que ainda nos resta.
Cabe e vale o entendimento do que somos, para que viemos e onde estamos. Nosso propósito é iluminar vidas, cada uma de forma única. Com a maturidade, e em um estado de espírito lógico, afugentando-se do que não agrega. Mesmo bombardeados de informações contrárias na atualidade.
Mesmo em meio ao ruído do mundo, ainda existe aquela essência que nos nutria no cordão umbilical: viver, sentir, amar, cuidar.
Bem-vindo à vida.
Por: Guilherme Teixeira
A Menina Vitória
No brilho dos olhos, traz a aurora,
Caminha com passos de quem sabe onde vai.
Pequena no tamanho, mas grande agora,
A menina Vitória nunca se retrai.
Seu nome é promessa de superação,
É riso que vence qualquer tempestade.
Leva a esperança em cada canção,
E vive a vida com pura verdade.
Não é só um nome, é o seu destino,
De conquistar mundos, de ser o que quiser.
No rastro que deixa esse ser tão divino,
A menina floresce e se faz mulher.
Que a força do nome te guie o caminho,
Com flores, abraços e muito carinho.
Pois em cada gesto, em cada memória,
Brilha o sucesso da menina Vitória.
A aurora da mente é poderosa, de cego pelas mentiras do mundo, o inválido passou a enxergar, pelas mãos e palavras do Grande Mestre (Jesus).
Ó Senhor de todo o conhecimento.
Estava sonhando certa vez um sonho desperto, quando presenciei uma aurora boreal, uma das mais belas e poderosas sobre um lago congelado, o seu brilho esmeralda tocando o gelo, formando um cenário exuberante, mágico com um lindo ser dançando livremente no centro, apresentando movimentos harmoniosos, suaves como se a liberdade tivesse ganhado um corpo, arte de um espírito liberto, momento raro, sendo fantasioso em cada detalhe, o encanto majestoso da incrível surrealidade.
A Sentinela do Amor e da Fé
Nos olhos cor de mel, o brilho da aurora,
Reflete a alma de quem não se rende,
Eliana Angel, que a vida aprimora,
Com a força sagrada que o céu compreende.
------ Eliana Angel Wolf
A aurora borda o céu em tons de mel e prata,
Enquanto a mata sussurra segredos antigos ao vento.
É tempo de abrir não apenas os olhos, mas a alma,
E permitir que a claridade cure cada fragmento do pensamento.
-------- Eliana Angel Wolf
Ainda que a aurora me imponha o desafio de subjugar simbolicamente um leão e o crepúsculo me convoque a enfrentar outro de igual ferocidade, mantenho inabalável a minha determinação: não renunciarei, sob nenhuma circunstância, ao inalienável direito de existir e de moldar a vida segundo as minhas próprias convicções, pois é na fidelidade à minha essência que reside a verdadeira e mais elevada forma de felicidade.
Bom dia, nova aurora, novo dia,
a esperança acorda também,
e assim com o sol renascendo
douramos a pele, o que faz muito bem...
Quando rompe a aurora
tudo tem que chegar
com jeito de felicidade,
a voz do vento nos instiga
a voar o pensamento,
tecer sonhos azuis,
cantar novas canções,
como se fossemos pássaros
felizes em plena liberdade
A aurora é uma borboleta de luz mágica que com suavidade pousa na imaculada flor do dia, tornando-o mais colorido, leve e cheio de lume. Tão rápido quanto chega levanta voo logo à tardinha para se reabastecer de luz nas sombras prateadas da lua.
Aurora
Passar oito horas na frente do piano todo dia se exercitando é uma boa maneira de não aprender música. Ficar uma eternidade desenhando objetos é uma forma de engessar a mão e não aprender o que é desenhar. Escrever com uma meta e reduzir a escrita a contos, romances e poesias é deixar de ser escritor. Essas práticas produzem artistas robôs. Na verdade, operários da arte. Vendem o seu esforço inútil pela sua sobrevivência. A arte vem do nada, não da repetição e cópia do trabalho de outros artistas. É uma forma de nos descobrirmos, aí é que está o seu valor. A arte não é um aprendizado, é uma descoberta.
Hoje, na plenitude da paz, na essência da ternura, no silêncio dessa bela aurora, só me resta agradecer ao Altíssimo pelo dom da vida.
Quando ao despertar da AURORA,
Olho pela janela e chove la FORA,
Um desejo imenso invade meu SER,
E esta vontade louca de te TER,
Todinha pra mim, envolvente em meus BRAÇOS,
E com minhas carícias ocupar teus ESPAÇOS,
Intensamente passional de te fazer FELIZ,
Pois na vida foi o que eu sempre QUIZ,
Foi pertencer a uma linda MULHER,
Se Deus permitir e assim o QUISER,
Certamente você ainda vai ser a MINHA,
Estrela, minha luz e minha RAINHA...
PRIMEIRA INFÂNCIA: AURORA
Aurora que encantas, também emerge a escuridão,
Em meio a bênção da chuva,
A tempestiva tempestade
Um ninho e sete irmãos,
No cantar do galo
No apagar das luzes,
Na hora da divina misericórdia,
A última gota
No caiu no chão
Criança
Que na primeira infância,
Sorriu
Com os seios flácidos da mãe,
O cheiro do café
O povo de muita fé,
Roga Deus
A primavera,
Seus brotos PANCs
Que a fome atenua,
O pingo de gente
A sua primeira infância sobreviveu,
O fruto frutificou
Eis a metamorfose,
O pingo não é mais gota
Viva a transmutação,
Sem rima e sem métrica
Em seus versos transcreve
Um homem escritor,
Erudita pensador
O prosador poeta.
281225II
Entre Espinhos e Aurora
Nasci do barro, irmão da ventania,
Com os pés feridos pelo chão cruel;
Cada derrota, amarga liturgia,
Vertia fel no cálice do céu.
Vi a esperança em farrapos, mendiga,
Dormindo à sombra fria da aflição;
E o medo, como antiga serpente, instiga
A desistência dentro do coração.
Mas quem atravessa o abismo sem recuo
Aprende que a vitória é cicatriz;
Não nasce do conforto, calmo e nu,
Mas do suor que a própria dor bendiz.
A vida é um ferreiro impiedoso e austero,
Que dobra a alma ao peso do martelo;
Só faz da pedra um monumento inteiro
Porque insistiu em golpeá-la belo.
Assim caminho, entre o pó e o destino,
Sem negociar meus sonhos com a sorte;
Pois todo homem que suporta o espinho
Já venceu metade da própria morte.
Se o mundo ri do passo vacilante,
Que ria! A estrada pertence a quem persiste.
A glória não floresce num instante;
É fruto da raiz que nunca desiste.
Os olhos fingem aurora,
mas por dentro é sempre outono.
Há folhas caindo em silêncio,
lembranças que o tempo não consola.
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