Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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⁠Minha alma pairava sobre a musa dos meus sonhos. Contemplava o exalar do doce perfume da sedução. Estava perdido de desejo, mas podia te tocar. Você não via, apenas sentia. Era como se estivesse lá. Sua respiração era tão quente e profunda que passava a dissipar. Felicidade estampada no olhar. Era o amor que estava a materializar. Um rosto tão belo, um sorriso fascinante. Penso em você a cada instante. Quando minha alma ao meu corpo voltar, quero acordar ao seu lado e poder te beijar. Se tudo isso de um sonho não passar, me perdoe, não quero mais acordar.

Inserida por tom_nascimento

⁠Senhor Ilusionista, poderia fazer o meu dinheiro voltar para minha conta? Afinal, o espetáculo já acabou.

Inserida por tom_nascimento

A terra é meu chão, minha família
A raiz é a saúde, minh e se todos que amo
A folhagem são todas as conquistas
As flores são todas as alegrias


Ass Rose schionato Ribeiro

Inserida por Vida31

⁠Minha vontade favorita.

Minha!
Só minha!
Meus pensamentos se enbolam em seus olhos
E me distraio pensando, "e se fosse verdade?"
Os dias vêm e vão, mas a vontade fica em mim,
desde o amanhecer, é a minha companhia

Mas se experimentasse essa vontade?
Continuaria sendo a minha favorita?
Já é tarde para encontrar conexão
Já me perdi na multidão dos meus sentimentos
Te construindo em alguém pra mim
mas que não é você.

Eu sou ar, você é fogo
Preciso seguir,
você vai passar porque não é o meu cais
Somos uma mesma mensagem mas com propósito diferente.

Inserida por katia_terra

⁠RECONHECIMENTO
(A minha mãe, in memoriam)

Se, às vezes, ela usava meios rudes para punir-me pelos meus malfeitos, também com modos maternais perfeitos me apontava os caminhos das virtudes.

Sei que alguns de seus atos e atitudes eram certos, à luz de seus conceitos, e não seriam hoje em dia aceitos por força das morais vicissitudes.

Sem traumas, amo a mãe que me foi brava, dela me orgulho e não faço elegia sobre o rigor com que ela me educava.

Dou-lhe, em memória, a alma agradecida, pois as "surras" que dela eu recebia não tive de apanhar das mãos da vida!

Inserida por memoriadekleberlago

DEPENDÊNCIA

Bem que tentei resistir
Mas a força hipnótica
Desse teu feitiço
Neutralizou minha resistência.
Conseguiste deixar-me
A mercê do que querias
E, através de teus beijos,
Foste inoculando em mim
O ópio de teu amor
Até me tornares
Dependente irrecuperável
De ti.⁠

Inserida por memoriadekleberlago

O RIO DE MINHA TERRA

Passa um rio pela terra
De quase todo poeta...

Minha terra também tem um rio
Que passa e deixa lembranças,
Que passa e deixa saudades,
Que me inunda de amor
Pela minha terra
Toda vez que em seu manso passar
Molha-me o corpo e a alma.

Se o simples passar de um rio
Pela terra de um poeta
É poesia,
Que nome devo dar
A um rio passando
Pela minha terra
E pela minha vida?

Inserida por memoriadekleberlago

DESEJO EXPRESSO

Não costumo nem gosto de falar
de minha inevitável viagem
para outro plano de vida
e sempre espero
que ela seja tardia e adiável
o quanto possível.

Mas isso não impede
que eu expresse o desejo
de que meus restos
não sejam cremados:
quero meu corpo sepultado,
dar minhas carnes mortas
à terra de minha terra,
e que isso aconteça
num clima de festa,
em que os cantos de alegria
não cedam lugar
a lágrimas e soluços
de tristeza.

Os momentos do adeus serão apenas
os do começo da travessia
da essência de mim para o desconhecido,
enquanto aqui começará a colheita
do que plantei e não colhi,
mas que não se esgotará
para as gerações futuras,
em cuja memória eu não pretendo
ser, do que fui e fiz neste plano,
simplesmente cinzas,
embora guardadas no mais rico
e belo dos cinzários...

Inserida por memoriadekleberlago

⁠SANTUÁRIO DE SÃO BENEDITO

De Pedreiras retorno, abençoado,
cheio da paz que espero em minha vida,
o coração de amor impregnado,
e a consciência de missão cumprida.
Trinta e um anos faz que eu, empurrado
pelas mãos de uma fé mais que incontida,
virei romeiro e ali tenho prestado
a Benedito a honra merecida.
E este ano, de forma especial,
senti em minha alma de romeiro
um mais forte fervor emocional,
por já não ver no plano imaginário
a Paróquia do Santo, padroeiro
da amada terra, feita SANTUÁRIO.

Inserida por memoriadekleberlago

Razões deixa de lado
O ultimo adeus, não tem aviso
Orgulho alimenta a minha ignorância e fortaleci meu ego
Errado não acho, amar a se próprio as vezes e preciso
O dito, não dito que com palavas são retorcidos
Um velho novo amor!

Inserida por Buckler

A minha felicidade é tão barata,
sou tão emocionada, que o
show de música chata e cerveja
gelada, tô feliz pra caraca.⁠

Inserida por Amanditapoetha

⁠A minha frase do dia mais sincera,
aproveite o momento, dinheiro a
gente recupera, o amanhã é uma
nova primeira, e o boleto espera.

Inserida por Amanditapoetha

⁠A minha fé em Deus é além da
doutrina da religião,a minha espiritualidade me dá equilíbrio
pra vida,e pro meus pecados uma solução,ao Senhor eterna gratidão.

Inserida por Amanditapoetha

⁠Quando meus olhos vêem o mundo, meu coração sente e minha chora

Inserida por Marciasilva30

⁠Há dias que minha mente tá uma bagunça, meu coração uma zona e meu interesse abaixo de 0.

Inserida por Marciasilva30

⁠Se até a minha própria mente me engana as vezes, imagina as pessoas.

Inserida por Marciasilva30

Confesso que, pensar em você todos os dias está sendo minha melhor rotina.

Inserida por Marciasilva30

⁠"Só queria que, por um bom tempo, saísse dos meus pensamentos direto pra minha cama"

Inserida por Marciasilva30

Correndo minha primeira meia maratona (21.097,5 metros) no Rio de Janeiro em julho de 2010

Como cheguei aqui poderá ser um dia contado. O fato é que, enquanto escrevo, os 21,1K (K = Km) já se foram e deixaram uma sensação de felicidade, satisfação e de capacidade de superação (sempre me achei um vencedor,um sobrevivente e a corrida resgatou em mim este sentimento de uma forma muito profunda)

Chegando ao Rio o tempo estava fechado, frio e chuvoso, prenuncio de uma corrida debaixo de muita água. A princípio estava tudo bem, pois gosto de correr na chuva que lava minha alma. Depois dos percalços ocorridos desde janeiro, ali estava eu a menos de um dia da minha tardia primeira meia maratona. A ansiedade apareceu já no desembarque e ao chegar ao saguão de entrega dos kits ela aumentou e se misturou com uma sensação incrível de pertencimento àquele lugar. Com tudo resolvido, encontrei amigos antigos, recentes e alguns novos. Como é bom ter amigos! Infelizmente alguns não puderam ir e não encontrei todos que deseja. Retornei ao hotel e o sábado foi de passeios, descontração e “relaxamento”, mas a ansiedade teimava em não me deixar e a cada minuto que se aproximava o momento da largada ela aumentava. Fui dormir cedo, pois a jornada começaria de madrugada no dia seguinte.

O despertador toca às quatro da manhã e começa o necessário ritual de preparação para a corrida naquela madrugada fria e chuvosa. O ônibus da prova me leva até o ponto de partida na Barra. Lá, o frio foi me acompanhar com uma chuva fina e muito vento. Ao meu lado se aquecia a ansiedade que dizia que correr iria.

O tempo de espera passou e deu-se a largada, momento em que comecei a caminhar, pois até chegar ao pórtico não era possível correr devido a tanta gente que lá estava assim como eu. Ao passar debaixo do portal da largada não sei o que se deu, mas a ansiedade parece ter ido tomar banho de mar e desapareceu.

Largada na praia do Pepê e logo uma subida pela ponte que me leva a uma vista linda (No RJ saindo da Barra e indo para o Flamengo só se pode olhar para a direita) e a cada Km percorrido aproveito a vista, observo os corredores e tenho insights sobre minha vida. O primeiro momento de euforia se dá no final da subida da Niemeyer que subitamente chegou e eu nem percebi. Simplesmente passei direto e pronto. Seguindo para onde meus pés me levavam fui passando por todas as praias, e em Ipanema logo pensei que mais da metade já havia ido e que faltava agora menos do que o que eu já havia percorrido.

Passo por Copacabana e Botafogo sem prestar muita atenção, pois estava concentrado demais para me distrair e surge então a placa do Km 18. Alegria vem forte e me lembro da volta da Pampulha, olho o cronômetro e meu tempo esta abaixo daquela prova, mas ai também aparece o fantasma da câimbra assim como lá. Diminuo o ritmo, mas também como lá me recuso a parar e sigo em frente.

A chegada, ao contrário, parece ficar mais distante. Mantenho o ritmo, insisto, cada pé puxa o outro e começam a aparecer as tendas e as pessoas no meu campo de visão. Não tenho mais como parar. Vou me aproximando da chegada e uma sensação inexplicável de felicidade, bem estar e superação vai tomando conta de mim. Os últimos metros corro sorrindo quase rindo e ao cruzar a linha de chegada sou uma pessoa diferente, mudada onde se fez necessário, mantendo os valores fortes e que vislumbra uma vida cheia e plena de felicidade e desafios. Não sei explicar o sentimento que isto representa, mas posso garantir que vale a pena percorrer o caminho para encontrá-lo.

Inserida por ascaldaferri

⁠A minha doutrina. O verdadeiro humano evita os cães de fila e foge dos pastores.

Inserida por Fernandosoeiro