Que Saudade dos meus 15 anos
Desespero
Não eram meus os olhos que te olharam
Nem este corpo exausto que despi
Nem os lábios sedentos que poisaram
No mais secreto do que existe em ti.
Não eram meus os dedos que tocaram
Tua falsa beleza, em que não vi
Mais que os vícios que um dia me geraram
E me perseguem desde que nasci.
Não fui eu que te quis. E não sou eu
Que hoje te aspiro e embalo e gemo e canto,
Possesso desta raiva que me deu
A grande solidão que de ti espero.
A voz com que te chamo é o desencanto
E o espermen que te dou, o desespero.
Não és moça de bar
Não procuras pelo olhar
Em meus olhos agoniza a solidão
Desavisada vida que avisa
Nos teus lábios há esperança
Do calor que evapora lágrimas
Na Alameda da Paixão
Sentava naquele banco e esperava as horas passarem, a vida passar perante meus olhos coloridos e melancólicos. Algumas pessoas o observavam, como se fosse alguém que fizesse efeito no mundo. Enquanto ele não queria observar as pessoas, mas pensar nos seus atos, e em algum ato alheio que pudera influir em sua vida.
Minha dureza só mostra o meu orgulho, perdido em meio a tantos outros pecados. Meus pecados só expõem minha falta de relacionamento com Deus.
Confio nos meus dentes, e os mesmo dentes em que confio, são os que me mordem a minha língua!.... Como dizia o poema de Augusto dos Anjos: A boca que me beija é sempre a mesma que me escarra, a mão que me apedreja é a mesma que me afaga!.
parei para escrever os meus pensamentos,
Olha só pra você ver o que escrevi .
Me encontro em momentos de dificuldade,
Conflitos em meio a sociedade.
Da casa pro trabalho, do trabalho para casa,
Assim todo dia rotina indesejada, mas vamos lá,
Vamos lá não pode desistir e não pode desanimar.
Aquela voz me avisando, me alertando,
E eu já daquele jeito na rua observando,
Eu falo isso sempre com muito carinho, meus pais,
Que graças a Deus ainda vivos.
Necessidade pra gente já é normal,
A gente sabe desse jeito até o final.
Só que viveremos com dignidade,
Pois somos ricos de pensamentos sonhos de verdade.
Pobres, de onde viemos vielas e becos,
São milhares que nascem, morrem no gueto,
O coração aperta o bem ambicioso na vida nada se leva
Enquanto vai deixar pros outros,
Acredito em deus assim vou continuar obrigado meu pai
Pelo meu rap em cantar,
Lá no rio, 2001, um preto emocionado,
E de repente um lindo desabafo,
Parado, reto, de cabeça erguida, mostrando para gente
Como a vida nos ensina,
Com os braços levantados as mãos fechadas ao decorrer
Das suas palavras dos olhos caiam lagrimas.
Toni tornado não esquecerei desse momento que nascemos
Verdadeiros e desse jeito morreremos.
Eu católico, apostólico e romano ele dá valor a isso,
Sei amar todo ser humano.
Meus dizeres e meus fazeres andam sempre de mãos dadas.Minhas convicções e minhas atitudes são meus sagrados prazeres.
A Natureza fez meus filhos; nasceram gritando; nós (mãe e pai) os ensinamos a importância da fala e dignidade do canto. Pergunte-lhes se nos calamos diante de injustiças?
Combata minha ideologia, meus argumentos, minhas cores e sempre terás meus respeitos; agora quando combates a mim, por minhas opiniões e preferências, não dando o direito de eu defendê-las, ficarás de lado. Se quiseres luta, terás e sentirás na pele o peso de um defensor da liberdade!
Sidney Poeta Dos sonhos
"Minha Alma pertence ao universo, meu corpo a terra, mas, meus conhecimentos são eternos no mundo" boa frase -Gian mas até então eu não tinha a minima ideia de que você existia e logo me esquecerei. É inevitavel mais o esquecimento vem para aos pobres físicos e ricos de conhecimento
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
Um medo de morrer meus pés esfriava.
Noite alta. Ante o telúrico recorte,
Na diuturna discórdia, a equórea coorte
Atordoadoramente ribombava!
Eu, ególatra céptico, cismava
Em meu destino!... O vento estava forte
E aquela matemática da Morte
Com os seus números negros, me assombrava!
Mas a alga usufrutuária dos oceanos
E os malacopterígios subraquianos
Que um castigo de espécie emudeceu,
No eterno horror das convulsões marítimas,
Pareciam também corpos de vítimas
Condenadas à Morte, assim como eu!
Me diga mais uma vez
Meus ouvidos não convencem meu coração
Me diga mais uma vez
Meus olhos não
Reconhecem este teu olhar sem amor
Me diga mais uma vez
Meu corpo não
Aguenta mais a falta do calor do teu
Me diga mais uma vez
Se é amor ou ódio
Me diga mais uma vez
Se é ódio ou amor
Me diga mais uma vez
Só mais uma vez
Apenas uma vez mais
Meus pensamentos vão muito além da minha imaginação. Faço isso porque conheço como são os seres humanos.
Solitude
Lugar onde me encontro comigo
Lugar onde percebo meus pensamentos
E re-penso meus pensamentos
Solitude
Sentimento que me absorve
Sentimento que me causa dúvidas
Sentimentos que ainda não tem nome
Sentimentos que não percebi chegar
Solitude
Vem já
Mal posso esperar para te vivenciar
Pois ao te permitir chegar
Cheguei mais perto de mim
Conheci o outro de mim
Solitude
-tudo bem!?
-tudo, e vc?
- =))
Com erros e tudo mais, é como somos e nada mais.
Insta: @li.fer.nanda
OS ERROS ENSINAM
JÁ ERREI MUITAS VEZES NESSA VIDA...
MAS APRENDI COM OS MEUS ERROS,
POSSO DIZER QUE MEUS ERROS FORAM,
OS MELHORES PROFESSORES QUE EU JÁ TIVE.
Nunca levantei a mão contra meus filhos; detectado o problema, voz com veemência, mas sempre acompanhada com explicação serena.
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