Que Saudade dos meus 15 anos
Escória ou irrelevante, pra mim tanto faz, só não diga depois que não sabia. Assim esta sendo meus poucos sonhos...(Mario Valen)
Me concebeu e me deu vida, me alimentou,me ensinou a caminhar, e meus primeiros passos foram de encontro ao teu abraço. Me dedicou todo amor que tinha. E agora que estou grande me abandona como se eu já fora crescido...(Saul Freitas)
De repente eu não acordo amanha. Onde estarão meus pensamentos, meus escritos e meus risos debochados, e esse meu dia que não veio, onde estará? Aquela estrela que não vejo mais brilhar, onde brilhará? Onde estarão meus amigos, a me lembrar? ou a me esperar, onde estarei para poder te contar que mesmo eu não acordando amanha estarei despertando em outro lugar...(Patife)
Eu brinco com os poemas
Para alegrar a minh'alma
E a Poesia traz a calma
Diminui os meus problemas
Enfrentando meus dilemas...
Eu abro meu coração
Mergulhando na emoção
Vou nadando nesse mar
TENHO ORGULHO DE FALAR
QUE SOU FILHO(A) DO SERTÃO.
Mote: Edionaldo Souza
Glosa: Noélia Dantas
Viva sempre sua lida,
Por mais que seja dura,
Mas a vida meus caros é difícil!
viver não é fácil
nunca foi e nunca será...
Mas não podemos parar
A vida é uma peça de teatro,
E como diz o Bráulio Bessa: Até mesmo uma topada empurra a gente pra frente...
Então minha gente vamos viver mais o presente para fazer diferente...
"E eu, em vão, tento estrangular meus sentimentos.
Sufoco, a mim mesmo, mas não mato o que mora aqui dentro.
Meu coração, a esmo, acelera seus batimentos.
E a cada batida do meu algoz, aumenta o meu sofrimento.
Sofrimento lento, que me lembra dos meus vazios juramentos.
Juras que fiz a mim mesmo: Esquecer-lhe e matar a ti, aqui dentro.
És covarde ti, és covarde meu desalento.
Por voltar, quando já morria, o que respirava aqui dentro.
Uma hora vais embora e me deixará jogado ao vento.
E com afinco, pelas madrugadas, tentarei em vão; estrangular meus sentimentos..."
"A medida que eu caminhava pela gritaria e pelo caos, meus olhos lacrimejavam.
Eu não sabia se era o medo, desespero ou pela fumaça dos cadáveres carbonizados.
Uma multidão se aglomerava em volta de um louco qualquer que gritava: '-O fim esta próximo'.
Meu coração foi tomado de um arrependimento insdescritível, e então, naquele momento, o lacrimejar deu espaço ao choro.
Olhei à minha volta e um dos corpos, de olhos ainda abertos me fitava e paneas com o olhar, de mim ele debochará.
Como se dissesse, em meio à gargalhadas: ' -Você é um tolo.'
E então, uma vez mais, olhei à minha volta e percebi, que eu fora o tolo, o louco, o enganado.
O fim não estava próximo, o fim já estava ali, e nós... Nós não fomos salvos.
Não se ouviram as trombetas, não se ouvira o coral dos anjos; o que se ouviu foram apenas choros, lamúrias e a incessante gritaria.
Ora de desespero, ora de dor.
Antes da explosão, meu ultimo pensar: ' -Fui tolo, pecador, é certo, Ele nos abandonou.'..." - EDSON, Wikney - Fragmentos do Fim
"E eu me olho no espelho e vejo o reflexo da solidão.
A tristeza em meus olhos, me faz querer arrancar meu coração.
Passou o tempo e percebi, que o amor é o grande vilão.
Vem embrulhado de prazer, mas sua essência é de dor e decepção.
Amor e felicidade, sua mutualidade? Pura ilusão.
O tempo passa, o tempo fecha, mas não me leva essa louca paixão.
Me afogo no leito, fico sem jeito, em um turbilhão.
Prosto os joelhos, rogo aos céus, imploro o perdão.
Por desejar ter nascido frio e sem coração..."
"Quisera eu, despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa.
Queria não perder meus sentidos, quando você me implora mais, com a voz rouca.
Saturno me invejava, por não conseguir beijar a Lua como eu a beijava, minha deusa louca.
Quando em meus braços, você, meu mundo, drena toda a minha força.
Quando distante do doce dos seus lábios, meu coração é só pranto, a noite toda.
Quando deitada com seus cabelos, espalhados sobre meu peito, fazia com que a eternidade, fosse coisa pouca.
Não sei se é paixão, amor, já cansei de tentar por razão nesse tipo de coisa.
A única coisa que sei? Queria eu despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa..."
"Claro que errei.
O porquê não sei.
Mas errei.
Tens na memória os meus erros, mas e as vezes que acertei?
Mereço eu o julgamento pelos erros, mesmo sabendo as coisas que eu sei?
Errar é humano e humano pela eternidade serei.
Se o erro me faz mais um humano, então digo-lhes, sou mais humano que todos vocês.
Não o sou pela humanidade em si, mas sim, pelas vezes em que errei.
Sem errar fiz-me Deus e no erro fiz-me rei.
Turva-me a memória as vezes em que, no seu mar de mentiras eu mergulhei.
Suas falácias são águas de um mar revolto e nelas me afoguei.
E enquanto as inverdades afogavam-me o coração, por sua salvação eu aguardei.
Naquele momento eu sabia, que não existiria vida em seu amor, eu errei.
As vezes em que mais errei, foram as vezes em que te amei.
Errando sou humano, sem teu amor o que serei?
Um poeta, um demônio, um louco? Não sei.
Do seu amor já fui escravo, um servo, mas nunca um rei.
Na sua ausência já fui boêmio, ébrio, juiz e até réu das coisas que eu sei.
O que eu sei?
Continuo refém das vezes em que te amei.
Quanto mais for escura a noite, mais fica claro o que eu sei.
Não sei o porquê.
Mas é claro como a noite, eu errei..."
"A liberdade me atenta, com doçura me cerca.
Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela.
Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela.
No fim, não existia magia nas estrelas cadentes, eram só pedras.
Roguei ao brilho, para me fazer estar junto dela.
A paixão, inspira parvos devaneios e certezas sobre coisa incertas.
A paixão é o flagelo dos poetas.
A felicidade mora nos lábios dela.
Templo de perdição, onde o meu eu, incompleto, se completa.
Já é tarde, acabou nosso tempo, me cansei das batalhas, perdi essa guerra.
Um clima lúgubre, tomou conta de nós, logo nós, que éramos festa.
Prisioneiro do seu amor, vem a liberdade e me atenta e com doçura me cerca.
E novamente, derrotado, não evito tais mazelas..."
"Doutor, minha insônia e meus tremores voltaram.
Doutor, meus pesadelos retornaram.
As vozes, que em minha cabeça gritavam.
Não se calaram.
As dores em minh'alma, doutor, não cessaram.
As feridas, abriram-se todas novamente, não se curaram.
Insanidade ou saudade, doutor? Todas as respostas me escaparam.
Meus sonhos se desmoronaram.
Hoje, doutor, moro onde meus pesadelos moravam.
Moro na ausência dela, moro nas lembranças de nós, moro no amor, que me tomaram.
Sinto que estou morrendo, doutor, as batidas do meu coração só aumentam, infelizmente, não param.
Sóbrio ou ébrio, a bebida já não me traz o alívio de outrora, até isso me tiraram.
Hoje, doutor, tive um mau presságio, encaminhando-me para aqui, passei em nossa esquina, e vi: Todas as folhas do ipê, murcharam.
Talvez, como as folhas, eu também deva abrir mão da minha existência, os milagres em minha vida se acabaram.
Já não posso repousar, fechar os olhos e sonhá-la, doutor, pois, infelizmente, a minha insônia e meus tremores voltaram..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, Quando no Divã
"Eu te amo tanto, mas vc sempre me pede pra parar.
Já não suporto, em meus olhos, ao lhe ver, o lacrimejar.
Fique tranquila, algum dia, D*, eu hei de deixar.
Quando toda água do mar secar.
Quando o Sol se apagar.
É certo, eu deixarei de lhe amar.
Mas, até lá.
Eu hei de lhe amar.
Te venerar.
Como Deus, lhe adorar.
E a todo custo, tentar.
Lhe conquistar.
Contigo, casar.
E se não der, tudo bem.
Eu esperarei, o Sol se apagar e toda água do mar, secar.
E somente nesse dia, eu deixarei de lhe amar..."
"Se um amor, só se cura com outro amor, por quê meus amores, não me curou do seu?
Talvez, o amor não seja uma doença, talvez uma maldição, criada por Deus.
Uma espécie de penitência, purgatório, pra quem em outras vidas, o pecado da indiferença, cometeu.
Dos prazeres da vida, amar você, foi o que mais doeu.
As mazelas de nós dois, faz com que, acerca do deus amor, eu me torne ateu.
Te vejo, te sinto, me torno outra pessoa, me perco em seus olhos, já não sei mais, quem sou eu.
Meu caminho, só se ilumina em sua presença; em sua ausência, é só breu.
Faço uma pergunta, pra uma fria Lua, que nem mesmo o Criador, respondeu.
Se um amor, só se cura com outro amor, então, por quê meus amores, não me curou do seu?" - EDSON, Wikney
A partir do momento que comecei a tratar meus erros e defeitos, não me preocupei mais com a possibilidade de ter como companheira a solidão! Ela me ensinou que o tempo é a melhor forma de encontrar as pessoas certas para compartilhar minha vida!
Se eu tivesse mil vidas e mil chances pra escolher meus pais biológicos, escolheria os mesmos mil vezes mais, só assim eu seria quem eu sou hoje.
"Às vezes eu tenho a sensação de que os meus amigos virtuais sabem mais sobre mim do que o meu próprio vizinho real."
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