Que Saudade dos meus 15 anos
EU REPITO
Onde você mora eu quero saber
Estou com saudade Saudade de você
Eu fiz uma casinha pra gente morar
Se você quiser pode me ligar
Estou te aguardando
Fazendo tantos planos
Pra nois dois
Vou te amar agora
E quero te amar depois
No vídeo gravado no meu celular
Eu repito que vou te amar
Eu repito repito no vídeo
Que vou te amar
Enquanto eu existir enquanto eu viver
Só quero você.
Poeta Antonio Luis
Oh que saudade tenho em amargura lembro,
O único eterno seio que não nega amor
Desmoronado e canceroso meu legado de dor;
Navego por águas mortas, meu orgulho aumenta no escuro
De linho revestido a manga de veste torta
Tocar gaita e comer caviar em sossego,
Ouço uivos dos cães carniceiros nas noites aflitas
Perseguido pelas sombras sem contraste, meu sangue é mais amargo;
-Não importa a índole desse sujeito amordaçado,
Leila foi envenenada por este whiskey que tomou;
a cada pouco, perdeu-lhe esperança, está setenciado!
Entre os muros altos e ferros da grade, ajuda o anjo negou!
Em extremo pranto e tremor, luz que desgranha
Choro na madrugada, mas a única que ainda me amava
Por mimsacrificou-se como a pomba revoada
Que carregou o julgo no meu lugar, que ao outro lado atravessava
A criatura de enormes asas me atormenta
Na sua presença, por ódio me consome
Da pendurada réu entre a corda, morta inocente, arrependido nada adianta
Serena noite em melancolia,navego em mar de lamentos em blames
Bebo o tempo todo, para matar o vazio por dentro
-Kraron por que não morri?ésmeu coordeno eterno
Está morto é melhor que encontrar algum sentido
Preparo o gatilho,e navego pelo desastroso destino
SAUDADE
"Seus olhos castanhos me assombram, me dominam, desde a última vez em que o brilho dos seus olhos, brilhou de volta por entre os meus.
Nunca vão compreender o quanto a amo, receio que nem mesmo você.
Saudade da sua presença, dos seus problemas para que eu possa solucioná-los, para depois ver você com raiva, dizendo que não quer que eu os solucione.
Saudade da sua gargalhada, aquele instante em que você a carrega e aguarda para soltá-la.
Inveja da vento brincando nas ondas do seu vestido, é o mais perto que minhas mãos já estiveram.
Saudade das curvas do teu corpo, que são como as das montanhas das cordilheiras, dolorosa e a espera para que eu me perca entre elas mais uma vez.
Não desejo você, pois o desejo foi atrelado a morte, para que os homens pudessem matá-lo, entrego a você o meu amor, pois foi atrelado a vida, para que pudéssemos vivê-lo."
Ao fugir por medo de amar tornei-me refém da saudade. Não queria me relacionar, já havia me acostumado a gostar sozinho.
E o coração que antes só batia, apanha.
“Saudade é equinócio.
Equinócio é aquele evento atípico quando o dia e a noite tem a mesma duração.
A saudade é aquele raro momento quando a alegria e tristeza tem a mesma intensidade.”
"Soube que era saudade
quando houve perdão sem ocorrer pecado.
Quando notei que a lua não respeitou o dia.
Quando as asas antecederam o pássaro.
Quando o beijo chegou antes dos lábios.
Quando fiz duas porções para jantar só.
Quando houve dicotomia e minha alma se apresentou sem corpo.
Quando meu corpo sentiu o que meus olhos não enxergaram.
Quando fechei os olhos para enganar o meu cérebro.
Quando vi sua foto e a memória quis encarnar."
Dia da saudade
Lembro de quando era mais novo e nenhuma saudade morava em mim.
A saudade parece ser um diálogo silencioso entre quem ficou e quem segue.
Mia Couto a descreveu como uma tatuagem na alma, afirmando que só nos livraremos dela perdendo um pedaço de nós.
É a palavra que usamos para abraçar quem não está por perto.
Rubem Alves, ao nomeá-la, disse que a saudade é a nossa alma dizendo para onde quer voltar.
Acho que ela é o instante querendo reacontecer.
A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.
Sob os olhos de candura
Deita-se em resplendor.
Canta em melancolia
Versos de saudade.
Que há de ser do amanhã
Quando o horizonte chegar
Sem ninguém ao lado
Para tudo se compartilhar?
Sinto saudade da pureza do ar,
Da pureza pela pureza.
Sem cliques.
Do canto despretensioso dos pássaros.
Do toado das crianças que brincam
Sem pretensão de culpa,
Com presunção de inocência.
Do verde dos bosques rutilantes.
Do azul do céu só pelo azul
E nada mais.
Sinto saudade de quem eu era
Antes de escalar o monte dos pensamentos
E ser condicionado a ser o que sou.
Sinto saudade de mim.
Saudade
A ausência —
essa forma delicada do abismo —
habita-me.
Faz falta o que fui
quando me reconhecia em teu corpo.
Nunca imaginei sobreviver ao sem,
mas o sem revelou-se lâmina:
rasgou-me no limite do grito,
no atrito exato do desespero.
Por quê?
Que gesto foi esse
contra um coração ainda intacto,
tão ingênuo quanto fiel,
que já te sabia amor
antes mesmo do início?
A tua falta ecoa.
Ecoa como febre.
Desespero.
Paixão.
Delírio contido.
Imobilizo-me
para não ir atrás de ti,
para não desfazer o pouco
que ainda me sustenta.
O que era tudo
aprendeu a chamar-se nada.
E no centro desse vazio
tento reaprender o hábito de existir,
entre ruínas silenciosas
e consequências que fogem.
Estou morta —
não por ausência de vida,
mas por excesso de perda.
Morta estou.
E não posso
ter-te de volta.
R.Cunha
Um rio...
E quando deixamos a saudade seguir sozinha, há sempre um novo caminho, um rio que leva a nossa imaginação para distâncias incalculáveis, sem medo, vamos virando na próxima curva, lá, as opções são infindáveis, há beiradas onde a sombra ameniza o calor, e a brisa, parece gostar da nossa companhia.
by/erotildes vittoria
BRASIL, ESSA É SUA CARA?
Que saudade daquela terra indígena, onde o maior crime era deixar estragar a proteína, onde os banquetes eram tantos e não se consumia, onde não se tinha rebeldia e nem covardia, não se conhecia letras, mas boas palavras eram seu guia, sem saber, agradeciam a luz do Sol, um Deus que temiam, mas não entendiam o que era a lua que aos poucos se enchia... que bailarina...
E foi em um dia feio, que os barcos desceram dos seus navios, atracaram pela terra com seu covil, ofereceram presentes, compraram aquela gente, na baixa de um rio, e quem sorriu? Pedro? Alvares? Animal? Sem sal o tal, com lanças e flechas matando mais que um _______, isso foi real, nada leal, onde só existia bondade se espalhar o mal no país do Real.
Assim se fez a mistura, de uma raça que se diz nobre, com a raça mais pura, que loucura; e surgiu o surgimento que conhecemos há tanto tempo, nesse pequeno grande país violento, sem sentimento, nem conhecimento, o que era barro e madeira se tornou cimento, com filhos ao relento, tanta abundância e falta alimento, é muita informação e continuará sendo, mas não me rendo para aqueles que não me entendem eu finjo, que até os compreendo, tendo que entender o que é o sofrimento, só lamento.
Brasil, essa é sua cara? Uma ferida que não sara? Internado na UTI, jogado dentro de uma vala?
O que não se resolve na conversa, a violência escala e come bala que nunca para;
Nas redes sociais se pegam muitos pois não se usa mais a vara que corrigia o filho dentro de casa, a rua se torna sua sala, passa tudo para cá, e sua boca cala como se não fosse nada, um país que vive bolado e na 2ª. é sua ressaca, muitos morrem por falta de dinheiro, pois por dinheiro se matam, e criam asa se consumindo em fogo que arde em brasas, não se esqueça que na subida e descida se usa a mesma escada, que palhaçada.
Brasil, vamos mudar de casa em que momento?
Pare de usar máscaras e maquiagem desde seu surgimento
É hora de realmente fazer o desenvolvimento, um país tão rico de conhecimentos, onde se aprende com uma mula e um jumento, que tudo é questão de cada um descobrir o seu talento, junto do próprio sustento, enquanto alguns param eu continuo em movimento, quero ver meu país gigante, crescendo, dividir tudo o que tenho mesmo não tendo, se luto, brigo, vou pra cima, é porque sou de carne e carne tem sentimento, não quero abaixar seu salário, mas quero um aumento, para que a fome não seja um tormento, para os que fingem não ver eu estar te vendo, se quiser me ouvir fique aí, vou continuar lendo, escrevendo, para os que creem em uma vida melhor, eu peço continuem crendo, vivendo, sendo, para mudar essa cara de um Brasil violento!
Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!
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