Que Saudade dos meus 15 anos
Logo ali no gosto exposto...
Há um rosto escupido, ás vezes sonhos são banidos de nós com o tempo, leva o vento.
Invertendo...Não têm perdão, os canalhas autoritários também envelhecerão a carne, porque d'espírito já o são.
Todos somos insubstituíveis à medida que invariável somos, cada qual no seu estilo mutável, afinal somos mutantes.
Existem palavras ditas que são tão poéticas que nas estrelas retumbam e acendem feito pingentes brilhantes no céu...
Jogo de palavras:
Se até sempre vivas flores lindas e puras morrem, imagine a criatura que nada tem de flora de flor ou de pura.
O sempre depende do tempo, depende do vento da direção, depende sempre do tamanho do Amor em herança que deixaremos.Se agradecidos, agraciados formos engrandecidos nosso possível sempre, sempre existirá.
Nas cercanias, poesia na fortaleza de nós apregoa frio e garoa inverno em Sampa lava a cidade de pedras esfria a alma.
Quando algo te abala
Algo outro quebra tua fala
tranca-te por dentro em particular,
ninguém consegue seu mundo adentrar
Bem aventurado aquele que ama o branco o negro o amarelo o ameríndio, somos todos meio selvagens meio índios...
Todos temos a percepção
Mas nem todos são capazes de aproveitá-la
alguns ignoram quando o instinto nos fala, simplesmente nada sentem, talvez daí nossa dificuldade de entender a mente alheia, falta "percepção"a conexão fica interrompida e isso só aumenta as dificuldades da vida.
Levanta-te, caminha...
Se arrima se arruma
Vai dar uma voltinha
Quem sabe nessa encruzilhada
Tua volta cruza com a minha
Se arriba e apruma a coluna
A vida é cheia de gente una
Tem luna, tem luz, tem poente...
Peito estufado, olhos estrelados
Abdome camuflado
Olhos bem abertos, atentos
Corre que ainda dá tempo
De ver o dia fluir bem poético...
O poeta soprou o sol
Hipoteticamente por fantasia
Poeticamente falando...
Só Poesia...
Já tive alcunha de Canela
Esse epiteto poético me fazia roer as unhas
Tamanha era minha insatisfação
Mentira, ligava não era só um modo de ligação
O apelido mais humano, dado pelo falecido mano...
Não por minha cor castanha avelã
Mas pelas canelas finas de menina
Que pareciam canelinhas de rã...
Hoje não mais...
O tempo passou e me revelou
Remodelou minhas pernas e coxas
Já faz tanto tempo isso, poxa...
Têm lembranças que são eternas
Sempre que vejo meus membros inferiores
Me lembro que são locomotores
Sorrio louco motor é o pensamento disperso
Me agracejo pelo avesso e me viro para o lado de dentro
As almas mudam suas instâncias e estatutos
Reverso o tempo ás vezes é justo
Nos concede indulto de boas lembranças
Já tive alcunha de Canela
Esse epiteto poético me fazia roer as unhas
Tamanha era minha insatisfação
Mentira, ligava não era só um modo de ligação
O apelido mais humano, dado pelo falecido mano...
Não por minha cor castanha avelã
Mas pelas canelas finas de menina
Que pareciam canelinhas de rã...
Hoje não mais...
O tempo passou e me revelou
Remodelou minhas pernas e coxas
Já faz tanto tempo isso, poxa...
Têm lembranças que são eternas
Sempre que vejo meus membros inferiores
Me lembro que são locomotores
Sorrio louco motor é o pensamento disperso
Me agracejo pelo avesso e me viro para o lado de dentro
As almas mudam suas instâncias e estatutos
Reverso o tempo ás vezes é justo
Nos concede indulto de boas lembranças
O silêncio me assusta inclusive o meu próprio
Quando fujo do óbvio de alguns colóquios
É por não saber mais o que dizer
expressamente a coisa vai mal...
Acaso
Já que o acaso ocasiona
Que o destino extravasa
Que o tempo não estaciona
Vamos acender as estrelas
Uma a uma e deixá-las em brasa
Um brinco sempre procura uma orelha
Uma ovelha negra faz a revolução
Mas a semente que o Uno une em conspiração
Só depende da estação apropriada para a floração
Para cada par de orelhas
Há una ovelha!
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