Que meus Pes me Levem
Ter amigos é ter a chave para abrir as portas das possibilidades, meus amigos nem sabem o quanto são meus, creio eu que nunca perceberam o amor, a fidelidade, no qual, lhes devoto com absoluta sinceridade que tenho a eles... Eu não fiz amigos, mas sim reconheci os meus irmãos!
Seus olhos são Esmeralda que me provocam na equação dos meus passos... Calculando a medida desmedida do meu coração;
Muita dàs vezes me entusiasmo com os meus sonhos
Às vezes tenho vontade de seguir para algum lugar onde ninguém me conheça... Bem distante;
Eu quase sempre ando muito ocupado
Mas para os meus amigos sinceros, eu arrumo um tempo deixando o meu trabalho de lado
E para os que eu não tiro do coração
Eu busco lisonjear, entendendo que é uma forma de retribuição
Pois cada um dos meus amigos eu os trato como irmãos
Eu tenho toda positividade e acredito que todos nós caminhamos na mesma direção...
Porém, cumprimento os meus amigos para ter sonhos suaves e doces
Com todo carinho e respeito eu desejo uma boa noite!
Eu rodeio as minhas origens balbuciando as minhas positividades imperfeitas
E os meus primordios é a fascinação das minhas narrativas
Quando nem sei de qual seria a minha maneira!
Meus pontos fortes são criatividade, apaixonado, generosidade, caloroso, intensidade, alegria e bom-humor.
Abro meus olhos, mas era apenas um sonho. Acordo assustada - ainda sinto sua mão quente a tocar meu rosto. E o som do teu riso parece que ainda ecoa nas paredes do quarto... indo e voltando - e me acertando.
Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.
Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.
Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.
Meus filhos.
Amei vocês no segundo em que lhes senti, vibrei a cada batida de seus coraçõezinhos.
Me apaixonei no minuto em que vocês nasceram, e quando olhei para os seus rostinhos...senti o maior amor do mundo, só tinham um minuto de vida e eu já morreria pelos dois. E hoje ainda é assim.
Quando resolvi ter vocês, tomei a decisão consciente de permitir que o meu coração caminhasse fora do meu corpo...e essa foi a melhor decisão da minha vida!
Amo vocês...sempre!
☆Haredita Angel
"Alma gêmea de minh'alma, dai-me te encontrar.
Ó bailarina das estrêlas.
Sonhos dos meus sonhos.
Doce quimera da minhas ilusões.
Fantasia maior do meu lobo frontal que ativa toda minha reptilianidade de macho. Puxo-te pelos cabelos, escondo-te nas cavernas do meu coração e devoro-te....vida da minha vida, ser do meu ser da mais pura essência humanizada pelo barro de Deus."
☆ Haredita Angel
Há manhãs em que o céu parece ter riscado meus planos. Reescrevo com caneta de paciência. Algumas letras saem tortas, mas ainda dizem algo. Aprender a reescrever é dom que a vida impõe. E a cada versão, eu sou menos imaturo.
Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.
Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.
Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.
Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.
Fico calado porque explicar cansa.
O barulho por dentro não aceita plateia.
Meus dias viraram caos sem canção,
não há melodia quando a vida aperta o pescoço —
apenas silêncio e resistência.
Já mendiguei migalhas passageiras,
não por fraqueza, mas por sobrevivência.
Aprendi que o orgulho também se dobra
quando a realidade pesa mais que o peito.
Ainda assim, não o joguei fora:
recolhi cada pedaço espalhado
dessa alma sofrida que insiste em ficar de pé.
Não revelo o caos que vivo agora
porque nem todo abismo precisa de testemunha.
Algumas guerras são travadas calado,
com dentes cerrados e passos firmes.
Quem me vê quieto não vê rendição —
"Desejos meus de que você seja muito feliz. Tenha muito sucesso. Esbanje alegria. Esteja sempre em boa companhia...e que venha 2016!"
☆Haredita Angel
