Que meus Pes me Levem

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Meu silencio está falando mais alto
Meus sentimentos estão falando por mim
Minhas lagrimas estão falando por meu coração
Minha voz já não diz mais nada
Apenas minhas atitudes

Empréstimo.
Pedi a meus sonhos um adiantamento de felicidade. Como estou em débito com a esperança, foi negado.

Por você
cometo
pecados capitais
debaixo
da minha saia
nos meus
pontos
cardeais!

Por você
todos
meus desejos
são
imorais!

De repente
minha gula
te devora
numa mordida
e minha
luxúria
insaciada
pede
mais!

Meus críticos despertaram um gigante adormecido.

Acho que te amava sem te conhecer
Sei lá se era destino, se era magia
Aparecia nos meus sonhos e depois sumia
Alimentando cada vez mais minha fantasia

Das lembranças desse ano, levo na bagagem os sorrisos que presenciei dos meus amigos, meus amados e companheiros alunos. Em um dos bolsos, as imagens do sol dourado refletindo na lagoa e dos pássaros cantando na minha varanda, no outro tudo aquilo que conquistei os diálogos, os pedidos de ajuda, a mão que estendi, os vários amigos que conquistei, as brincadeiras, os sorrisos (nossa quanto sorrisos). No coração que bate forte carrego todos os sonhos conquistados e os ainda sonhados, minha família, minhas dores, as mágoas da mesquinhez, do sarcasmo... mas deixa pra lá, porque acima de tudo o MAIOR supera o MENOR. Este ano plantei muitas flores em meu jardim e graças a elas exalo o perfume da minha FELICIDADE!

Psiu...
É proibido
Pisar nos meus sonhos, viu?
Guria da Poesia Gaúcha

E de todas as brincadeiras que eu gosto... a melhor delas é te submeter aos meus caprichos..

Eu invejo quem tem um sonho para seguir e está seguindo, por que eu fui obrigada a desistir dos meus.

Um dia eu parei e começei a planejar a minha vida, começei a tecer meus sonhos e tudo o que eu queria, hoje acordei e minhas tapeçarias com tão belas realizaçõs foram queimadas, destruídas e a realidade,veio me bater a porta e agora começei a usar esse carpete mofado e sujo, chamado vida.

Que os ventos de Oyá afastem todo o mal dos meus caminhos. Amém.

Os meus repressores são também meus operários. Não revido as ofensas para não atrapalhar em quanto trabalham na construção dos degraus da escada que me levará ao sucesso.

Estou morto. Embora ainda se encontre ar em meus pulmões, embora meu corpo se movimente ainda, mesmo que meus sentidos e membros funcionem, estou morto, pois em mim não há mais o brilho nos olhos, nem a paz e o amor que outrora habitava minha alma ali se encontram mais... Portanto, estou morto, ainda que vivo, mas morto.

"Estou perdido. Meus remos se quebraram, e este oceano de frustrações parece tanto ser interminável, sendo engolido pelos horizontes em quaisquer direção que eu tente enxergar uma saída, uma ilha deserta pra mascarar as minhas aflições e pânicos descontrolados. O barco está rachando, e já são tantas nuvens plúmbeas que se aproximam denunciando a chuva que vem, sedenta por destruição e mais destruição. O vento sopra as minhas velas, conduzindo-me ao desconhecido. Nada sei do futuro, nem de seus planos pra mim. O sol vai morrendo com o passar das dores, dando lugar a escuridão que logo chega, vendando-me, para que meus olhos não gritem lágrimas de medo ao encarar o fim de minha insignificante existência. As ondas ao meu redor parecem me consolar, e me convidar às tuas profundezas cadentes, às tuas fendas inalcançáveis e soturnas. Não me falta o medo de nadar, nem a vontade de voar. Às vezes só não enxergo em meu barco, forças para continuar."

Eu sou como um jornal. Tenho meus dias, meus meses, meus anos, sejam eles bons ou ruins. Trago sempre comigo notícias, sejam elas de inverno ou jardim. Anuncio um mês e um ciclo, sou também preto e branco e quando me dão liberdade fico parte colorido. Muitos me dão valor, outros ainda darão. Alguns já se foram, outros ainda se vão. Tenho curiosidade, mergulho em qualquer assunto, qualquer música, em qualquer mundo. Viveremos em Marte se é que o mundo acabou. Sei que vivo no mundo da lua quando sozinha estou. Os caminhos percorro ao encontro sempre de algo a fazer. Ser feito e ter feito são dois obstáculos a vencer. Procuro um futuro velho, de alguem que ainda tem que viver. A vida está aqui em mim, por onde ando, caminhos sem fim. Quase sempre na mesma fonte, Verdana, me chame assim, no início meio esquisita no fim só tem olhos pra mim. To sempre bem arrumada, cabelo cortado e unha feita, sapato de salto e vestido de seda. Tudo pra viver como eu sei, nesse mundo guerreiro e aflito. Impresso em mim só não está se parecer não ter soluções. Pra tudo eu tenho quem apóie: mãe, pai, tio e doutor, aquele que eu não conheço, aquele de quando é dor. Vai que sem rumo eu rasgo no meio da rua do Ouvidor. Vou me mudar pra outro estado com aquele que me encontrou. É essa minha vida de riscos, acho que não sei viver, porque se eu soubesse, teria de estar com você. O perdi em alguma outra rua, num beco, em algum museu. Não sei como você esta, se serve pra peças frágeis, segura pra não quebrar. Você é uma página perdida na multidão, mas quem sabe um dia ainda acho, o mundo não é grande não. Uma página de esportes, onde estaria você? Espero que esteja na sorte, aquela que um dia vou ter. Um dia a gente morre, um dia a gente tem que morrer. Extinção dessa nossa espécie, substituida por PC. Aqueles robôs que se mexem, só sei que não sao meus irmãos, porque se meus irmãos fossem, não custariam um tustão. A vida sempre acaba, de um jeito e de outro também. Os ricos não sabem de nada, quem sabe é o povo que tem. Tem o papel preto e pranco, papel de jornal vai e vem. O rico só sabe de esquerda, egoísmo é só o que tem. Jornal, papel fino e sábio, sabe do valor que ele tem, que move o mundo de cima, quer conhecê-lo também. Só quer ser colorido, encontrar o esporte perdido e nesse mundo notar o que tem de sempre ser lido.

Meus olhos criminosos viram suas mentiras

Minha atenção é desatenta demais, e o foco me sufoca. Eu e meus pavores. É um grande problema me acompanhar, principalmente porque raramente sei onde ir.

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor.

Paulo Sant'Ana

Nota: Trecho de texto escrito pelo jornalista brasileiro Paulo Sant'Ana. Algumas fontes também o atribuem, de forma errônea, a Vinicius de Moraes. Link

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Venha a mim esta noite, una seus pensamentos aos meus. Escute a música de suas batidas e deixa-te ir. Apegue-se a mim e deixe-me levar-te.

Me cegas no primeiro encontro e verás em todos as manhãs meus olhos brilharem de amor por ti