Quanto Vale um Abraco

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Torna-me como selo (tatuagem) em teus braços, porque o amor é tão forte quanto a morte.

Salomão

Nota: Adaptação de trecho de Cânticos 8:6

O que você ganha ao atingir seu objetivo não é tão importante quanto o que você se torna ao atingir seu objetivo.

Zig Ziglar
Biscuits, Fleas, and Pump Handles, 1974.

Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a Johann Wolfgang von Goethe e Henry David Thoreau.

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Ninguém sabe quanto tempo tem para ficar com as pessoas mais importantes para nossas vidas, Aproveite.'!

"A Deus, entregamos as coisas impossíveis, quanto às coisas possíveis, façamos nós. Deus faz milagres, não nosso dever de casa."

- Não há nada tão triste quanto uma criança levada - começou - especialmente uma menininha levada. Sabe para onde vão os maus após a morte?
- Vão para o inferno - foi minha pronta e ortodoxa resposta.
- E que é o inferno? Pode me dizer isso?
- Um poço cheio de fogo.
- E você gostaria de cair nesse poço, e ficar lá queimando para sempre?
- Não, senhor.
- Que deve fazer para evitar isso?
Eu pensei por um momento; minha resposta, quando veio, era contestável:
- Devo me manter em boa saúde, e não morrer.

Impressionante o quanto você faz falta
e o quanto encontro você em mim.

Noite em Salvador, 01 de Novembro de 2008

[...] o médico também 'está em análise', tanto quanto o paciente. Ele é parte integrante do processo psíquico do tratamento, tanto quanto este último, razão por que também está exposto às influências transformadoras. Na medida em que o médico se fecha a esta influência, ele também perde sua influência sobre o paciente. E, na medida em que essa influência é apenas inconsciente, abre-se uma lacuna em seu campo de consciência, que o impedirá de ver o paciente corretamente. Em ambos os casos, o resultado do tratamento está comprometido.
(in A Prática da Psicoterapia)

"São nos momentos de ausência que vemos o quanto nos faz falta aquele carinho
que antes pouco importava"

Quanto a ti, já reparastes como o mundo parece feito de pontas e arestas? Já chamei tua atenção para a escassez de contornos mansos nas coisas? Tudo é duro e fere. Observo, observas como ele se move sem choques por entre os gumes. Te parece dócil, assim sinuoso, evitando toques que possam machucá-lo? Pois a mim parece falso, conheço bem suas tramas e sei de todas as vezes que concedeu para que o de fora não o ferisse. Olha, ouve, repara: essas sinuosidades são de cobra, não de ave.

Quanto mais tento entender de mim
menos me encontro
mais me surpreendo

Eu nunca

Disse: que EU era perfeita

Mais EU me conheço
O bastante

Para mostrar
O quanto tenho qualidades

E que elas
Ofuscam todas as IMPERFEIÇÕES

Que EU
Carrego dentro de MIM.

Tão importante quanto o ar que eu respiro são minhas leituras, eu devoro livros. Tenho fome de conhecimento.

⁠Quanto mais a gente se encontra,
mais tenho a certeza de que você não me ama,
a cada vez que você me olha fundo nos olhos,
cada vez mais tenho a certeza de que pra você nunca foi amor.

E se me perguntar o quanto
amo você,
sem dúvida vou te responder.
O tempo todo, todo dia, toda noite,
e por toda minha vida.

Quanto menos experiência se tem, mais se quer aparecer.

– Essa sala é assustadora. (Soos)
– Nem tanto quanto o histórico do Dipper na internet. (Mabel)

A verdade fica mais bonita nua, e a impressão que ela causa é mais profunda quanto mais simples for sua expressão.

Quanto mais vivo menos conheço as pessoas!
Decepção graças a Deus não mata, só nos faz mais atento e mais experiente!

Colcha de retalhos...

Acho que minha vida é isso... ‘uma colcha de retalhos’, que quanto mais se desgasta menos bela é.
Eu sou feita de tantos retalhos e minhas ilusões são os remendos que fazem com que esses retalhos, pedacinhos de mim, permaneçam juntos. Mas os remendos estão se tornando cada vez mais gastos, o tecido apodrece cada vez mais depressa e a única coisa que consigo enxergar são os pedacinhos que vão se perdendo no caminho.
Hoje essa colcha já não me protege como antes, nem do frio, nem do medo, já não basta esconder a cabeça para que o sono venha, percebi que o mal que me assombra não é o que está fora, no escuro, mas sim o que se apodera do interior, e eu não tenho tido forças para reprimi-lo, é a inocência em confronto com a realidade, da qual não tenho como fugir.
E nesse ritmo vou perdendo, retalhos, alguns pedacinhos, e remendando outros, mas mo fim não é mas minha colcha, é apenas um pano velho costurado pela vida.

Quanto menor for o coração, mais ódio ele pode abrigar.