Quanto Vale um Abraco

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Quanto mais depender de Deus, mais forte você se tornará. Então, para de forçar a barra, pare de cobrar, pare de reclamar, não fale mais nada, e apenas ore. Converse com Deus. Peça a Deus, clame a Deus, reclame com Deus, pedindo perdão, é claro.

Ao ler agora, tua instigante carta, questiono-me do quanto sou ingênua, pois nunca notei tua presença. Sei que há tempos tu me sondas e de longe ama em silêncio, assim mesmo tu me disse.

Faça de tudo que puder para não perder a calma. Tão rápido quanto chegam os pensamentos perturbadores, tão rápido se pode expulsá-los. Serenidade sempre!

Quanto tempo ainda vai esperar pra arriscar sem medo de errar ? Quantas coisas quis fazer, mas na hora deu pra trás ? Há coisas na vida, que não podemos adiar. Viva agora. Esse é o momento. Viva o hoje como se o amanhã não fosse chegar. Se algo deu errado, volte, faça outra vez.. Se tem uma opinião, expresse-a. Se tem um amigo, abrace-o. Se tem um amor, ame. Diga ás pessoas a importância delas em sua vida. Diga para cada o quão te fazem bem e te importam. Diga 'eu te amo' quantas vezes puder. Mas não diga se realmente não for isso que sentir. 'Eu te amo' tem valor. Não engane. Quantas chances acha que precisa pra corrigir seu erro ? Quanto tempo ainda acha que tem pra dizer o que sente ? Pra fazer o que sonha ? Pra viver como quiser ? Não deixe pra amanhã, o que tem ou quer fazer hoje. Aja. Mas aja agora. Não adie sua felicidade. Ela não vem até sua porta. Por isso, vá, corra atrás dela enquanto há tempo. Converse, brinque, abraçe, beije, faça. Mas faça hoje.
- Pouco resta a fazer além de enterrar um homem, quando o último de seus sonhos está morto .

Quanto mais amo a humanidade em geral, menos amo os homens em particular, ou seja, em separado, como pessoas isoladas.

É muito fácil você apontar os erros meus
Você não sabe o quanto o meu coração sofreu
Tenho certeza, se você estivesse em meu lugar
Você iria perdoar

⁠Sei que não falo isso tanto quanto deveria, mas saiba que você é muito especial para mim. Tenho uma gratidão enorme por você trazer tanta cor e tanta alegria para minha vida!

Aprenda uma coisa:

" - Quanto mais as pessoas falam mal de mim pelas costas, mais eu gosto, porquê na verdade que está perdendo, não sou eu, mas sim elas mesmas!!"

" - Quem fala mal nas suas costas é porquê não tem capacidade de falar na sua cara...."

"- Aquelas pessoas que mais me odeiam e adoram falar mal de mim pelas costas, são aquelas que mais me admiram secretamente."

Carta para quem talvez nunca tenha imaginado o quanto

Eu não sei exatamente em que momento você começou a morar aqui. Talvez tenha sido antes de eu perceber. Talvez tenha sido naquele primeiro instante em que alguma coisa em você me chamou a atenção de um jeito que eu não soube explicar. Não foi necessariamente uma frase, um gesto, uma beleza específica. Foi qualquer coisa mais difícil de nomear. Uma espécie de reconhecimento sem memória. Como se meus olhos tivessem encontrado alguma coisa que meu coração já conhecia.

E isso é estranho. Porque eu sempre desconfiei dessas coisas que chegam sem pedir licença. Sempre achei um pouco perigoso aquilo que nos tira do lugar, aquilo que começa pequeno e, quando percebemos, já encontrou uma gaveta dentro de nós onde ninguém mais tinha entrado. Você fez isso. Entrou sem fazer barulho. E talvez seja por isso que demorou tanto para eu admitir. Eu poderia dizer que foi apenas curiosidade. Que gostei de conversar com você. Que achei interessante a maneira como você pensa, a maneira como olha, a maneira como existe no mundo. Poderia. Seria mais fácil. Mas há uma diferença enorme entre aquilo que é fácil de dizer e aquilo que é verdade.

E a verdade é que eu me interessei por você. Mais do que deveria, talvez. Mais do que eu pretendia. E, principalmente, mais do que eu deixei transparecer. Porque existem interesses que são leves. A gente conhece alguém, gosta da companhia, sente vontade de conversar outra vez. E existem aqueles que começam a ocupar um lugar diferente. Você ocupou esse lugar. Comecei a querer saber coisas que não eram necessárias. O que você pensa quando está sozinho. O que te faz sorrir de verdade. O que te entristece e você não conta. O que você procura quando ninguém está olhando. Que tipo de silêncio você prefere. Que música te encontra quando o dia pesa. Que lembrança ainda consegue tocar você.

E comecei a perceber que meu interesse já não era apenas por aquilo que você me mostrava. Eu queria conhecer aquilo que você escondia. Talvez seja aí que o sentimento comece. Quando a curiosidade deixa de ser sobre a superfície e passa a desejar profundidade. Eu quis conhecer você. Não a versão que aparece para o mundo. Você. E isso me assustou um pouco. Porque conhecer alguém é uma forma silenciosa de se colocar em risco. A gente começa querendo descobrir o outro e, quando percebe, está oferecendo partes de si também. Foi assim comigo. Enquanto eu tentava entender você, você foi encontrando caminhos para dentro de mim. E eu nem percebi quando aconteceu.

Há coisas que eu nunca te disse. Não porque não existissem. Justamente pelo contrário. Algumas coisas permaneceram caladas porque eram grandes demais para caber numa conversa qualquer. Eu pensei em você muitas vezes. Em momentos completamente inadequados. No meio de alguma tarefa. Enquanto ouvia uma música. Quando alguma coisa me lembrava uma conversa nossa. Quando eu via determinada paisagem. Quando acontecia alguma coisa que eu imediatamente pensei: isso faria sentido para ele. E talvez você nem imagine a quantidade de vezes em que esteve presente em pensamentos que nunca chegaram até você. É curioso como alguém pode estar tão ausente da nossa rotina e, ainda assim, tão presente dentro dela.

Você não estava aqui. Mas aparecia. E eu acho que esse é um dos mistérios mais bonitos e mais cruéis do afeto. A presença nem sempre precisa de presença. Às vezes, basta uma lembrança. Uma voz. Um jeito de olhar. Uma frase. Uma possibilidade. Sim, uma possibilidade. Talvez tenha sido isso que mais me prendeu. A possibilidade. O que poderia existir entre duas pessoas quando elas finalmente deixam de medir tanto os passos. O que poderia acontecer se ninguém tivesse medo. Se ninguém tentasse parecer menos interessado do que realmente está. Se ninguém esperasse o outro dar o primeiro sinal. Se não houvesse orgulho. Se não houvesse distância.

Se simplesmente pudéssemos dizer: eu gosto de você. Eu quero conhecer você. Eu tenho curiosidade sobre nós. Eu penso em você. Eu sinto sua falta. Eu gostaria que você estivesse aqui. Talvez seja muito. Talvez seja exatamente o necessário. Eu não sei se você percebeu algumas das minhas tentativas. Talvez tenha percebido. Talvez tenha interpretado como outra coisa. Talvez eu mesma tenha feito questão de esconder tão bem que até você acreditou que não havia nada ali. Mas havia. Havia interesse. Havia expectativa. Havia aquele pequeno movimento interno toda vez que seu nome aparecia. Havia a vontade de prolongar uma conversa que já poderia ter terminado. Havia a vontade de saber mais. Havia aquela espera disfarçada de indiferença.

E havia também medo. Medo de gostar mais do que deveria. Medo de demonstrar e descobrir que o sentimento não era correspondido na mesma medida. Medo de criar uma história inteira a partir de pequenos sinais. Porque quem sente também inventa. Às vezes, inventa futuros. Inventa encontros. Inventa conversas que nunca aconteceram. Imagina como seria ouvir determinadas palavras da boca de alguém. Imagina uma mão encontrando outra. Um abraço demorando um pouco mais. Um olhar que não precisa fugir. Um silêncio que não constrange. Eu também imaginei. Mais do que você poderia imaginar.

E talvez essa seja uma das minhas maiores confissões. Eu imaginei você perto. Não necessariamente de uma maneira grandiosa. Não precisei imaginar grandes acontecimentos. Às vezes eu só imaginava você chegando. Sentando perto. Falando qualquer coisa. Me olhando daquele jeito que talvez você nem saiba que tem. E eu descobria, dentro da minha própria imaginação, que algumas presenças não precisam fazer nada extraordinário. Elas simplesmente tornam o lugar diferente. Você tem esse efeito em mim.

Eu também pensei nas coisas que não aconteceram. E isso é estranho porque normalmente sentimos saudade do que vivemos. Eu sinto, às vezes, saudade de coisas que nem chegaram a existir. Saudade de uma intimidade que não tivemos. De conversas que não terminamos. De encontros que poderiam ter acontecido. De momentos que ficaram apenas na possibilidade. Talvez exista uma espécie de saudade do futuro. Uma saudade antecipada daquilo que poderia ter sido. E talvez seja isso que acontece quando alguém desperta em nós uma possibilidade bonita demais para ser ignorada. A gente começa a sentir falta antes mesmo de possuir.

E eu não quero possuir você. Essa talvez seja outra coisa que preciso dizer. Eu quero encontrar você. Há uma diferença enorme. Possuir é querer garantir. Encontrar é querer conhecer. Eu não quero colocar você dentro de nenhuma definição. Não quero transformar o que sinto em cobrança. Não quero transformar carinho em obrigação. Não quero que você fique porque percebeu que alguém gosta de você. Quero que fique se também houver em você essa vontade. Porque, para mim, reciprocidade sempre foi mais bonita do que insistência. Eu não quero convencer ninguém a me escolher. Quero ser escolhida.

Talvez por isso eu tenha ficado tantas vezes em silêncio. Não por falta de sentimento. Mas porque algumas coisas perdem a beleza quando precisam ser imploradas. Você sabe o que é mais curioso? Eu não queria gostar de você desse jeito. Não havia nenhum plano. Nenhuma decisão. Nenhuma intenção. Foi acontecendo. E talvez seja justamente isso que torna tudo tão verdadeiro. Eu não sentei diante da vida e disse: agora vou gostar dessa pessoa. Não. Aconteceu enquanto eu estava vivendo. No meio de outras coisas. Enquanto tentava entender meus próprios caminhos. Você simplesmente apareceu em algum lugar entre um pensamento e outro. E ficou.

Talvez tenha sido por isso que eu demorei tanto para chamar pelo nome. Porque nomear um sentimento é também reconhecer que ele existe. E eu não estava pronta. Ainda não sei se estou. Mas hoje consigo dizer. Eu gostei de você. Eu gosto de você. E existe alguma coisa em mim que ainda gostaria de descobrir até onde isso poderia chegar. Pronto. Está dito. E olha como o mundo não acabou. Talvez algumas verdades só pareçam assustadoras enquanto permanecem presas dentro da gente. Quando saem, respiram.

Também preciso confessar que houve momentos em que eu quis que você percebesse sem que eu precisasse dizer. É uma expectativa meio infantil, eu sei. Mas existe. Eu queria que você notasse uma mudança na minha voz. Um cuidado diferente. Um silêncio mais comprido. A maneira como eu olhava. Queria que você entendesse certas entrelinhas. Que percebesse quando uma pergunta era, na verdade, vontade de proximidade. Quando uma conversa aparentemente casual escondia a vontade de ficar mais um pouco. Quando um simples "como você está?" queria dizer: me conta tudo. Me deixa entrar. Me deixa conhecer esse lugar onde você se esconde.

Mas talvez eu tenha esperado demais dos seus olhos. Talvez ninguém seja obrigado a decifrar aquilo que não foi dito. Talvez eu tenha confundido delicadeza com comunicação. Porque amar ou gostar também exige coragem. E eu nem sempre tive. Algumas vezes eu fui covarde. Fingi não esperar. Fingi não me importar. Fingi que tanto fazia. Quando não fazia. E você talvez nunca tenha sabido.

Há uma parte de mim que gostaria de perguntar: Você também pensou em mim? Em algum momento, meu nome apareceu no seu pensamento sem motivo? Você já quis me procurar e desistiu? Já abriu uma conversa e ficou olhando para a tela? Já teve vontade de me dizer alguma coisa e decidiu guardar? Já imaginou como seria se a gente tivesse mais tempo? Já sentiu falta sem saber exatamente de quê? Eu gostaria de saber. Não por vaidade. Por humanidade. Porque existe uma solidão muito particular em sentir algo sozinho.

E talvez eu esteja escrevendo esta carta justamente para atravessar essa distância. Não para exigir respostas. Mas porque, às vezes, a verdade precisa existir fora da nossa cabeça. E a minha verdade é que você me despertou. Despertou curiosidade. Desejo. Ternura. Vontade. E uma espécie de esperança que eu não pedi. Você me fez olhar para algumas partes de mim que estavam quietas. E isso, por si só, já significa alguma coisa.

Eu não sei o que faremos com tudo isso. Talvez nada. Talvez esta carta seja apenas uma carta. Talvez amanhã a vida continue exatamente como estava. Talvez você leia, sorria, fique em silêncio e siga seu caminho. E eu seguirei o meu. Mas existe uma beleza estranha em saber que, pelo menos uma vez, eu não escondi. Eu não diminuí. Não disfarcei. Não fiz parecer menos importante para parecer mais segura. Eu simplesmente disse.

Eu gostei de você. Eu me interessei. Eu pensei. Eu imaginei. Eu quis. Eu esperei. Eu senti. E talvez tenha sido uma das coisas mais bonitas que me aconteceram. Porque nem todo sentimento precisa virar história para ter sido verdadeiro. Alguns sentimentos existem para nos lembrar que ainda somos capazes de ser tocados. Ainda somos capazes de desejar. Ainda somos capazes de esperar. Ainda somos capazes de olhar para alguém e sentir que existe alguma coisa ali que não sabemos explicar.

E talvez você tenha sido isso para mim. Uma coisa inexplicável. Uma dessas pequenas desordens bonitas que a vida provoca quando quer nos lembrar que ainda estamos vivos. Se um dia você me perguntar quando tudo começou, talvez eu não saiba responder. Talvez eu diga que foi aos poucos. Talvez tenha sido naquele primeiro olhar. Talvez numa conversa. Talvez em alguma coisa que você nem percebeu que fez. Ou talvez tenha começado antes, naquele lugar misterioso onde as pessoas se encontram antes mesmo de saberem que estão se encontrando.

Não sei. Mas sei quando percebi. Foi quando comecei a esperar. E esperar por alguém é uma das formas mais silenciosas de confessar interesse. Porque a gente pode dizer que não espera. Pode ocupar as mãos. Pode seguir a rotina. Pode conversar com outras pessoas. Pode fingir que não olha o telefone. Mas o coração sabe. Ele sabe exatamente quem espera. E eu esperei você algumas vezes. Talvez ainda espere. Só não sei mais se devo chamar isso de espera.

Talvez seja apenas uma porta que eu não fechei. Porque ainda existe em mim uma curiosidade bonita sobre nós. Não uma promessa. Não uma exigência. Uma possibilidade. E, se algum dia você quiser atravessá-la, talvez encontre alguém que não estava procurando por você, mas que ficou feliz quando você apareceu. Alguém que não precisa que você seja perfeito. Que só gostaria que você fosse verdadeiro. Alguém que não quer ser perseguido nem perseguir. Que gostaria apenas de sentir que existe vontade dos dois lados.

Alguém que não quer uma história inventada. Quer presença. Olho no olho. Conversa. Cuidado. Desejo. Riso. Silêncio. Abraço. Verdade. Talvez seja simples. Talvez seja tudo.

E agora que escrevi tudo isso, sinto vontade de apagar. Não porque não seja verdade. Mas porque algumas confissões ficam enormes depois que saem da gente. Enquanto estavam dentro, pareciam pequenas. Agora ocupam sete páginas. E talvez seja isso que o sentimento faça. Ele começa como uma palavra. Depois vira pensamento. Depois saudade. Depois vontade. Depois silêncio. E, quando finalmente encontra coragem para sair, percebemos que sempre foi muito maior do que imaginávamos.

Então não. Eu não vou apagar. Vou deixar que exista. Como existem todas as coisas que, de algum modo, tocaram a nossa vida. Você existiu em mim. Existe. E talvez amanhã exista de outra maneira. Mas hoje, pelo menos hoje, eu queria que você soubesse: eu não fui indiferente. Nunca fui. Só fui cuidadosa demais com aquilo que sentia.

E talvez, no fundo, eu estivesse esperando que você tivesse coragem de descobrir sozinho. Agora você sabe. O resto... o resto eu deixo para a vida. Porque algumas histórias não precisam ser empurradas. Se forem verdadeiras, encontram um jeito de continuar. E, se não continuarem, ainda terão sido verdadeiras enquanto existiram.

Quanto a mim, fico com a parte mais bonita: a de ter encontrado alguém que, sem sequer perceber, fez meu coração sair um pouco do lugar. E talvez você nunca saiba o tamanho disso. Mas agora, pelo menos, sabe que aconteceu. E isso já é uma forma de encontro.

Jorgeane Borges
Publicado em 8 de outubro de 2026

Na verdade, se nosso coração não estiver engajado no louvor que manifestamos, não importa quanto sejam magníficos os momentos musicais, eles não passam de mera música.

Sinceramente não me provocam as caras feias e os narizes retorcidos quanto a minha conduta...Eu não vim para agradar, nem bancar a babá de bebê chorão...Eu vim buscar meu lugar ao sol e não to nem ai se eu costumo ofuscar quem permanece à sombra!

Quando acho que nada mais dará certo
Penso em você
E lembro o quanto difícil e demorado foi te encontrar ...

Sentimos uma grande mudança quando deixamos de pensar no que perdemos e percebemos o quanto a pessoa perdeu.

Será que ele sabe...
Será que ele sabe o quanto eu gosto dele?
Será que ele sabe a importância que tem para mim?
Será que ele sabe que é a único homem que mexe realmente comigo?
Será que ele sabe que é uma prioridade na minha vida?
Será que ele sabe que nunca estou ausente para ele?
Será que ele sabe que representa papel principal na minha vida?
Será que ele sabe que se tornou e vai continuar a ser dono do meu coração?
Será que ele sabe que faço tudo para vê-lo feliz?
Será que ele sabe que é uma parvoíce pensar que estou a dispensar-lhe menos atenção do que o habitual?
Será que ele sabe que penso nele 3467895748592576 vezes por dia?
Será que ele sabe que espero dezenas cada segundo pensando que posso ter alguma mensagem, recado ou telefonema dele?
Será que ele sabe que se a saudade fosse quantificavel,a que sinto por ele tenderia para infinito?
Será que ele sabe que nunca estou ocupado para ele?
Será que ele sabe que jamais lhe negarei algo?
Será que ele sabe que o meu coração está repleto de imagens e de recordações suas?
Será que ele sabe que a distância que nos separa não me faz gostar menos dele nem tão pouco esquecê-lo?
Será que ele sabe que é um homem simplesmente lindo e uma pessoa maravilhosa?
Será que ele sabe que por ele qualquer sacrificio ou dificuldade se ultrapassa com prazer?
Será que ele sabe que todos dias peço a Deus que tome bem conta dele e não deixe que nenhum mal lhe aconteça?
Será que ele sabe que amor,carinho e atenção é algo que terá sempre da minha parte?
Será que ele sabe que eu não sou de ferro?
Será que ele sabe que seja qual for a hora do dia eu vou lá estar para o que precisar?
Será que ele sabe que por ele ia até ao fim do mundo?
Será que ele sabe que não desisto?
Será que ele realmente sabe que o amo?
Será?

Há... Você não sabe o quanto eu ti amo, sonho com você, apertando sua mão pela primeira vez, o calor se transformando em suor e escorrendo como cachoeira, o primeiro abraço, apertado, que não dá vontade de soltar jamais, o primeiro beijo, doce, longo, ameno, transformando-se em afeto, ternura, apego.

⁠“Em quanto uns lamentam pela quarentena, eu estou aqui, agradecendo por poder colocar minha saúde mental em dia e poder parar de surtar a cada meia hora.”

Para onde você for . . .

E nós que nem sabemos o quanto nos queremos
Que nem sabemos o tudo que sentimos,
Que nem sabemos o quanto nos amamos.

Você surgiu como as manhãs que todos dos dias despontam nos olhos meus.
Surgiu como alimento que sacia minha fonte de vida.
Você surgiu de repente, me deixando sem saída.

E nós, que descobrimos a felicidade que é viver,
Estamos sós, laçados em dois nós, um que é meu beijo, o outro os lábios seus.

Não sei sair cantando sem contar a você
Que agora sei o que é amar, mas ainda conto com você
Que vou prosseguir, mas só se for para seguir você
Para onde você for, ou onde quiser me levar.

E eu, que pensei que nunca encontraria o amor,
Ouvi uma voz no meu interior dizer: Ela é tudo pra mim.
E o tudo ainda é pouco comparado a intensidade do amor meu
Por você.

Quanto mais pobres existirem no mundo, mais pessoas poderão ser facilmente convertidas ao cristianismo.

Inevitável não sentir que o gostinho bom de dar amor é tão saboroso quanto recebê-lo."

Tanto tempo a procurar por respostas.
Remoendo o que não era pra ser.
É engraçado quanto tempo
a gente perde de viver...
Pra que?
Se tudo lá fora é tão grande.
O bom mesmo é aquilo que chega
sem a gente buscar.
Naquele olhar...
Que faz com que gente crie asas...
E tão bom é voar,sonhar!
O melhor da vida acontece
quando deixamos de esperar...