Quanto Vale um Abraco
Não importa quanto tempo passe
Se uma paixão não tiver se esvaído
No sacrossanto leito da cumplicidade
Se ainda não se consumiu no frio da ausência
Cedo ou tarde ela ressurge como um Vesúvio
Com mais força, mais dolorida, sem calma e paciência.
VESÚVIO
Não importa quanto tempo passe
Se uma paixão não tiver se esvaído
No sacrossanto leito da cumplicidade
Se ainda não se consumiu no frio da ausência
Cedo ou tarde ela ressurge como um Vesúvio
Com mais força, mais dolorida, sem calma e paciência.
A quem devemos a vida nos escravizamos facilmente
Quando somos pegos como vítima da paixão
Entregamos tudo nas mãos da criatura amada.
Nos redemos ao objeto dos nossos mais secretos desejos
A paixão é o encantamento mais sublime
Que acontece entre duas almas.
Fenômeno que descobrimos,
Mas que nunca dominamos
Nem entendo como surge.
Nem de onde vem esta vontade indomada,
Que às vezes dorme por décadas
Mas que de repente explode.
E arrebata o ser ferido ao inexorável conflito
Que mais uma vez fica sem saber o que fazer.
Se escolhe morrer sozinho e consigo levar seu mal eterno
Ou se dessa vez mergulha no fogo impávido da paixão
Evira fósseis de pompeia.
Tenho dúvida quanto a se o amor suporta tudo.
Talvez seja porque nós nunca saberemos
o que é o amor que Paulo tentou explicar.
Entrei, e logo na sala percebi o quanto estava enganado, eu não poderia me imaginar morando ali. A casa era muito bem cuidada, havia um som de última geração ligado, tocando um disco de vinil do Roberto Carlos. Havia plantas ornamentando o ambiente, samambaias verdes e viçosas, logo pude imaginar o quanto a mulher de olhos negros era elegante, não só na postura física, mas acima de tudo pelo zelo em que mantinha a sua casa, iluminada, cheirosa e aconchegante.
Embriago-me
tanto com vinho
quanto com café.
Entro em devaneios
em busca dos fins,
razão que justifique
ambos os meios.
É a poesia que sempre
me salva, nela encontro
abrigo. Não importa se bebo água,
ou tomo vinho,
ou se como as sobras
do pão dormido
A distração fácil não me atrai. Quanto mais desço, mais fundo cavo.
Vivo sob o risco de afundar. E aceito. Porque viver na superfície me parece uma espécie de morte lenta, embalada em risos automáticos e telas que piscam. O que me move é o mergulho — na contramão do tempo, contra a leveza tóxica que nos vendem como liberdade.
No contexto da arte, isso é quase um crime. Tudo nos empurra para o raso. Para o vendável. Para o que se compreende em dez segundos. Mas eu não quero ser entendido tão rápido. Nem quero criar o que consola. Quero o que inquieta, o que fere, o que obriga a parar.
A arte, quando é verdadeira, nos obriga a cavar. Tira o chão. Desloca. E é nesse deslocamento que penso, que existo. Filosofia, pra mim, não é sistema, é vertigem. É quando a pergunta fica maior que qualquer resposta possível. E eu sigo, mesmo assim.
Por isso escolho o abismo. O fundo. O lugar onde o olhar do outro se perde, mas onde talvez haja verdade. Porque há mais vida num gesto sincero do que em mil performances vazias. Há mais beleza no silêncio de quem sente do que no discurso de quem apenas representa.
Não quero distração. Quero escuta. Quero confronto. Quero o risco de não ser compreendido. Porque só quem desce até o fundo pode voltar com algo que vale a pena.
Afinal, o que é a perfeição? Será que exageramos ou tudo quanto vemos é realmente perfeito? Ou não seria mais uma dissimulação de nossa parte?
Podemos fazer festa, show pirotécnico durante o ano letivo em nossa escola. Tudo o quanto a nossa imaginação mandar, mas se o conhecimento não se concretizar naquela etapa, tudo foi perda de tempo, infelizmente.
Viva a vida com intensidade, ame a todos o quanto puder, veja sempre o lado bom das pessoas com prudência, despreze a dúvida rapidamente, não se martirize com sentimentos de culpa, perdoe e peça perdão o mais rápido possível e siga em paz.
As pessoas que não puras em pensamentos são as mais fáceis de duvidar dos outros quanto aos seus testemunhos ou da autenticidade dos fatos.
Não cresça para que o mundo te veja. Cresça pra você.
Ninguém precisa saber o quanto, nem o que te faz feliz.
Quanto mais o cristão orar ao Senhor pelas pequenas e grandes dificuldades, maior a sua confiança e melhor a sua direção para tomar decisões.
Quanto mais telespectadores uma cristã ouvir a televisão mais notícias impressionantes terá acerca do diabo e menos ânimo para ouvir e conhecer a Palavra de Deus.
Sou uma testemunha de Jesus e posso testemunhar o quanto Ele transformou a minha vida e que em mim opera o Seu poder.
Tenho uma vida internamente feliz e exteriormente rica, pois tanto a minha felicidade quanto a minha riqueza espiritual procedem da mesma Fonte, Jesus.
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