Quanto Vale um Abraco
Quando a lua seduz o lobo ele uiva gemendo de desejo e saudade... Louco por um beijo... desejando amor...💕
Essa é a alma de um poeta... Todo poeta é um eterno apaixonado e sofredor... Se está triste a poesia brota da alma e da dor...se está feliz a poesia brota do coração e do amor... E em todas as situações...brota a poesia.... E no caso eu sou uma poetisa❤💕💋
Eu sou a menina que espera ansiosa por um gesto seu de carinho de sua atenção... Eu sou a menina que vive com a sua imagem no meu pensamento imaginação... Sim eu sou a doce menina que sonha está nos seus braços pra sentir seu corpo delicioso todinho junto ao meu. Eu sou a menina que o deseja muito... Que sempre está com saudade da sua companhia. Aquela menina mulher que sonha e deseja ser possuída com amor, devassidão com luxúria selvagem. Eu sou LadyRed, a dama vermelha, mulher, submissa,doce, selvagem, atrevida e ousada que muito lhe ama meu Senhor 💕🌹
Cada palavra sua è como um tiro no meu coração... Eu sei que falas diretamente pra mim... Eu sei percebo tenho minha intuição... Você è tudo que sempre imaginei e agora sei que és real... E isso me deixa assustada... A adrenalina do inesperado percorre em minhas veias... E agora? Como poderei fugir da felicidade!?
Um anjo me deu um beijo e foi embora pra sempre... Era um triste beijo de despedida... A minha triste sina è criar poemas na melancolia... Se faço meus poemas... Na tristeza è porque eles me confortam de alguma forma... Doce anjo dos meus desejos ocultos levarei o seu amor comigo para sempre💔
💕O coração de uma mulher é um profundo oceano... De muitos segredos e mistérios... Acessível apenas aquele que sabe tocar o seu corpo, sua alma e dominar o seu coração.💕🌹(LadyRed)
A verdadeira liberdade
Não consiste em poder ir
Muito menos querer ficar
Ser livre
é algo um tanto mais profundo
e muitos passos mais
À frente
É conhecer a verdade
como algo que ocorre
corriqueiramente
deixar a janela aberta
sem medo
viver num mundo
onde todos tenham
Conhecido a palavra certa
o mais básico segredo:
Aquele que diz
Que só conhecendo a verdade
A gente finalmente
Se liberta
hoje
um anjo esteve aqui em casa
Me abanou de leve
Sorriu-me um sorriso breve
E me convidou a passear
Sob a sua escolta
Apesar de eu
não sentir nenhum medo
Confidenciou-me, em segredo
Que me traria de volta
È engraçado o poder que Eles tem
em romper barreiras
No tempo e no espaço
Em um segundo eu voava
em seus braços
e via a chuva
Numa rua da minha infancia
Chamada Adele Zarzur
E via o brilho das pedras e cascalhos
Que a chuva lixiviava
E se acumulava
E se avolumavam
Bem em frente a casa
onde eu morava
E eu nem me lembrava
Que isso acontecia
Quando voltamos pra casa
a febre havia baixado
olhei pro Anjo, agradecido
Enquanto Ele se desfazia
antes de partir, Ele me pediu
Que transformasse meus problemas
em poema ou poesia
Faço um acordo com o tempo
Tento não perder nenhum momento
O tempo vai passando lento
Numa lentidão que me desmonta
Desde muito cedo eu percebi
Que por menos que ele seja
Não há visão que alcance
Sequer de longe
Nem ao menos de relance
Um rastro da locomotiva
Que à reboque
E incalculável torque
Vai levando
Nesta vastidão perdida
Vagão após vagão
Dia após dia
A pesada carga
de tristeza e alegria
Que vivemos nesta vida
E não há como apontar
Em qual vagão se esconde
O Fandango
Cujo em qual eu guardei
Todos aqueles medos
Neste imenso bonde
Indifere, quão longo o dedo
Não se sabe aonde
Nem há como apontar
Bom dia, Deus
Bom dia, Sol
Bom dia, Mar
Bom dia, cão
Bom dia,chão
Bom dia,vida
Um Muito bom dia
A quem eu vejo
E quem não vejo
Bom dia a quem fez,
Quem colocou,
e quem pisou e ainda pisa
Em todos os pisos
e azulejos deste mundo
Bom dia, aos que bebem água
Bom dia a todos que eu conheço
Bom dia a quem eu não sei
Bom dia, homem
Bom dia, mulher
Bom dia, Gay
Bom dia, minha mãe
Irmãos e irmãs queridas
Bom dia, vida
Eu não estava morto
e nem ressuscitei
Eu nasci um dia
e ainda estou aqui
Carpe Dien
Acontece de vez em quando
E eu sempre me surpreendo
Ao me ver procurando
Um rosto conhecido
Ou uma paisagem do meu passado
Numa figurinha qualquer
daquelas
Que sempre vinham no chiclete
Meu pensamento
Flutua que nem fumaça
Numa tarde aborrecida e sem graça
e o meu coração se derrete
Um anjo se senta ao meu lado
E me leva pra lugar qualquer
Onde não há nenhum homem
Nenhuma mulher
Somente um lugar gramado
Pinheiros na Estrada
Nenhum dinheiro
E nem nada assim
Olhando a cor de cada árvore
Eu penso no quanto
A gente pode ser livre
e não é
Até perceber
Que já se faz tarde na vida
Uma tarde aborrecida
Pois
Quando a gente nem vê
Anoitece
é assim que acontece
de vez em quando.
A vida é um espaço de tempo
Em que somos obrigados a viver
Não existe outro jeito
Se não vivermos esta vida
Outra, então, nos será outorgada
Eu tenho a chance de aceitar ou rejeitar
A intensidade da luz
a passagem do tempo
o diâmetro do mundo que eu crio
E iniciar a caminhada sobre um fio
Portanto, tudo que nos resta
É estabelecer pra nós mesmos
Os parâmetros
Daquilo que julgamos ser direito
O que muda
de pessoa pra pessoa
é o conceito
E é isto que fará parecerem diferentes
As suas durações
Pois o tempo
Apesar de parecer absoluto
Não varia um minuto
de vida pra vida
Mas algumas são mais bem aproveitadas
Outras, rejeitadas ou perdidas
Essas escolhas são aquilo que nos leva
A viver a impressão
De que ela é uma subida ou uma descida
Onde os olhos veem luz ou treva
Por mais que nos tentem influenciar
Não há quem decida em meu lugar
Se um dia vou deixar
saudade ou alívio
A vida é simplesmente
a procura pela verdade
Enquanto eu não a encontro
eu a vivo.
Quando eu nasci
Meu pai me deu um nome
Que o Mundo
Sempre tentou tirar de mim.
E enquanto eu crescia
Minha mãe me ensinava a amar
e me esquivar das coisas ruins
todo dia
Mas o Mundo ainda tentava
Tirar tudo isso de mim
Porém, antes disso tudo
Antes mesmo que eu nascesse
Deus dotou-me de um escudo
E antes de eu ter um nome
Ele me deu o dom de ser um homem
Antes que eu soubesse o que é amor
Ele me preparou
Pra enfrentar as dores deste Mundo
Com um largo e profundo sorriso
Deus dotou-me de uma luz
Que os olhos ruins deste Mundo
Não enxergam
Há pessoas que não vivem
Vagam feito cegas
Estragam-se e esmagam-se
Mas as Coisas de Deus são assim
E no fim
Essa luz
Não apagam
Tampouco a tiram de mim
Prosseguem tentando...delirantes
Porém, hoje
Essa luz brilha mais do que antes
E não há quem a tire de mim.
Se eu pudesse cuidar do mundo
Como quem guarda um jardim
Se eu pudesse escolher as sementes
Se eu fosse um bom jardineiro
Ou algo semelhante
Plantaria um jardim de verdade
E cultivava somente verdades
E o melhor que houvesse
do amor e da amizade
Mas, por mais sementes que se espalhem
Muita coisa falha, abaixo do Céu
Muita coisa falta em meu jardim
Assim como falta
Um maior entendimento
Pra que todo mundo soubesse
Que neste jardim
Onde quase nada cresce
Poderá nascer a qualquer momento
Aquilo que há de varrer deste mundo
Todos os jardins do mundo.
Como se fosse
Um poema onde nada rima
Algo além do limite
Um dia sem Sol
Quando termina
A gente permite que Ele se vá
E chega a hora da despedida
Há coisas na vida
Que parece começarem pelo fim
E vai correndo ao avesso
desde o começo
Não se encaixa...desafina
Quando o coração se permite
Permanecer eternamente
Qual coração de criança
dança e ri
Com a canção desafinada
E sem querer saber de nada
Segue rindo da cara da sorte
Pois não há corte
Que não cicatrize
diante de uma boa risada
Ria sempre de volta pra vida
Não há tristeza que suporte
Um sorriso insistente
de sorte
Que um dia
A tristeza acaba rindo com você
E tudo acaba em alegria
à tarde um vento suave
Levemente se move
E vai soprando o barco à vela
Vejo o mar pela janela
Tão distante; penso nela
Se à noite o vento apaga a vela
Mesmo assim, no escuro, és bela
Te vejo em meu sonho e pergunto
Meu Deus, o que foi que te trouxe?
Quisera fugir de presença tão doce
Quem sabe se ao menos
Tão bela não fosse
Acordo, abro a janela
a olhar as estrelas pulsando
Lembranças que se acendem
e esperanças que se apagam
Qual lume,
dos insetos que à noite vagam
Respirar o perfume de fada
que emana da tua lembrança
e meus sentidos embriagam
Assim eu não sinto tanta saudade
E nem morro de distância
tento somente
Enxergar-te em essência
se cego e surdo
fosse eu, de fato
Quisera a sorte permitisse
ver-te bela
pelo tato.
Eu tenho um amigo
Que sempre andou comigo
Acordava atrasado
e era muito atrapalhado
Coitado, meu amigo enviesado
Quando criança
Nunca soube jogar bola
Jamais foi bom em dança
Jamais foi bom em nada
Não era bom de briga
Nem tinha namorada
Na vida Militar, coitado!
Não era bom soldado
Não era bom atleta
Bom marido ou bom poeta
Jamais teve jeito pra nada
Pois trazia no peito
Um coração
Totalmente desprovido de ambição
e comia o pão da ilusão
Tinha como companhia um violão
Mas, pra não destoar
Também
Não cantava muito bem
Porém
Ele era um bom amigo
e sempre andou comigo
Um dia a gente promete
Promete pra gente mesmo
Que com a gente
Vai ser tudo diferente
E que vai mudar muita coisa
Um dia a gente percebe
descontente
Que este mundo engana a gente
A uns menos, a outros mais
E por mais que a gente tente
A vida condena a gente
à mesma sina que nossos pais
A natureza da vida
Os caminhos do Mundo
A mesma chuva caindo
E roupa secando no varal
Muita coisa muda
e no final a gente percebe
Que o tempo mudou tanto a gente
Pra depois finalmente
A gente constatar
Que pra bem ou pra mal
Não há nada diferente
e tudo aquilo que fizemos
Acabou deixando a gente
Muito igual
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