Quando Sorrimos
"As vezes quando penso em desistir, Jesus toca meu coração e diz: Calma filho, as tuas batalhas não serão em vão, estou contigo"...
Nos vales mais sombrios da vida, quando a alma deseja se isolar e o coração busca solidão, é exatamente ali que Jesus se faz mais presente. Ele não nos abandona nos momentos difíceis, mas desce ao vale conosco, permanece ao nosso lado e nos lembra: em Cristo, nunca estamos verdadeiramente sozinhos.
A grande esperança que temos é que, quando nos entregamos a Jesus e confiamos que Ele conduz nossa história, descobrimos que até mesmo nas dores mais profundas o Senhor nos ensina e nos transforma. Cada experiência vivida com Cristo molda nossa caminhada e nos prepara para a eternidade ao Seu lado.
Hoje quando eu acordei e te vi
Você com um sorriso iluminando como sol radiante em minha janela.
Tinha certeza que o dia seria lindo e você minha única musa, amante e bela.
Você disse oi e se foi.
A escuridão serrou meu olhar
E agora só tenho uma esperança.
Que quando o amanhã chegar e você voltar.
Quando você pensou que eu era outono, me fiz primavera.
Quando você pensou que, eu ia te aquecer com meu calor, fui inverno. Sofri e me fiz forte só pra você saber que comigo ninguém brinca.
M.F
E quando eu nem sonhava mais, você apareceu na minha vida com esse sorriso lindo, esse olhar cativante e esse brilho que me irradia meu dia todas as manhãs ❤️
Você me fez enxergar que é possível voltar a sorrir e encontrar a felicidade...
Saibas que você é meu primeiro e último pensamento.
A VOZ DO SILÊNCIO.
Quando o silêncio invade o ouvido
E a dor se torna um som conhecido
É como se a vida parasse de repente
E o mundo se tornasse um lugar diferente
Mas é nesse silêncio que encontramos a voz de romper o tímpano.
Que nos faz ouvir o que não se ouve normalmente.
É nesse escuro que encontramos a luz
Que nos guia através da dor e da luta
Quando a venda cai e a verdade aparece
Vemos a vida com olhos renovados
Apreciamos cada som, cada gesto
Cada momento, cada detalhe
Mas é nesse silêncio que encontramos a voz
Que nos faz ouvir o que não se ouve
É nesse escuro que encontramos a luz
Que nos guia através da dor e da luta
A dor pode ser um mestre cruel
Mas também pode ser um professor sábio
Que nos ensina a valorizar o que temos
E a viver cada dia com gratidão e amor.
Em meio ao caos, quando você estiver se afogando nas próprias lágrimas como o AP.Pedro se afogou não tendo fé, irei ser a mesma mão como a de Cristo que vai te ajudar a tirar daquela situação
Eu não tenho medo de dizer te amo.
Não escondo o que pulsa em mim, mesmo quando a dúvida tenta se instalar, mesmo quando a incerteza se veste de silêncio.
O amor, para mim, não é cálculo nem estratégia: é entrega. É coragem de se expor ao risco, sabendo que cada palavra pode ser ponte ou abismo.
Se tudo correr ao contrário, se o destino decidir virar as páginas sem me consultar, não me calarei. Vou reagir em outra localidade, em outro espaço de mim, onde a dor não seja prisão, mas aprendizado.
Porque amar é também aceitar que nem sempre o caminho será reto. É saber que a vida pode nos deslocar, mas nunca apagar aquilo que foi verdadeiro.
E mesmo que o tempo nos leve a diferentes direções, guardarei em mim a certeza de que dizer te amo nunca foi erro, mas ato de escolha.
Nesta última metamorfose, despi-me da cápsula escura do desespero quando me dei conta que, perder você era um voo livre para luz.
"Pensador
Uma flecha nas mãos de DEUS,
quando puxada para trás,
não se preocupa,
DEUS nunca erra o alvo.
Quando a noite chega
Eu alegro-me
Porque quando regressam as estrelas,
A lua e o céu aberto sobre a terra.
Eu posso escutar
a tua voz de amor
Eternizada no universo.
✨💖 ✨ 💖 ✨💖 ✨💖 ✨
Quando você é convidado por tubarões para entrar no jogo deles e fazer as mudanças necessárias, a primeira pergunta não é sobre o convite, é sobre o mar...
É sobre saber se existem cardumes a serem devorados, oportunidades reais a serem pescadas e espaço para crescer.
Porque entrar num oceano cheio de tubarões só vale a pena quando você sabe exatamente onde quer morder e o que está pronto para conquistar.
Quando a sua voz murmura o "eu te amo",
O chão some, a terra se desfaz.
Deixo de ser quem sou, sem receio ou engano,
Para ser a altura que o seu beijo traz.
Não há distância, nem espaço, nem tempo,
Só a leveza da alma a pairar.
Meu coração é nuvem, em pleno firmamento,
E o seu amor é o vento a me levar.
Eu sou a estrela que encontrou a guarida,
No abraço eterno que me faz voar.
Você não diz que ama, você me dá a vida,
E me faz o universo, para eu te amar.
"A Gravidade Suave dos Anjos Pacientes"
Mesmo quando me enrolo com meus próprios pensamentos,
— nessas linhas tortas que escrevo sem querer —
há uma presença que não me solta.
Eu a sinto no canto da alma,
um suspiro que parece vir de dentro, mas não é meu,
como se alguém soprasse calma
no exato ponto onde costuro minhas incertezas.
Ela não reclama,
embora eu viva dando nós impossíveis
na fita frouxa dos meus dias.
Não me pressiona,
mesmo quando minha cabeça inventa labirintos
e meu coração tenta sair pela porta errada
só para ver se muda o final da história.
E ainda me segura quando eu tropeço —
o que, convenhamos, acontece mais vezes
do que a gravidade recomendaria.
Anjos definitivamente têm mais paciência que humanos,
e talvez riam de mim em silêncio,
não por maldade,
mas porque sabem que eu levo tudo a sério demais,
até o drama das pequenas incertezas
que duram menos que um café.
Às vezes converso com essa presença,
como quem fala com o vento
esperando uma resposta que já conhece.
Digo:
“Você não cansa de me acompanhar
nos meus tropeços filosóficos?”
E ela me devolve uma espécie de luz,
um levantar de sobrancelhas invisível,
algo entre:
‘Claro que não’
e
‘Lá vamos nós de novo, mas eu gosto de ver você tentar.’
No fundo, eu sei:
ela entende que viver é equilibrar-se
entre o que sinto e o que invento,
entre o que espero e o que temo,
entre a leveza que desejo
e o peso que insisto em carregar.
E mesmo assim permanece.
Me guia sem dizer,
me abraça sem braços,
me acalma sem voz.
Talvez seja isso que os anjos fazem:
acompanham nossa dança desajeitada
pela vida,
gentilmente prevenindo quedas
e permitindo outras
— só as que ensinam a rir de nós mesmas.
Porque, no final,
toda existência é essa mistura curiosa
de tropeços, reflexões e paradoxos,
e eu,
com toda minha elegância atrapalhada,
só consigo agradecer
à gravidade suave desse ser paciente
que me segura,
me entende,
e ainda me deixa seguir pensando demais,
como quem diz:
“Continue.
Seu caos também tem poesia.”
Quando o Anjo Tira Férias
Hoje acordei com a impressão
de que meu anjo da guarda
assinou um pedido de férias —
e saiu ligeiro, sem bilhete,
sem aquele aviso tênue
que costuma estremecer o ar
antes das coisas darem errado.
Logo cedo, tropecei no passo
que sempre foi seguro;
a chave caiu do bolso
como quem decide desertar;
o café queimou na xícara
e o relógio, zombando,
correu um pouco mais rápido
só para me ver perder o ônibus.
No meio da rua,
o vento soprou contra,
como se fosse cúmplice
de uma travessura cósmica.
E eu aceitei o jogo:
cada fio desarrumado,
cada ruído sem dono,
cada desencontro inesperado,
me dizia a mesma coisa —
estou por minha conta.
Até as palavras, que sempre me vinham prontas,
resolveram tirar folga:
tropeçaram umas nas outras,
deixaram frases sem chão,
me fizeram repetir pedidos
para ouvidos distraídos.
/
Mas, apesar do mundo torto,
de um dia que escorrega dos dedos
como água inquieta,
há algo que ainda me costura ao caminho:
um lampejo breve,
quase tímido,
como quem volta do descanso
ainda se espreguiçando.
E é nesse brilho curto
que deixo minha fé repousar —
na certeza mansa
de que as férias do meu anjo
estão perto de acabar,
e que, em algum momento,
ele vai bater no ombro do destino
e dizer baixinho:
“Pronto.
Estou de volta.”
