Quando Perceber que me Perdeu
A parte mais difícil de te ver partir não foi o adeus, mas perceber que eu ainda guardo um lugar à mesa para alguém que já esqueceu o caminho de casa.
Pode demorar, meu anjo, mas você ainda vai acordar dessa bolha e perceber que o amor da sua vida nunca esteve longe. Sempre fui eu.
As coisas que lhe pertence
Elas vão lhe perceber
Irão seguir os seus passos
E nunca Irão lhe perder
Mas só irão lhe encontrar
Quando você despertar
E pra elas quiser viver.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
11 novembro 2025
Quem insiste em carregar o passado no presente acaba comprometendo o próprio futuro, sem perceber que cada passo o leva para mais perto do abismo.
Que haja entre nós um único e definitivo mandamento: Perceber a existência do outro. E respeitá-la...Seja lá o que este outro for: animal ou pedra, planta ou água, gente ou bicho...não importa...Respeitar sua existência e direito de lugar no universo.
Consciência
Espera, espera só um momento, você não consegue perceber esse movimento?
Vamos lá puxa pela tua memória, tua intuição, aquilo já aconteceu e não tem muito tempo não...
A profundidade foi percebida, e a pessoa se sentiu atraída, mas com medo, de que não mantivesse em segredo aquele possível envolvimento foi desfeito.
Não arriscou, eles não se viram, estava tendo muito barulho, no chão, no coração na intuição que gritava, reclamava, para presta atenção não arrisca, não arrisque tudo aquilo em vão!!!
Então respirou, e naquele momento meio que tudo se encaixou, o segredo não seria a solução, mas olhar mais para dentro de si então, se não teus desejos teriam sido apenas o vilão.
Perceber que para você tudo aquilo poderia ter sido passageiro, deixo aqui então meu desejo, se encaixe no teu jeito, e pare de arranjar pretexto, olhe para o seu contexto...
Ouça teus sentimentos, ou será que você tentou calar, mas não teve jeito?
“O problema nunca fui eu. Como eu não pude perceber isso? Eu só pedia a sua ajuda… eu precisava de você, mesmo estando longe.”
“Disciplina é Liberdade”
Depois de perceber que eu estava distraído, veio a parte mais difícil: agir.
Parei de olhar pra vida dos outros e comecei a olhar pra minha vida de verdade.
O treino diário, os estudos, os pequenos hábitos que eu ignorava antes se tornaram minha arma contra a distração.
Descobri que disciplina não é prisão, é liberdade.
Porque quando você cumpre suas metas, por menores que sejam, você sente controle sobre sua vida.
Não foi fácil.
Houve dias que eu queria desistir, que a preguiça gritou mais alto.
Mas cada vez que eu escolhia agir em vez de procrastinar, eu me tornava mais forte.
Pequenas escolhas se transformaram em grandes mudanças.
E aqui está a verdade que muitos ignoram:
Não é sobre se tornar igual a alguém. É sobre se tornar melhor do que você era ontem.
A rotina que eu criei.
— treino, estudo, foco me ensinou que o progresso é silencioso, mas visível para quem realmente observa: você mesmo.
Cada pequeno avanço é combustível para continuar, e cada distração ignorada é vitória.
Demorei bastante para perceber que todos os problemas que eu enfrentava, como angústias, preocupações excessivas, sentimentos de tristeza profunda e tantos outros, eram consequências de algo que eu mesmo criei na minha mente, sem perceber.
Aos poucos, fui acumulando problemas, inventando mais e mais na minha cabeça, até que cheguei ao ponto de não saber mais o que era real e o que eu tinha imaginado. Aqueles problemas estavam afetando minha mente, meu corpo e minhas emoções. Eu via tudo de forma negativa, me cobrava demais, me julgava, me limitava, e me prendia aos meus medos. Isso só foi piorando até que eu comecei a descartar as coisas que via como problemas.
Antes, eu sentia uma pressão enorme para agradar aos meus familiares, amigos e a sociedade, tentando ser aquilo que o mundo esperava de mim. Mas isso não estava em sintonia com meu verdadeiro eu, com o que eu sentia no fundo de mim. Eu me sentia sufocado, preso, escravo da minha própria mente. Foi então que, em um momento de decisão, simplesmente deixei de lado a ideia de agradar a todos e comecei a viver para mim mesmo. Passei a ouvir o que eu ignorava: o meu sentimento, minha essência.
Aos poucos, os problemas foram desaparecendo, porque eu deixei de vê-los como tais. Hoje, qualquer coisa que possa surgir, eu não vejo mais como um problema. E se algum aparecer, sei que é eu criando, mais uma vez, algo na minha cabeça.
O drama que minha mente criava só me prejudicava, então deixei esse drama de lado. Eliminei tudo o que era negativo e passei a olhar a vida de uma forma diferente, mais bela e divertida, como um aprendizado constante.
Agora, não me vejo mais como uma vítima ou injustiçado. Abandonei o drama, deixei a negatividade para trás e passei a viver de forma simples, para mim e para minha alma, aproveitando todos os momentos.
E o que mais me assusta é perceber que o mundo continua girando lá fora, indiferente ao meu inverno particular. As pessoas passam, as luzes da cidade se acendem, mas eu sinto como se estivesse preso em um porta-retratos antigo. Eu tento me convencer de que o vazio que você deixou é espaço para algo novo, mas a verdade é que esse espaço dói. É um eco constante de tudo o que fomos e de tudo o que eu não sei como deixar de ser.
Às vezes, eu fecho os olhos e tento lembrar como era respirar sem sentir esse aperto, como era ver o sol se pôr sem sentir que ele está levando um pedaço de mim junto. Mas a memória é uma faca de dois gumes: ela me mantém vivo, mas também me impede de cicatrizar. Eu me vejo procurando seu rosto em estranhos, ouvindo sua risada no barulho da chuva, e percebo que ainda estou longe de encontrar o caminho de volta para casa — para aquela casa que existia dentro de mim antes de você.
Não estou pedindo para você voltar, nem implorando por compaixão. Só precisava colocar em palavras que essa 'cidade fria' não é feita de concreto, mas da ausência de nós dois. Estou aqui, tentando sobreviver à tempestade, esperando o dia em que eu possa olhar para uma flor e não me ver nela, murchando.
Dói não ter a que recorrer,
Querer falar sem ter palavras,
Dói ver a se mesmo e perceber:
Tudo é uma queda e não temos asas.
TRAJETO
Às vezes diante do trajeto que percorremos na vida, sem perceber vamos nos modificando internamente.
Um dia somos indefesos e inocentes.
No outro somos intensos e imensamente verdadeiro com qualquer sentimento, sendo ele bom ou ruim.
Em outros já somos rebeldes, revoltados com a vida, por causa de erros que são nossos, por causa de nossas inconsequências ou dependências de algo, alguém ou coisa.
Mas também nos modificamos pelos NÃO da vida, pelo vazio amplamente existente, simultâneo com a rotina turbulenta e exigente que vivemos e somos obrigados a sorrir e ser receptivos, quando na verdade, só queremos a companhia dos nossos pensamentos.
A verdade é que chega uma hora que mudamos tanto, que deixamos até de sentir alguns sentimentos, esquecemos, não queremos, negamos, fugimos deles.
Então percebemos que isso é a vida de verdade: uma sentença que ninguém foge.
Hoje sou como Alfa e o Ômega começando e encerrando uma história.
Placilene Rabelo
A sociedade aplaude a reputação de muitos homens sem perceber o custo desse aplauso.
Por trás de cada nome “respeitado”, pode existir uma mulher exausta de gritar em silêncio.
O silêncio feminino, tantas vezes confundido com resignação, é na verdade um grito contido, e a história ainda deve muito a essas vozes abafadas.
O ser humano passa boa parte da vida tentando evitar a angústia, sem perceber que ela talvez seja uma das experiências mais honestas da consciência. A angústia surge justamente quando entendemos que nenhuma estrutura — social, cultural ou moral — pode decidir completamente por nós. É o instante em que percebemos que a liberdade não é leve como imaginávamos, mas profundamente responsável.
Poesia, um ato de expressar o que sente, é a arte de viver, é você perceber, que não há limite pra vencer, é você apreciar a mais bela inspiração, sentida do fundo do seu coração, que trará emoção.
“Ele estava indo morrer… Mas não deixou o filho perceber. Porque às vezes, ser pai… é sorrir com um tiro engatilhado nas costas.”
