Quando Perceber que me Perdeu
Quando você é irritada,
mas também é amorosa.❤️
Traduzindo:
Rosno com quem testa minha paz,
mas faço cafuné em quem cuida dela.
Sou 80% justiça, 20% docinho.
E os 20% são só pra quem merece 🧡
Van Escher
Todos me traíram quando eu era ouro.
Todos me quiseram de volta quando eu virei diamante lapidado pela dor.
Problema é que diamante não volta pra mão quebrou.
Van Escher
Engraçado...
Você não soube me valorizar quando eu era incrível pra você.
Agora que sou incrível pra mim, quer voltar? Eu não sou museu de ex.
Van Escher
Minha intuição nunca me traiu.
Eu que me traí quando não ouvi ela.
Hoje eu ouço.
E quem não gostar, que se retire.
Porque ela chegou primeiro.
Van Escher
Minha intuição nunca me traiu.
Eu que me traí quando ela queria que eu ouvisse ela.
Hoje eu ouço.
E quem não gostar, que se retire.
Van Escher 🦁
O tempo passa depressa.
Quando me dei conta, aos 18 eu já era mãe.
Aos 45, minhas filhas já estavam adultas.
E aí veio a solidão da síndrome do ninho vazio.
Aos 46, me tornei avó de uma princesa. 👑
A vida é assim: pessoas vêm e vão, aparecem e desaparecem.
Por isso devemos nos amar antes de exigir o amor de qualquer pessoa.
A gente vem só e parte só.
Ninguém sabe se viverá um século ou não.
O que se sabe é que nunca sabemos como ou quando iremos partir.
Então devemos nos despedir das pessoas sempre como se fosse a última vez,
e com o melhor que temos para oferecer.
Van Escher 🦁
Quando o Coração é Provado: Entre Sombras e Verdades.
Em Provérbios 18:24, existe um contraste silencioso: nem todo laço resiste, nem todo “amigo” permanece — mas há aqueles raros que se firmam além do esperado. No caminho, porém, surgem decepções, muitas vezes vindas de onde menos se imagina, como sombras que revelam o que antes parecia luz.
Nesses momentos, o maior desafio não é entender o outro, mas preservar a si mesmo. Não permitir que a dor endureça o coração, nem que a injustiça apague aquilo que há de mais verdadeiro dentro de você. Ser superior não é reagir, é permanecer — íntegro, humilde e fiel à própria essência.
Há quem ainda não compreenda o amor, e por isso fira. Mas cada atitude fala mais sobre quem a pratica do que sobre quem a recebe. Cabe a você se recompor, em silêncio se necessário, e seguir de cabeça erguida, confiando que nada passa despercebido aos olhos do que está acima de tudo.
Permaneça autêntico. Altruísta de verdade. Não apenas em palavras, mas em ações. Porque a imperfeição é humana, mas nunca será justificativa para a maldade.
E, no fim, entre perdas e revelações, ficam apenas os verdadeiros — aqueles que, sem alarde, se mostram mais próximos do que um irmão.
Chico Uchoa.
Mesmo nos dias difíceis, o Senhor esteve presente, me sustentando quando eu nem percebia, me dando força quando eu achava que não tinha mais nenhuma.
Hoje eu só quero agradecer.
Pelo que deu certo…
e até pelo que não deu, porque sei que existe um propósito.
Quando estiver em um jogo em que deva agradar aos outros para provar o seu valor, lembra-te que tens a liberdade de escolher não jogar.
Benildo Nuvunga
- Onde as almas descansam?
Onde os sonhos repousam...
onde pulsa a energia, quando a matéria
se desfaz, grão por grão.
Ela morreu sem aceitar
sua invalidez.
Não só dos membros
mas da visão
de uma vida construída
sem lucidez.
Há um universo inteiro
de incertezas,
que desmembro passo a passo,
tentando entender
por que as pessoas são como são.
Cada um carrega sua sacolinha
de traumas e dores que tiveram
que absorver.
Hoje, o cemitério tem uma lápide
com o nome dela se apagando.
E outras com o meu... numa diálise
de dores silenciosas
amargando.
A casa não reagiu quando entrei.
Permaneceu muda com seus ares de cloro e lavanda. E os ecos indistintos formando um som de fundo que faziam a alma se arrepiar. No pó do instante vivem reminiscências. que não foram eliminadas, de todo, da minha consciência. E sempre insistem em entrar, pensamentos intrusos cheios de memórias e recordações, enquanto a casa estática e muda me observa chorar.
Andréa
Quando temos corações limpos e mentes limpas, e lideramos pelo exemplo, isto se manifestará através das vibrações que emanamos. As pessoas em contato se sentirão inspiradas em seguir a direção positiva que escolhemos. Como resultado,
cresce a rede daqueles que estão olhando para dentro a fim de mudar. Se eu tenho amor por honestidade será esta qualidade que as pessoas ao meu redor apreciarão.
Eles virão até mim por causa dessa qualidade. Se no mundo físico os opostos se atraem, na dimensão espiritual os semelhantes é que se atraem
A vida vai te ensinar algo que dói, mas é necessário: ela não para.
Mesmo quando o seu coração estiver em pedaços, mesmo quando a saudade apertar de um jeito que parece não caber no peito… o mundo continua. E você também precisa continuar.
Não porque é fácil. Não porque a dor passou.
Mas porque viver também é uma forma de honrar quem se foi.
Vai ter dias em que você vai sorrir e, logo depois, sentir culpa por isso. Vai achar estranho estar vivendo sem aquela pessoa. Mas deixa eu te dizer: tá tudo bem.
Continuar não é esquecer.
É carregar o amor em um lugar diferente dentro de você.
Então viva. Mesmo com dor.
Um passo de cada vez… mas não pare.
"É no silêncio do medo quando oramos, que a ansiedade perde a sua voz e a confiança na fé assume seu devido lugar."
—By Coelhinha
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”
Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.
Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.
Sinto que quero tudo, e quando vou ver, não quero nada.
E na ambição de possuir tudo, perdi tudo, o que me resta? Nada.
Eu corro atrás de tudo, faço tudo, penso em tudo, só para perceber que é melhor não pensar em nada.
É que eu sinto muito, sinto tudo.
Há alguém que enxergue esse tudo que sou?
É que eu sou de raça, sou brasa.
E o tempo é o que há tanto tempo me apaga.
É que eu me mostro como um tudo.
Mas sumo como um nada.
