Quando Perceber que me Perdeu

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IMPORTÂNCIA DA LEITURA


Nada é mais importante
Quando se lê por prazer
Um livro é o passaporte
Faz a gente crescer
A leitura nos acalma
É o melhor lazer.


O doce sabor da leitura
Quem gosta dar valor
Traz histórias incríveis
Quem sabe bem é o leitor
Viaja nas aventuras
Descreve bem o amor.


Uma tarde numa rede
Um bom livro na mão
Nos leva a qualquer lugar
Viaja na imaginação
Cada página bem lida
Afaga o coração.


Não importa a leitura
Seja romance ou poesia
Até lendo um jornal
É uma boa terapia
Sou leitora apaixonada
Lê é a melhor alegria.


Irá Rodrigues.

💜🤍 BOM DIA 🤍💜



BRISA DO AMANHECER


Quando passa espalha a fragrância
São flores desabrochando em verso
Poesia que flui na natureza
Tomando todo o universo.


O Sol borda o tempo com sua luz
O dia se preenche com sua essência
O campo todo se manifesta
Com a sua efervescência.


Enquanto o orvalho vai sendo sugado
Os passarinhos pedem licença
Abrem o bico começam a cantar
Agradecem a Deus a sua presença.


E passa a brisa do amanhecer
Espalhando aromas de paz
No perfume de cada flor
A borboleta se satisfaz.


Irá Rodrigues.

Quando as pessoas acham que merecem pouco, contentam-se com menos.

Quando a noite sorri é de agradecimento, por Deus ter permitido mais um dia de vida à humanidade... apesar de tudo!

Quando a amizade é bela, não há como perdê-la.

Quando a vida é bela, não há como esquecê-la.

ANTES DA DOR
Autor: Góis Del Valle

Quando tudo ao redor desmoronar,
E a vida parecer te abandonar,
Quando a esperança for só um eco,
E os teus sonhos começarem a sangrar…

Não espere a dor te ensinar
Que Eu sempre estive aqui a te olhar,
Nos teus dias mais difíceis,
Nos momentos que chorou.

Eu sou a paz na tua estrada,
Sou a luz na escuridão.
Se me busca só na queda,
Te esquece do que é chão.
Mas Eu sou teu Deus e te amo!

Quando os aplausos forem ruínas,
E as certezas se partirem ao meio,
Lembra que o amor que te sustenta
Não se apaga ao sopro do medo.

Não espere a dor te ensinar
Que Eu sempre estive aqui a te olhar,
Nos teus dias mais difíceis,
Nos momentos que chorou.

Eu sou a paz na tua estrada,
Sou a luz na escuridão.
Se me busca só na queda,
Te esquece do que é chão.
Mas Eu sou teu Deus e te amo!

A maturidade começa quando a explicação deixa de ser necessária.

A maturidade começa quando a responsabilidade deixa de ser transferível.

Quando você entender que a inveja é transparente, perceberá que suas consequências são inegavelmente reais.

Da vida não espero muito mais de mim,
eu sigo tentando ser inteiro mesmo quando falto em pedaços.
Aprendi que crescer dói,
que nem todo silêncio é fraqueza
e que continuar, às vezes, já é vitória.
Não quero prometer o que não sou,
nem carregar pesos que não me pertencem.
Se eu for verdade no pouco,
se eu for sincero no que sinto,
já estarei indo além do que um dia imaginei.
Da vida, hoje, eu espero coragem.
De mim, eu espero honestidade.
E que, mesmo cansado,
eu não desista de ser quem sou.
Por tanto da vida não espero muito,
mas de mim eu espero tudo.

Amor é escolha diária.
É ficar quando seria mais fácil ir.
É cuidar mesmo cansado, ouvir mesmo sem entender tudo.
Amor não é só sentir, é agir.


Amor é verdade sem ferir, presença sem sufocar.
É corrigir com carinho, perdoar sem jogar no rosto.
Não é perfeição, é compromisso.


Amor é quando dois imperfeitos decidem caminhar juntos,
sabendo que nem todo dia será fácil,
mas todo dia valerá a pena quando existe respeito, entrega e fé.

O amor é o detalhe que muitos ignoram.
É a presença que permanece quando tudo falha.
Amor é ser, quando nada mais consegue ser.
É insubstituível, mas também é sensível.
Amor precisa de atenção, de cuidado diário.
Porque, quando deixado de lado, ele silencia.
E às vezes, quem mais faz para mostrar que está contigo
é quem primeiro sente a ausência.

Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.

Triste é quem acha que o gelo dói,
quando a vida veio e me ensinou
a fazer uma bela caipirinha.
Já não choro pelos apelos,
aprendi a sorrir —
e o que virou aprendizado
hoje se transforma em conselho.
Entre ficar ou se retirar,
escolhi ficar em mim.
Porque partir dos outros é escolha,
mas abandonar quem sou
nunca foi opção para mim.

Deus é meu melhor amigo,
é pra Ele que eu conto minhas tristezas.
Quando o mundo silencia,
Ele escuta até as palavras que não sei dizer.
Componho músicas,
e antes de qualquer aplauso,
é Ele quem ouve.
Conhece cada nota, cada lágrima escondida na melodia.
Falo dos meus amores,
das dores que insistem em ficar,
dos sonhos que carrego no peito
e de tudo aquilo que luto todos os dias pra construir.
Quando a fé vacila,
Ele me sustenta.
Quando eu caio,
é Sua mão que me levanta.
Nem sempre responde como espero,
mas sempre cuida como ninguém.
Deus não é só caminho,
é companhia constante
em cada passo da minha caminhada.

Onde dois querem,
dois constroem, dois fazem.
Quando entre dois
um deixa um terceiro opinar,
já não existem dois —
existe um ruído, um corte,
um sabote silencioso.
Amor é pacto,
é acordo sem plateia,
é decisão tomada a portas fechadas,
com respeito e verdade.
Quando a voz de fora pesa mais
do que a mão que está dentro,
o laço enfraquece,
a confiança racha.
Amor é feito de dois,
não de conselhos atravessados,
não de interferências disfarçadas
de cuidado.
Onde há dois que se escolhem,
o resto vira fundo.
E quando o terceiro entra,
o amor sai pela porta dos fundos.

A santidade não salva ninguém
quando vira máscara e prisão.
Deus não nos quer dentro de uma caixa,
quer leveza, verdade e coração.
Fomos feitos pra viver fora dos moldes,
fora do medo, fora do papel.
Não adianta erguer mãos na igreja
e fechar o punho diante do céu.
Espiritualidade não mora em paredes,
mora no gesto, no olhar, no pão.
Negar ajuda por conveniência
é rezar em vão.
Somos santos e pecadores,
contradição que aprende a amar.
Viemos pra servir uns aos outros,
não só no templo, mas no caminhar.
Porque é fora da igreja, na vida real,
no silêncio, na escolha, na dor,
que mostramos quem somos de verdade
e se a fé virou prática ou só discurso sem amor.

Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.

Deus recebe as ofertas de sua adoração quando são feitas de coração e a recompensa de Deus é a multiplicação de bens, a permanência da paz e da Sua proteção.