Quando Perceber que me Perdeu

Cerca de 163596 frases e pensamentos: Quando Perceber que me Perdeu

Quando um homem diz que o dinheiro não pode fazer nada, isso se resume no seguinte: Ele não tem nenhum dinheiro.

A ambição é louvável quando acompanhada pelo desejo e pela capacidade de fazer felizes os outros.

Quando um actor finalmente aprende a interpretar todos os tipos de papéis, geralmente já está velho demais para eles, e só pode interpretar alguns poucos.

Quando uma obra parece avançada para a sua época, é simplesmente porque a sua época está atrasada em relação a ela.

Quando um homem não pode atingir a extensão dos seus desejos, pode remediar o mal encurtando-os.

A razão é escrava quando a fé e autoridade são senhoras.

Os humildes sofrem quando os poderosos combatem entre si.

Quando novas informações surgem e as circunstâncias mudam já não é possível resolver os problemas com as soluções de ontem.

Quando se corre atrás do espírito, apanha-se a tolice.

A coragem começa quando você passa a entender que você a tem. A coragem cresce forte em vitalidade cada vez que é usada.

Como é que se vê que o fruto está maduro? Quando ele cai do ramo.

Os pobres ficam ainda mais pobres quando têm de sustentar os burocratas nomeados supostamente para enriquecê-los.

Quando era jovem, descobri que nove de cada dez coisas que eu fazia eram um fracasso. Eu não queria ser um fracasso. Então, passei a trabalhar dez vezes mais.

Só se pode conversar duas horas com uma mulher quando se lhe diz sempre a mesma coisa.

Os amantes apenas vêem os defeitos das amadas quando o seu encantamento acaba.

Quando o homem fala da eternidade, é como o cego que fala da luz.

Quando a consciência nos acusa, o interesse ordinariamente nos defende.

[Quando foi perguntado se tinha medo da morte]
Da morte, nunca tive medo. O que não quero é ficar aleijado. Disso sim, tenho um medo que me pelo...

É preciso recorrer à arte quando a natureza é avara.

Não há baliza racional para as belas, nem para as horrorosas ilusões, quando o amor as inventa.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Amor de Perdição, 1862