Quando os Bons se Unem
Não se apresse, nada acontece de um minuto para o outro.
Quando temos um grande sonho, nenhum obstáculo é grande o suficiente para nos fazer desistir.
Me dói não ter podido mostrar minha face. Me dói ter passado tanto tempo atento a ele — quando ele nunca ficou atento a mim.
Devo esclarecer que, para mim, piscar é uma espécie de vírgula que os olhos fazem quando querem mudar de assunto.
É muito bom quando a gente sente as coisas, mas não sabe muito bem como expressar. E aí, chega alguém e desnuda as verdades em que a gente acredita.
Pra sempre eu vou sentir um elevador de gelo seco em todos os meus andares quando você aparece de alguma maneira. Quando tem foto sua, quando tem recado seu, quando tem você atravessando a avenida.
O amor é cheio de armadilhas. Quando quer se manifestar, mostra apenas a sua luz – e não nos permite ver as sombras que esta luz provoca.
Ninguém está sozinho quando curte a própria companhia, porém somos reféns das convenções, e quando estamos sós, nossa solidão parece piscar uma luz vermelha chamando a atenção de todos. Relaxe. A solidão é invisível. Só é percebida por dentro.
Não quero mais procurar saber seus motivos. Só quero me curar dessa dor. Quando ela passar poderei olhar para trás sem mágoa.
A gente ama quando aceita o lado ruim do outro. Aceitar as qualidades é tão fácil. Na hora de conviver com cada defeito o bicho pega. E pega de jeito.
É uma coisa engraçada isso de ter um relacionamento. Num momento está tudo de cabeça para baixo, mas depois que o glitter assenta, você volta ao conto de fadas.
Confiamos por conforto, porque é melhor crer no inabalável a passar por uma existência cinzenta, cética e tão questionadora a ponto de não sentir graça por nada nem ninguém.
Hoje de manhã acordei bastante pensativo, seguindo em frente, pensando que não consigo. Me imaginei dentro de um labirinto sem saída e sem caminho, mas mesmo assim não desisto. Agradeço a Deus pela minha existência e por ter minha família e amigos.
Wilhelm, exaspero-me ao ver como há gente incapaz de compreender e sentir as poucas coisas que ainda têm algum valor sobre a terra.
