Quando os Bons se Unem
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre que estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá
Gambá o pegou pela mão e entrou correndo na escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando viu aquele monte de pés correndo pra lá e para cá, mas para não contrariar seu amigo gambá ele se aventurou passar pelos alunos. Lá perto da quadra de esportes encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir sua poesia.
- Oiii Gabiróba! eu sou Lagôsta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada. por isso eu fico aqui na torcida e escrevendo no celular, e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legal Lagôsta, mas o que você escreveu no celular hoje?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal!
mas e aiiiiii?... Saiu tudo da sua imaginação?
- ah não! a imaginação não é minha, ela não tem dono, Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir ou chorar, mas está sempre disposta a nos servir quando a buscamo no silêncio. Dá pra imaginar?
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais por ali. Pensou que talvez a aula estivesse acabando e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por um fio, e sempre fazia isso.
- “Ex Governanta”... Gritou bem animado Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua.
Sempre passando tempo expressando idéias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, para lá e para cá, por aqui, por acolá, novamente e por todos os lugares. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.
"A nossa alma é tão vasta que, quando transborda, o corpo faz questão de dar uma forma diferente para cada gota: há lágrimas que são o mapa do alívio e outras que são o retrato fiel da saudade."
*Quando meu coração parar*
Não quero silêncio ou fim,
quero que o vento leve meu nome como quem espalha jardim.
Que as lembranças virem estrelas no céu de quem me amou, e cada abraço guardado seja prova do que ficou.
Quando meu coração parar,
que não parem meus versos também, pois quem ama deixa ecos vivendo no peito de alguém.
E se a saudade chegar mansa, feito chuva no entardecer, olhe para o céu sem medo — há amores que não sabem morrer.
Sem Colete
Quando eu parei de me proteger,
vieram com mira certeira.
Não foi o erro que doeu.
Foi acreditar
que comigo
seria diferente.
O tiro nunca vem
quando você tá armado.
Ele vem
quando você acredita
que finalmente pode descansar.
A temporal...
Quando o tempo pula sem te mostrar direção ou norte
e se sentir vivo
é exatamente a única coisa sensata
dentro do caos chamado...
mente.
O meu maior sonho, minha maior alegria e realização será quando eu encontrar pessoalmente Cristo. Então direi: valeu a pena viver.
“Quando jovem, os adultos me diziam que mentir era errado.
Hoje, o errado sou eu por ter acreditado em quem mentiu.”
Quando alguém encontra Deus, sua vida se firma sobre rocha sólida. O coração descansa como criança nos braços da mãe. Tudo muda de lugar: aquilo que parecia enorme perde importância, e só Deus se revela verdadeiramente grande. A quem encontra Deus acontece como a quem ama pela primeira vez: corre, voa, sente-se renovado. As dúvidas continuam na superfície, mas no fundo da alma reina a paz. Já não importa tanto a situação exterior. O essencial é isto: Deus está presente. Deus é Deus.
As lágrimas caíram quando você disse adeus, um sorriso voltou quando você me disse pra ficar e que loucura assim digo que por ti ainda estou apaixonado.
Mãe é o abraço que cura sem remédio,
o colo que acolhe mesmo quando o mundo machuca.
É quem muitas vezes chora escondido para sorrir aos filhos,
quem enfrenta o cansaço com amor e transforma pequenos momentos em eternas lembranças.
Ser mãe não é apenas gerar uma vida,
mas doar pedaços do próprio coração todos os dias.
É ensinar a caminhar, mesmo quando os próprios pés estão cansados.
É ser força, refúgio, oração e esperança.
Neste Dia das Mães, que cada mãe se lembre:
seu amor deixa marcas eternas na alma de quem teve a bênção de ser amado por você. 💖
