Quando os Bons se Unem

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Quando percebo que alguém me rejeita, fico ferida, pois tenho muita carência afetiva não resolvida

⁠Quando o ser humano festeja a morte de alguém, sinaliza que seu espirito já apodreceu , e nivelou-se a um verme!

A vida acaba perdendo um pouco
do seu brilho quando começamos
a encontrar motivos para reclamar
de tudo, até mesmo das pessoas
que mais amamos.

Quando estamos emocionalmente abalados, a esperança funciona como um remédio que abre portas para novas possibilidades.

O meu eu revolto

Desde quando amor dá um tempo?
Amor conta o tempo.

Para ficar junto,
para beijar na boca,
para correr juntos e abraçar gostoso,
para acariciar intimamente
e dar gargalhadas sincronizadas.

Sempre juntos.

Desde quando amor dá um tempo?
Amor conta o tempo!

Quanto tempo é preciso
para entender o óbvio?

As decepções na vida chegam quando menos espero,
e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei.
o ser humano falha e fere sem licença,
enquanto o coração ferido tenta ajustar a conta, explicar o erro e exigir reparo.
Mas a justiça oriunda da fé
não nasce do acerto imediato,
nasce de não me trair no meio da dor.
Ser justo, nessas horas amargas,
é não permitir que a mágoa dite minha conduta.

Quando se chega ao ápice do ódio! É o amor que vem despontando...
(Patife)

Quando aquela menina no colo do pai olhou para mim e sorriu, era Deus que estava sorrindo.

Quando a conexão é forte, há sintonia inexplicável, empatia profunda, silêncio confortável, comunicação fluida e a sensação de conhecer a pessoa há muito tempo, com olhares profundos e pensamentos sincronizados que criam um vínculo seguro e natural, manifestando-se em desejo de proximidade e facilidade na interação.
(Saul Beleza)

Quando a maturidade chega, um gostar muito sincero e verdadeiro pode valer mais do que um eu te amo falso.

⁠Quando crescemos em silêncio os nossos adversários não sabem por onde atacar

A tirania prospera quando o pensamento se rende; a liberdade nasce quando a consciência se recusa a ajoelhar.

A humanidade começa quando a ilusão termina; é nesse instante que deixamos de buscar deuses e começamos a construir justiça.

Deus é o nome sagrado do medo quando o medo quer ser respeitado.

O individualismo moderno é o medo de se perder no outro, disfarçado de autonomia, quando na verdade é apenas solidão com nome de grife.

Se a sua moralidade só se mantém quando há câmeras, registros ou risco de exposição, ela não é virtude, mas conformismo social bem disfarçado. A ética genuína não depende de vigilância total nem de anonimato: ela se sustenta porque pode ser racionalmente defendida em público, mesmo quando ninguém está olhando.

A liberdade psicológica começa quando aceitamos que não somos quem gostaríamos de ser.

Ser responsável não é escolher entre certo e errado, mas é escolher quando ninguém está olhando.

Quando alguém diz que toda verdade é relativa, em geral está pedindo licença teórica para impor a sua à base da violência.

Quando tudo é relativo, a violência deixa de ser crime e vira “opinião armada”.