Quando os Bons se Unem
Há forças que só se revelam quando o chão cede. Enquanto tudo sustenta, o ser dorme; quando falta apoio, desperta. Não é a estabilidade que forma caráter, mas a queda que obriga a escolher entre endurecer por medo ou aprofundar-se por coragem.
Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.
Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.
Quando não há governança, o setor público torna-se refém da administração por demanda, pois não compreende o papel da administração baseada na oferta consistente de programas com a devida alocação de recursos.
A primeira tarefa do ciclo de gerenciamento de políticas públicas, é validar a agenda da governança, que não invisibilize problemas existentes na sociedade.
Esqueça o que falam, se estão falando é porque você importa. Mas, desconfie quando tudo for silêncio.
Superar, no fim, é um acordo que você faz consigo mesma: o de continuar sendo, mesmo quando algo ainda dói. É entender que a vida não exige que você esteja inteira para seguir em frente. Exige apenas que você esteja disposta a não desistir de si.
Pode acreditar em mim, eu te amei — mesmo quando só havia teu rastro
no silêncio dos meus pensamentos,
mesmo quando a tua voz era um eco distante
e a tua presença, um mapa que eu desenhava à noite.
Amei-te como quem guarda um fogo em segredo,
sem pedir abrigo, sem cobrar retorno;
amei-te com a fome de quem conhece a própria sede,
com a coragem de quem planta flores no inverno.
Havia em mim um mar que te chamava pelo nome,
ondas que batiam nas pedras da saudade,
e cada lembrança tua era uma estrela acesa
no céu que eu tecia para não me perder.
Sei que te amei com a força dos rios que não se explicam,
com a paciência das raízes que sustentam árvores inteiras;
amei-te sem medida, sem trégua, sem testemunhas —
um amor que foi inteiro, mesmo quando só existia em mim.
Guardo esse amor como quem guarda um segredo sagrado:
não para esconder, mas para lembrar que fui capaz
de amar com toda a pele, com toda a voz, com todo o tempo.
Lembra — eu te amei, e esse amor ainda me habita.
Mentiras pequenas e relativamente sinceras ainda são aceitas quando não estamos diante de uma autoridade. Mas na frente de autoridades, a verdade e a justiça sempre devem prevalecer.
No Brasil, as pequenas mentiras são toleradas quando não são ditas diante de autoridades. No entanto, as inverdades não podem existir na presença de uma autoridade para que as injustiças não prevaleçam.
Quando o sofrer nos encolhe
A verdade é luz que ilumina
É essencialmente realidade
Quando a mentira se elimina
Ser verdadeiro, ser sempre leal
Sem jamais buscar fazer o mal
É a certeza que se determina.
Quando se tem consciência
Na força da coletividade
Entende-se que a união
Faz diferença de verdade
É saber que se pode contar
Com muita gente para lutar
Com fé, energia, positividade.
Quando a paz habita
Fazendo a raiva cessar
É linda e pura sensação
Que a gente pode desejar
Começa no nosso interior
Com calma e muito amor
Para depois poder espalhar.
Quando a indecisão bater à sua porta, respire fundo, escolha e fique em paz. Mesmo se errar, caminhe, não pare de lutar pelos seus sonhos
