Quando os Bons se Unem
Sobre malhação: algumas pessoas quando malham se olham no espelho e acreditam que a imagem refletida lhe constitui, esquecem-se que quem as olha lhe enxerga segundo sua constituição cultural. A beleza e a feiúra são relativas.
O ser humano só tem poder sobre outro quando descobre qual é o seu medo. A administração do medo é um poderoso dispositivo de controle. Por esse motivo, os meus medos ficam muito bem trancados dentro de mim... Talvez por este motivo algumas pessoas me acham arrogante. Não acredito que eu seja, só não compartilho com a cultura da miséria. Não gosto de pessoas que choram e expõem suas mazelas o tempo todo. Indubitável manifestação de medo.
As vezes quando nos encontramos sozinhos e percebemos que não temos mais ninguém, corremos para a nossa velha e fiel companheira "A escuridão".
Algumas histórias não terminam.
Elas param.
Param quando continuar exigiria uma resposta
que ainda não existe.
Voltei diferente.
Não derrotado —
inacabado.
As pessoas seguiram me olhando
como quem tenta reconhecer
algo que mudou sem avisar.
Eu também me olhava assim.
Não havia conclusão.
Não havia moral.
Só um homem tentando caber
na própria vida outra vez.
Aprendi que nem toda queda ensina.
Algumas apenas revelam
o que estava escondido
sob a ideia de sucesso.
O que perdi não cabe em listas.
O que restou não cabe em explicações.
Fiquei.
Não porque sabia o que fazer,
mas porque ainda havia chão suficiente
para não desaparecer.
As perguntas continuaram.
Nos olhares.
Nos silêncios.
Em mim.
Haveria outra chance?
Outro caminho?
Outro erro?
Não respondi.
Algumas respostas não pertencem ao fim,
pertencem ao próximo passo.
E este livro termina aqui.
Não porque a história acabou,
mas porque agora
ela precisa ser vivida
antes de ser escrita outra vez.
Lembrar de alguém somente quando precisa é uma atitude parasitária, onde o indivíduo(a) necessita sugar algo para suprir sua necessidade momentânea, seja financeira ou emotiva.
"Nem toda mulher gosta...
De receber flores arrancadas,
mas gosta... quando forem entregues com afeto"
Quando nos afastamos... de pessoas que não querem o nosso bem, nossa vida começa a caminhar... sem tantas pedras.
Mas quando se fala de amor romântico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou hábito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
Não se trata de uma regra moral, mas de uma experiência de inteireza.
Amar, de fato, alguém é estar inteiro na entrega — e não há inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vários, ternura por incontáveis.
Mas quando o amor romântico floresce, ele exige uma atenção que não se reparte sem perder a própria essência.
“Ter fé não significa aceitar injustiças: a religião ensina amor ao próximo, mas quando o respeito não é mútuo, a distância é um ato de paz, não de rancor.”
"Na terapia aprendemos que o peso não está nas coisas, mas no esforço de carregá-las, quando soltamos, a vida fica mais leve”
“Boas companhias fortalecem a alma, pois quando andamos em comunhão com a paz e a bondade, o Espírito Santo faz reinar entre nós a serenidade e nos transforma em boas companhias também.”
Boas companhias moldam corações, pois quando caminhamos em sintonia com a paz e a bondade, o Espírito de Deus habita entre nós e nos faz também ser luz uns para os outros.
“Quando visitamos o lar da tristeza, ela nos reconhece e volta a nos visitar; por isso, escolha visitar a paz e a felicidade, para que sejam elas a bater à sua porta.”
Só é possível amar , quando se está inteiro. Uma alma fragmentada venda os olhos nos levando a enganos e desenganos.
