Quando os Bons se Unem
Quando é realmente amor não machuca, é muito confuso, mas também tem algumas certezas. Pode ser amargo e ter efeitos colaterais em ambas as partes, mas essa é a única cura.
Quando defendemos a liberdade de expressão dos outros, estamos defendendo a nossa própria.
Uma oposição nunca dá, ela investe, e quando cobra, pedecom juros altos além das notas, sua paz, sua lealdade ou sua liberdade.
Colher as flores pelo caminho, será opcional quando o objetivo é cultivar o próprio jardim...
Ou seja!?
Agricultor que tem um plantio definido, não se distrai com qualquer colheita.
Como você pode dizer que somos apenas
Amigos
Quando já dividimos uma cama?
Como você pode olhar pra mim e fingir
Que eu sou alguém que você não conhece?
"Quando eu me calo diante da injustiça e violência,
o meu pensamento esperneia,
com vontade de dar voz de prisão aos crimes que me rodeiam..."
***
"Quando meus sentimentos estavam frios e vazios como uma escuridão, encontrei seu abraço como o sol da manhã."
“Quando meu amigo e eu vemos alguém mimando quem gosta, sem saber que ela troca ideia com outro.”
Mac Jhogo
Aos 40, a Vida Pede Espaço Novo.
Quando se chega aos 40, a metade já passou,
E alguns despertam, notam: o tempo voou.
Sonhos antigos já não cabem mais,
Como roupas guardadas que não servem jamais.
O guarda-roupa da vida, cheio e amontoado,
Pede uma faxina, um olhar mais centrado.
É hora de abrir espaço, tirar o que ficou,
Deixar só o que importa, o que ainda ecoou.
Desapegar do que não usamos mais,
Dos planos que o tempo levou para trás.
E com as gavetas da alma mais leves então,
Vestir novos sonhos… que caibam no coração.
A ESTRATÉGIA precisa
mudar em 2 momentos:
Quando TUDO está mudando.
Quando NADA está mudando.
Diego Marcelo Sternheim
Como uma pessoa consegue ser tão falsa com quem sempre lhe deu um ombro quando precisou?
Esse tipo de pessoa é amarga, mal-amada e com língua de lixo.
"Quando era criança, a vida me deu mamadeira de leite para eu crescer. Aos 3, recebi uma canequinha de plástico, e todo dia a vida a enchia para mim de água doce. Porém, por ser ansioso, acabava derrubando essa canequinha quase todo dia, mas ela, paciente, sempre a pegava e colocava em minhas pequenas mãos. Aos 7, recebi um copo de plástico, o qual era enchido diariamente de água sem gosto, porém refrescante. Ocasionalmente, eu derrubava o copo, mas, dessa vez, eu mesmo tinha que pegá-lo. Aos 12, recebi um copo de vidro, sendo preenchido diariamente como a vida sempre fez, mas, desta vez, por uma água levemente amarga; não era mais refrescante como antes. E, se o derrubasse, teria que juntar os cacos um por um e remendar para tê-lo novamente. Infelizmente, isso aconteceu várias vezes até a maioridade. Enquanto não juntava e remendava os cacos, não conseguia beber da água, mas consegui me virar. Aos 18, a água se tornou inteiramente amarga, não refrescando mais. De tanto remendar cacos, minhas mãos estavam machucadas, mas tentei. Aos 19, cansei. Perguntava-me se em algum momento teria minha canequinha e água doce novamente."
Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.
Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.
Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.
Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.
Mesmo quando a estrada fere os pés, ela pode nos conduzir a um destino de luz — onde nossa história se torna esperança para outros viajantes.
