Quando mais Precisei de Ti

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SONHAR;


⁠Sonhos são possíveis após um desastre
Quando conhecemos nós mesmos
Mesmo por nome
Aceitamos quem somos
Acreditando numa benção
Se bênçãos forem, além, do mero conforto selecionado
Quais os papeis de sonhos?
Selecionamos, cortamos, afogamos
Para nunca mais sonhar

A ciência é obrigada a estudar, analisar e provar, todavia quando trata-se de algo invisível, é necessário que evidenciem uma explicação lógica para o fenômeno.
Assim é também a existência de Deus.
A ciência acredita que tudo foi criado do nada mas não pelo nada, pois isso é fisicamente e praticamente impossível

⁠Quando estudar é prioridade, a transformação na própria vida e na vida das pessoas que nos cercam é inevitável. Quem pensa assim nunca se arrepende, lê o mundo com outros olhos e é mais feliz !

⁠Desejo, saudade, amor e paixão tudo se misturam quando eu te vejo e o que falta eu te ter pra sempre?

Seria impossível te olhar e não sorrir
Se quando te olho meu coração se enche de uma forma tão especial
Parece que o tempo para, apenas pra um sorriso

O que me adianta você voltar? Se quando voltas, não voltas pra mim!?

Amizade

Um amigo está ao teu lado
Quando ris e quando choras.
Partilha jogos, sonhos, medos
E as pequenas grandes horas.

Amizade é dar a mão
Sem pedir nada em troca.
É um tesouro silencioso
Que o tempo nunca sufoca.

Respeito


Respeitar é saber ouvir,
Mesmo quando quero falar.
É tratar bem quem está perto,
E também quem vai passar.


Cada pessoa é diferente,
Mas merece consideração.
Respeito é a ponte firme
Que liga coração a coração.

Respeite e honre as pessoas. Mesmo quando não lhe derem motivos para admira-las!

Quando a cota da paciência expira,
até o reset vem com erro.

Quando o absurdo se banaliza e a passividade dita as regras, o simples já não emerge.

Quando justiça ultrapassa fronteiras, ninguém está acima da Lei.

⁠Nada pior do que o fracasso, a não ser o êxito quando ele não nos satisfaz.

A paz pode ser turbada pelo Mundo, mas permanece resiliente quando encontra abrigo na virtude silenciosa que guardamos dentro de nós.

O perigo no homem se agrava nos extremos: quando nada tem a perder ou quando tem tudo a perder.

Quando um pensamento desagradável surge em nossa mente, a questão não é se ele apareceu, mas o que fazemos com ele.

Nem tudo que pensamos foi escolhido por nós. Às vezes, surgem de forma involuntária, assim como quando alguém nos manda imaginar algo, e imediatamente uma imagem se forma em nossa mente.

Mas, ainda que não possamos impedir todos os pensamentos, podemos escolher quais permanecem, correto?

É aí que entra a sabedoria que vem de Deus: discernir o que deve ser acolhido e o que deve ser rejeitado. Entretanto, nem todo pensamento merece abrigo em nossa mente.

Assim diz, em Filipenses 4:8 (ARC)

Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Amém?

Quando se fala em advocacia, muita gente ainda pensa apenas na ideia clássica de “defender um cliente” em um processo. E isso, embora não esteja errado, é uma visão incompleta.

No mundo contemporâneo, a advocacia assume um papel que vai muito além da atuação individual em conflitos. Ela se posiciona como um elemento de equilíbrio dentro da sociedade, funcionando como uma ponte entre o cidadão, o Estado e as estruturas jurídicas que organizam a vida em comunidade.

Na prática, isso significa que o advogado não atua apenas como representante de interesses privados. Ele também exerce uma função que impacta diretamente a forma como o Direito é aplicado, interpretado e vivenciado na realidade social.

Se pensarmos com um pouco mais de profundidade, o Direito só faz sentido porque organiza relações humanas. E a advocacia é uma das engrenagens que mantém esse sistema em funcionamento. Sem a atuação do advogado, muitos direitos permaneceriam inacessíveis, não por inexistirem, mas por falta de efetividade prática.

Existe aqui um ponto que muitas vezes passa despercebido no início da formação jurídica. O acesso à justiça não é apenas uma questão formal. Não basta que o Direito exista no papel. É necessário que ele seja compreendido, invocado e aplicado de maneira concreta. E o advogado é um dos principais responsáveis por transformar normas abstratas em soluções reais para problemas concretos.

Nesse sentido, a função social da advocacia está diretamente ligada à concretização de direitos.

Quando um advogado orienta um cliente, ele não está apenas prestando um serviço técnico. Ele está ajudando alguém a compreender sua própria posição dentro do sistema jurídico. Quando elabora uma peça, ele não está apenas redigindo um documento. Ele está participando da construção de uma decisão que pode impactar a vida de pessoas, famílias ou organizações.

Essa responsabilidade exige mais do que conhecimento técnico. Exige consciência do papel que se ocupa dentro da sociedade.

Se olharmos para obras clássicas que tratam da condição humana e das relações sociais, como os romances de Dostoiévski, percebemos que os conflitos humanos raramente são apenas jurídicos. Eles envolvem moral, contexto social, limitações econômicas e dilemas existenciais. O Direito, nesse cenário, funciona como uma tentativa de organizar e dar resposta a essas tensões. A advocacia, por sua vez, atua como mediadora entre essas complexidades e a estrutura normativa.

No mundo contemporâneo, esse papel se torna ainda mais relevante.

Vivemos em uma sociedade marcada por relações cada vez mais complexas, por mudanças rápidas e por uma crescente judicialização de conflitos. Nesse contexto, o advogado precisa não apenas dominar normas, mas também compreender dinâmicas sociais, econômicas e comportamentais.

A função social da advocacia também se manifesta na preservação do equilíbrio institucional. Ao atuar dentro dos limites éticos e legais, o advogado contribui para a legitimidade do sistema de justiça. Ele ajuda a evitar abusos, garante que as partes sejam ouvidas e assegura que decisões sejam tomadas com base em um contraditório efetivo.

Isso significa que a atuação do advogado tem impacto não apenas no caso específico, mas no funcionamento do sistema como um todo.

Outro aspecto importante é o papel do advogado na redução de assimetrias.

Nem todos os indivíduos possuem conhecimento técnico suficiente para compreender plenamente seus direitos e obrigações. O advogado atua justamente como um agente que reduz essa desigualdade informacional, permitindo que mais pessoas tenham condições reais de acessar a justiça e tomar decisões conscientes.

Na prática, isso se traduz em orientar corretamente o cliente, explicar cenários possíveis, apontar riscos e sugerir caminhos viáveis. É uma atuação que combina técnica com responsabilidade social.

Também vale destacar que a advocacia contemporânea exige uma postura mais ampla do que no passado. Não basta ser apenas um operador técnico do Direito. É necessário desenvolver habilidades de comunicação, empatia, análise estratégica e compreensão do contexto em que o cliente está inserido.

No fim, a função social da advocacia não é algo abstrato ou distante da prática. Ela está presente em cada atendimento, em cada orientação, em cada peça e em cada decisão tomada pelo profissional.

Talvez a forma mais simples de resumir essa ideia seja a seguinte: o advogado não atua apenas para resolver problemas individuais, mas também para contribuir com a manutenção de um sistema que busca organizar a convivência social de maneira justa e funcional.

E quanto mais consciente o profissional estiver desse papel, maior tende a ser não apenas a qualidade da sua atuação, mas também o impacto que ele é capaz de gerar ao longo da sua carreira.

Caso deseje bater um papo mais aprofundado sobre isso, poste um comentário e eu entrarei em contato com você.

Quando falar em felicidade, lembre-se de que é um sentimento que exige muito de você para ser consolidado.

⁠“Existem novas montanhas e paisagens que só surgirão quando você escalar o primeiro monte” (Ril)

O medo da morte


Antes a morte não me causava angústia, não ligava pra quando muito menos de qual maneira.
Depois que você apareceu na minha vida, que eu tomei conhecimento de que nesse mundo tu estás..


Agora a morte me causa angústia, medo de viver pouco e talvez não aproveitar algo nesse mundo o qual tu faz parte.


Isso era antes, agora tanto faz, a morte já é algo esperado as vezes até anseio por sua chegada...