Quando mais Precisei de Ti

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O caos do ser humano, é que ninguém nunca entende o que ele tem dentro de si, ninguém sabe o que ele carrega, somos mestres e doutores em decepcionar em dizer palavras sem pensar, em argumentar sem coesão, em discutir sem pensar no outro, no que o outro pode passar, no que o outro pode sentir.

"Durante toda a minha vida, tenho sido testado. Minha vontade foi testada, minha coragem foi testada, a minha força foi testada. Agora minha paciência e resistência estão sendo testadas. "

"Eu só quero me lembrar de como somos agora."

É relaxante, confortável, saber que quem amamos está dormindo na sua cama, onde nada pode magoar.

Temo o homem de um livro só.

E você nem legume é, porque até as alcachofras tem coração.

Tome os meus desejos como realidade,porque eu acredito na realidade dos meus desejos.

Ao ser criticado, não se preocupe, pois os pontos que os outros criticam podem ser os trunfos que fazem você se destacar na multidão.

Lições de Motim
DONA COTINHA: Viver sozinho vicia. Chega uma hora que gente incomoda. Dá uma espécie de gastura, e é essa gastura o primeiro passo para a solidão. É claro, só gosta de solidão quem nasceu pra ser solitário. Só o solitário gosta de solidão. Quem vive só e não gosta de solidão não é um solitário, é só um desacompanhado. Solidão é vocação, besta de quem pensa que é sina. Por isso, tem que ser valorizada. E não é qualquer um que pode ser solitário não. É preciso ter competência pra isso. Pra viver bem com a solidão temos de ser proprietários dela e não inquilinos. Quem é inquilino da solidão, não passa de um abandonado. Não é que eu não goste de gente, eu não suporto é ser usuário, o que é bem diferente. Minha solidão tem um nome: renúncia. Eu renunciei ao gênero humano. É simples e só. Perdi a crença nas pessoas. O certo é que eu sou um descreste de gente, só isso. Tirei as pessoas da minha vida, como tirei o açúcar de minha diabete. Minha solidão é medicinal.

Soneto de Intimidade

Nas tardes de fazenda há muito azul demais.
Eu saio às vezes, sigo pelo pasto, agora
Mastigando um capim, o peito nu de fora
No pijama irreal de há três anos atrás.

Desço o rio no vau dos pequenos canais
Para ir beber na fonte a água fria e sonora
E se encontro no mato o rubro de uma amora
Vou cuspindo-lhe o sangue em torno dos currais.

Fico ali respirando o cheiro bom do estrume
Entre as vacas e os bois que me olham sem ciúme
E quando por acaso uma mijada ferve

Seguida de um olhar não sem malícia e verve
Nós todos, animais, sem comoção nenhuma
Mijamos em comum numa festa de espuma.

Vinicius de Moraes
Antologia poética

⁠nenhum de nós está feliz
mas nenhum de nós quer desistir
então continuamos nos machucando
e chamando isso de amor

Nao devemos nos curvas das adversidades, elas existem para que possamos enfrenta-las de cabeça erguida.

A arte de sorrir

temos autonomia para sorrir
razões para chorar
motivos para se divertir
viver e amar

Compartilhar erros
criticar o voo correto
conviver com falhas e tropeços
e depois tá tudo certo

Acordar no pesadelo
caminhar pelos sonhos
enfrentar o nosso medo
e destruir seus monstros

Desenhar o verbo amar
com belas cores colorir
da pintura inspirar
a arte de sorrir

"Esta é minha ultima vontade em testamento. Não tenho muito pra deixar, algumas posses e pouco dinheiro. Vou deixar esse mundo da mesma maneira que cheguei, só e sem nada. Tudo que tenho é minha história e estou escrevendo enquanto me lembro. O meu nome é Benjamin, Benjamin Button."

O umbigo é uma cicatriz profunda da nossa primeira separação.

Olhamos para um bebê e é tão puro, tão livre e tão limpo. Os adultos são essa confusão de tristezas e fobias.

Eu não quero que justamente você passe a pertencer ao clube dos apáticos e indiferentes. Quero que você viva uma vida instigante.

Existem tantas coisas que são ditas sem uma palavra. Existem tantas coisas que são ditas com olhares e gestos e sons.

Deixamos pra depois uma conversa amiga
que fosse para o bem, que fosse uma saída
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...nunca mais

Deixamos de sentir o que a gente sentia
que trazia cor ao nosso dia a dia
Deixamos de dizer o que a gente dizia
Deixamos de levar em conta a alegria
Deixamos escapar por entre nossos dedos
A chance de manter unidas as nossas vidas

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...nunca mais

Titulo: O medo de amar.
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Muitos buscam na religião, espiritualidade,
Preencher o vazio da solidão,
Outros buscam nos amigos,
Alegrar o coração,
É inegável, que na família, encontramos calor,
Mas falta algo no sentimento e no coração,
Para dar as nossas vidas, o amor e a sua cor...
O colorido da paixão.
Aquele abraço apertado,
E um beijo com ardor,
Abraço esse e beijo ardente,
Que somente um homem e uma mulher,
Que faz a alma ficar contente,
Pois, um sonho novo nasce, cuja flor tem sua cor,
A cor eterna do amor!
Mas muitos insistem, em ter medo de amar,
E aí procuram na fuga escondida,
Despistar a vontade louca de amar.
Mas enquanto o amor não chega...
Você insiste em fugir,
Com um louco medo de amar.
Esqueça o que passou,
O passado já morreu,
Abra seu coração,
Expulse o medo de amar outra vez,
E deixe um novo amor entrar!