Quando duas Pessoas se Amam

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Eu estou tão cansado de viver para outras pessoas

Ainda consigo achar interessante quando encontro com pessoas que conseguem dizer que a vida não presta,que nada conseguem, que são infelizes.O titulo deste texto é de Carlos Drumond onde ele diz "somos seres APAIXONÁVEIS, capazes de amar muitas e muitas vezes",você já pensou nisto?Somos seres cheios de sentimentos capazes de voar e ir além dos nossos pensamentos.Não pense você que só se ama uma vez, que quando acaba pronto,não existe mais amor,ele ou ela foi o seu único amor,e desamor também.As vezes planejamos uma vida com alguém isto é lógica, mas de repente tudo muda, a vida vira a esquina, aquele amor já não existe mais,e você se vê em uma armadilha de sofrimentos.Ei ,somos seres apaixonáveis, tudo em nós renasce,regenera,ganha vida.Amar vem de nós mesmo,e ninguém morre por amar demais.E quem diz que não vai amar mais me perdoe o que vou dizer mas o problema e a determinação fracassada é totalmente sua, porque o dom de amar você tem, e só depende da sua decisão em querer viver a intensidade de um novo amor.Existem pessoas que não se permitem se libertarem da dor do passado,e por mais que insistem em dizer que vivem melhor sozinhas eu ainda tenho minhas ligeiras dúvidas que engana se a si mesmo.Apaixone se,se liberte do ontem,e dê oportunidade ao tal presente de lhe mostrar que você pode viver uma grande história de amor,permita se.


"O amor sempre renasce e tem o poder de transformação"
Acreditas nisto?

Não espere muito das pessoas. Expectativas causam decepções.

Pessoas infelizes vivem de indireta,
pessoas felizes ignoram

Todos vamos morrer, e é isso que nos torna pessoas de sorte. Existe uma imensa maioria que nunca vai morrer, pois nunca vai nascer. As pessoas que em potencial poderiam estar no meu lugar, mas que nunca verão a luz do dia, superam em número os grãos de areia do Saara. Entre esses fantasmas com certeza há poetas superiores a Keats. E cientistas superiores a Newton. Disso sabemos porque o conjunto de pessoas possíveis que nosso DNA permite supera maciçamente o número de pessoas que existem. A despeito dessa probabilidade chocante, somos você e eu, em toda nossa banalidade, que aqui estamos

Não vivo de achismos ou é ou não é, odeio indecisões... o que me conquista mesmo são pessoas decididas que quando querem uma coisa só desistem depois de ter tentado todas as possibilidades.

Você só será melhor que outras pessoas, a partir do momento que descobrir que não é melhor que ninguém.

Há tempos escolhi esperar.


E às vezes as pessoas confundem a minha espera. Pensam que é ausência de desejo. Que é medo. Que é excesso de cuidado. Que é uma renúncia amarga feita por quem desistiu de viver.


Mas não.


Eu espero justamente porque sinto. Talvez mais do que deveria. Talvez porque tudo em mim sempre tenha sido intenso demais para caber nas superficialidades que o mundo oferece.


Eu não sinto falta de qualquer abraço. Não desejo qualquer presença. Não anseio por qualquer toque. O que me falta não é um corpo ao lado do meu. É uma alma que saiba permanecer.


Porque o toque, sozinho, nunca foi suficiente para mim. Meu coração sempre desejou aquilo que vem antes dele: a conversa que atravessa a madrugada, o interesse genuíno, a admiração silenciosa, a paz de poder ser quem sou sem precisar diminuir minhas profundezas para caber nos espaços de alguém.


Eu quis alguém que me encontrasse por inteiro. Alguém que compreendesse que meu corpo faz parte de mim, mas não é tudo o que sou. Que enxergasse a mulher por trás dos sorrisos, das fotografias, dos textos e das fortalezas que construí ao longo da vida.


Por isso me guardei.


Não porque me considero forte o tempo todo. Há dias em que a solidão pesa. Há noites em que a espera parece longa demais. Há momentos em que meus desejos me lembram que sou humana, que sinto, que sonho, que também gostaria de ter alguém para dividir os silêncios e repousar a cabeça depois de um dia difícil.


Mas, ainda assim, permaneço. Porque descobri que algumas esperas não são castigos. São cuidados.


E Deus sabe quantas vezes escolhi preservar aquilo que existe de mais precioso em mim, mesmo quando ninguém estava olhando. Quantas vezes troquei a facilidade de um momento pela esperança de uma história. Quantas vezes recusei o vazio disfarçado de companhia.


Eu não espero por perfeição. Não espero por um conto de fadas. Espero por verdade. Por uma conexão capaz de alcançar lugares que nenhuma aparência consegue tocar. Espero por alguém que compreenda que amor não é urgência. É construção. É presença. É escolha.


E se a minha espera tem sido longa, talvez seja porque meu coração nunca procurou qualquer pessoa. Ele sempre procurou lar.


E lares não são encontrados às pressas.


São reconhecidos.




29 de Janeiro de 2024

Muitas pessoas me perguntam o que eu estou esperando. Dizem que eu preciso sair mais, conhecer gente nova, me permitir viver experiências. Algumas acreditam que o amor é algo que se encontra pela insistência, pela exposição ou pela quantidade de portas que se abre ao longo do caminho. Talvez seja por isso que se surpreendam quando percebem que eu não procuro ninguém.


A verdade é que eu nunca procurei.


Não porque tenha desistido do amor, mas porque aprendi a diferenciar carência de conexão. Aprendi que a minha paz vale mais do que qualquer companhia e que nem toda presença é capaz de preencher aquilo que realmente importa.


Durante muito tempo, ouvi que eu precisava me mostrar mais ao mundo para ser encontrada. Como se o amor estivesse escondido em algum lugar e dependesse apenas de eu circular pelos ambientes certos para finalmente acontecer.
Mas o que meu coração espera nunca foi alguém qualquer. Nunca foi um encontro que servisse apenas para aliviar a solidão ou ocupar um espaço vazio.


Talvez seja justamente por isso que a minha espera tenha se tornado tão incompreendida.


Eu não estou esperando um relacionamento. Estou esperando uma conexão genuína. Algo que não possa ser forçado, fabricado ou apressado. Algo que alcance lugares que nenhum toque vazio é capaz de alcançar.


E não, isso não significa que eu não tenha desejos. Sou humana. Tenho saudades do que ainda não vivi. Tenho sonhos, expectativas e, por vezes, sinto o peso da ausência de alguém com quem compartilhar a vida.
Mas aprendi que sentir falta de uma conexão verdadeira não é motivo para aceitar qualquer aproximação.


Houve um tempo em que escolhi me guardar. E essa escolha me ensinou muito mais sobre mim do que sobre o amor. Aprendi a ouvir meus próprios silêncios, a compreender meus desejos sem me tornar refém deles e a reconhecer o valor daquilo que entrego quando decido permitir que alguém se aproxime.


Por isso não abro as portas apenas porque alguém bate. Não porque me considero difícil. Não porque me sinto superior. Mas porque algumas coisas dentro de mim custaram caro demais para serem entregues sem significado.


Se um dia acontecer, que seja verdadeiro. Que não nasça da pressa, da conveniência ou do medo de estar só. Que venha carregado de propósito, reciprocidade, admiração e permanência.


E se não acontecer, ainda assim estarei em paz.


Porque eu não construí a minha vida em torno da falta de alguém.


Mas continuo esperando.
Não por necessidade.
Por esperança.


Porque ainda acredito que algumas conexões não são encontradas por quem as procura desesperadamente. Elas chegam quando duas almas se reconhecem e, sem esforço, entendem que finalmente encontraram um lugar onde podem permanecer.


2 de fevereiro 2024

Hoje o silêncio tomou conta do meu ser...
Tem horas que ignorar fatos e pessoas faz bem, mas tem horas que o desprezo machuca e faz sangrar.
A minha intenção era puramente esfriar a cabeça pra não dizer coisas que magoassem os sentimentos já feridos, mas em vez disso o que eu consegui foi simplesmente parti o meu coração e o seu.
Peço desculpas, mas não sei se você quer ouvir e aceitar.
Passei o dia refletindo sobre tudo. Minha ação, sua ação; meu sentimento, eu não posso dizer o seu sentimento; meu jeito e o meu destino.
É engraçado você planejar seu futuro, montar sua base, passar uma vida construindo seu caráter e chegar a um ano, mas especificamente em um dia e ver que tudo isso que você criou e sonhou foi destruído em questão de segundos...
Eu já não tenho mais nada a perder, acho que agora eu só tenho a construir e se você quiser fazer parte dessa minha nova fase, vai ser muito bem vindo, mas se não, muito obrigada.
Afinal,
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semi-deuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o!"(Nietzsche),só eu posso construir o meu caminho.

É engraçado como depositamos tanta confiança e tanto sentimento nas pessoas.

Persistência é uma qualidade. Teimosia, não. Se o tempo ou as pessoas estão insistindo em dizer-lhe que você deve mudar, pare e reveja seus conceitos.

O coração é frágil, mas as pessoas não se importam

Ao julgar apontando os erros ou defeitos das pessoas na verdade você está se auto-enganando pois seu ego lhe faz ter a sensação ilusória de ser melhor ou superior aquela pessoa que você julga, comece a enxergar e entender que ninguém é superior ou inferior a ninguém, comece a ver os seus próprios erros e defeitos assim poderá começar a aprender e evoluir a partir deles através do autoconhecimento.

Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas.

Ainda me espanto com a arte das pessoas trocarem de "amor" como quem troca de roupa, mas enfim. Cada um com o seu dom.

Todas as pessoas buscam por sinceridade, mas poucas tem a coragem de ouvir a verdade.

Nós dividimos a espécie mais triste de solidão: aquela em que as outras pessoas do mundo só significam companhia em casos extremos e mais fazem volume num espaço pequeno do que preenchem alma.

Eu ando cansada sabe...
Cansada de mentiras, cansada de pessoas que conseguem fingir olhando nos olhos.
Ando cansada do oportunismo e da dissimulação, da falsidade descompensada de algumas pessoas.
Eu ando cansada daqueles que fingem sentimentos, que iludem, que pouco se importam com os estragos que irão causar.
Ando tão, tão cansada.
Não é que eu esteja triste sabe? Mas é que viver as vezes dói demais...

As pessoas mais tolas que existem são aquelas que, por se acharem espertas demais, subestimam a inteligência dos outros.