Quando as Pessoas Deixa de Amar assim

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Porque há um momento em que o silêncio da plateia deixa de ser expectativa e passa a ser juízo.


E quando o aplauso não vem, o ator sente o vazio do próprio eco.

Passado é o hoje que se deixa levar pelo amanhã.

CHARA simboliza o que faltava explicação. Que cabe como uma luva para a atual geração. Deixa de ser uma necessidade de personalização para mentoria de gestores e passa a ser uma ferramenta poderosa para compreender os profissionais, que querem e fazem, daqueles que esperam pelo milagre.

Que bom quando o significado de “amigo” deixa de estar atrelado à quantidade de acessos que as redes sociais definem como indicador de sucesso. O pequeno círculo que permanece, resultante dessa filtragem, assume um valor incalculável e inversamente proporcional ao sentido de perda que acompanha os que avaliam a si mesmos pelo número de “curtidas”.

Morrer não é o momento em que o coração deixa de bater, mas quando, mesmo enquanto ele bate, desistimos de viver!

Deixa-se de ser um menino para tornar-se homem quando se faz uso de consciência e humildade para entender e corrigir erros como rito de passagem.

Perdão concedido sucessivas vezes para os mesmos erros deixa de ser virtude, prestando-se a perenizar hábitos que alternam erro e perdão para se obter provisão de tudo o que não se quer buscar pelo próprio esforço. Como parasitas alojadas no tronco de frondosas árvores, tais pessoas esperam pela seiva preciosa que as sustente até que a hospedeira, enfraquecida pelo duplo esforço, sucumbe sob o jugo da parasita manipuladora.

Deixa-me olhar para a profundidade dos seus olhos castanhos e perder-me na eternidade de um segundo.

Tua boca diz que não, mas teu olhar me diz que sim.
Guria deixa de bobagem e te larga aqui pra mim.

Faça a sua parte e deixa o mais difícil com Deus.

Deixa que teus sonhos aflorem por si
Deixa que a paz viaje em teu existir
Deixa que as flores falem por si
Deixa que Deus aja por ti ...
Saia dessa prisão que tanto te entristece
E vai...
Ancora tua vida no que te liberta
das dores desse mundo
e não esquece jamais ...
De regar sua alma
com a leveza Daquele que
a cada segundo
nos aquieta .

Não sei se é saudade, tristeza ou um ódio vingativo, sei que a tua falta deixa um vazio perdido no silêncio jururu da minha solidão.

⁠O fardo pesado é um incômodo, o fardo leve deixa o corpo manhoso, nem sempre a medida é compatível.

⁠O amor é espetacular entra e sai não pede licença nem deixa espaço vazio, é lógica razão sábio, o amor não tumultua o equilíbrio.

⁠Por tantas vezes o desejo de possuir tal coisa é não ter o deixa triste, é Deus te abençoando do livramento.

Não tenho explicação.
Você não me deixa explicar.
Nesta situação eufórica,
travou a tua democracia,
onde não há paz, amor ou alegria.
Não há tempo de apaziguar,
nem direito de me justificar.

Não tenho explicação.
Você não me deixa explicar.
Nesta situação eufórica,
travou a tua democracia,
onde não há paz, nem amor, nem alegria.
Não há tempo para apaziguar,
nem o direito de me justificar.

Muitas vezes, a vida nos ensina mais do que conseguimos compreender em cada momento, mas o que deixamos de lado ou ignoramos, ao longo dos anos, também tem seu peso. Parece que você está destacando a ideia de que, apesar do aprendizado acumulado, o que deixamos de aprender ou perceber, muitas vezes, se torna maior do que as lições que realmente absorvemos. Isso ressoa com a sensação de que a vida é uma constante jornada de descobertas e esquecimentos.

Deixa as aparências de lado,
não se faça espelho —
porque espelho frágil, quebrado ao vento,
não sustenta verdade nenhuma.
Sê tua própria essência,
não reflexo do que esperam,
não imagem moldada por olhares alheios.
Caminha com passos firmes,
mesmo que o mundo tente te vestir com máscaras,
mesmo que vozes externas ecoem padrões e exigências.
A beleza está naquilo que floresce de dentro,
na chama que não se apaga,
na coragem de ser inteiro,
mesmo quando a maré insiste em te fragmentar.
Não te reduzas ao brilho passageiro,
nem às sombras que outros projetam sobre ti.
És raiz, és tronco, és fruto —
não apenas reflexo.

Ela não me deixa, mesmo que eu queira fugir,
sussurra verdades que me fazem sentir.
No silêncio profundo, onde o eco é vilão,
encontro na solidão a minha mão. Entre sombras longas e o vazio sem fim,
ela é minha sombra, meu próprio jardim.
No duelo calmo, no peito, na mão,
estou de mãos com a minha solidão.