Quando as Pessoas Deixa de Amar assim
As pessoas mais fortes não são aquelas que vivem em meio às multidões buscando a aceitação de todos. São as que aprendem a conviver com a solidão e a viajar e mergulhar para dentro de suas próprias almas.
Pessoas com amor-próprio em excesso, que se acham muito lindas e mais inteligentes que as outras, podem apresentar psicopatia e/ou transtorno de personalidade narcisista. Logo, devemos ter muita cautela ao lidar com esses seres de caráter maquiavélico.
Estou nesse mesmo raciocínio ... É impressionante o quanto as pessoas querem bisbilhotar a sua vida nas redes sociais, principalmente o Instagram. Porém sem nenhuma interação, isso não é querer ter aceitação social, mais sim conectar pessoas, facilitando a conexão diminuindo a distância geográfica, permitindo contato direto e humanizado. Felizmente esse cenário atual de postagens se transformou em vitrines com seguidores fantasmas. O propósito é a depreciação em somente saber se você está melhor ou pior, cujo interesse é repulsivo. Quem acha que sabe da minha vida em postagens continuem acreditando.
Pessoas controladoras às vezes transformam cada explicação em uma nova oportunidade para contestar.
Você diz:
“Não vou à igreja.”
A pessoa pergunta por quê.
Você explica.
Ela rebate.
Você explica novamente.
Ela rebate novamente.
E, quando percebe, você está defendendo sua própria existência diante de um tribunal familiar que ninguém convocou.
Você não precisa.
“Porque essa é a nossa decisão.”
É uma frase completa.
A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.
Ninguém possui um mapa universalmente verificável do outro lado.
Há pessoas que têm fé.
Há pessoas que têm experiências.
Há pessoas que têm doutrinas.
Há pessoas que têm sonhos.
Há pessoas que têm medo.
Há pessoas que simplesmente dizem:
“Não sei.”
E talvez o “não sei” seja uma das posições mais honestas que podemos ocupar diante da morte.
Você pode continuar acreditando profundamente em Deus e, simultaneamente, reconhecer:
“Eu não sei exatamente como é a eternidade.”
Isso não diminui necessariamente sua fé.
Talvez até a torne mais consciente.
Porque fé não é possuir uma câmera instalada no além. É acreditar em algo que você considera verdadeiro sem possuir todas as respostas.
Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.
Quando chega os 60 anos....
A nossa sociedade tenta colocar as pessoas em caixinhas por causa da idade. Quando a gente faz 60 anos, parece que o mundo espera que a gente mude de ritmo, fique estática ou apenas olhe para o passado. Mas a verdade é que o nosso espírito, a nossa criatividade e a nossa essência não envelhecem.
Maurício Rodrigues Lucas: uma vida que permanece na memória
Há pessoas cuja existência não pode ser resumida por datas, documentos ou acontecimentos. Algumas vidas adquirem significado sobretudo pelos vínculos que constroem, pelo afeto que despertam e pela marca que deixam naqueles que tiveram a oportunidade de compartilhá-las. Maurício Rodrigues Lucas foi uma dessas pessoas.
Conhecido carinhosamente como Maumau, Maurício construiu sua presença no mundo através de uma característica que se tornou inseparável de sua memória: a capacidade de despertar amor. Para quem o conheceu intimamente, ele não foi apenas um companheiro, um amigo ou uma presença cotidiana. Foi parte da própria história afetiva de quem caminhou ao seu lado.
Sua trajetória esteve marcada por encontros, separações, reencontros e, acima de tudo, por um vínculo que resistiu às circunstâncias. Durante anos, William Contraponto e Maurício Rodrigues Lucas construíram uma relação na qual o amor não se apresentou como uma ideia abstrata, mas como convivência, cuidado, conflito, reconciliação e escolha.
Maumau também ocupou um lugar singular na vida de William. Se William era frequentemente conduzido pela intensidade de suas convicções, Maurício funcionava como contraponto. Não necessariamente porque pensasse da mesma maneira, mas porque sua presença fazia William refletir. Era o freio diante do acelerador, a lembrança de que uma convicção também precisa encontrar humanidade.
Essa dimensão talvez seja uma das mais importantes de sua memória.
Maurício não foi apenas alguém amado. Foi alguém que transformou quem o amava.
Há uma imagem particularmente forte nessa lembrança: o sorriso de Maumau. Um sorriso capaz de representar felicidade, reconhecimento e intimidade. Mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, esse sorriso permaneceu associado àquilo que havia de mais precioso na relação entre os dois.
A doença e a proximidade da morte modificaram brutalmente o cotidiano, mas não apagaram essa história. Pelo contrário, fizeram com que pequenos elementos da convivência adquirissem uma dimensão ainda maior. Um olhar, um sorriso, uma lembrança, uma palavra ou simplesmente a presença de alguém ao lado passaram a carregar o peso de uma vida inteira compartilhada.
A morte encerra uma existência biológica, mas não determina sozinha o destino de uma memória.
Maurício continua existindo nas histórias contadas sobre ele, nas fotografias, nos objetos, nas lembranças e, principalmente, naquilo que modificou dentro das pessoas que o amaram.
Por isso, falar de Maumau não é apenas escrever sobre alguém que morreu. É escrever sobre alguém que continua produzindo significado depois da morte.
A memória de Maurício Rodrigues Lucas pertence também àqueles que o conheceram, mas existe uma dimensão profundamente particular nessa lembrança. Para William, Maumau foi o amor da sua vida. Foi companheiro, confidente, presença afetiva e referência. Foi também alguém que, de maneira silenciosa, ensinou que amar uma pessoa é permitir que ela transforme nossa maneira de enxergar o mundo.
Talvez seja justamente por isso que a memória de Maumau não precise ser construída como uma estátua distante ou como uma imagem idealizada. Sua grandeza está na humanidade.
Maurício foi uma pessoa real, com sua personalidade, seus afetos, suas contradições, suas alegrias e suas dificuldades. E é justamente essa humanidade que torna sua lembrança tão verdadeira.
A homenagem que permanece não precisa transformar Maurício em alguém que ele não foi. Pode simplesmente preservar aquilo que ele significou.
Nesse sentido, lembrar Maumau é uma forma de ação.
É afirmar que uma vida não desaparece completamente quando seu coração deixa de bater. Parte dela permanece naqueles que foram tocados por sua existência. Permanece no amor recebido, nas experiências compartilhadas e nas mudanças provocadas pela convivência.
William Contraponto, poeta e pensador, pode escrever sobre muitas coisas: existência, desamparo, sociedade, democracia, humanidade, liberdade. Mas existe uma dimensão de sua própria história que nenhuma reflexão filosófica consegue substituir.
É a experiência de ter amado Maurício.
E talvez seja justamente aí que a memória de Maumau encontre sua forma mais profunda.
Não como uma ausência absoluta, mas como uma presença transformada.
O homem que foi companheiro continua sendo lembrança. O sorriso continua sendo imagem. O amor continua sendo sentimento. A história continua sendo contada.
E enquanto houver alguém disposto a dizer seu nome, Maurício Rodrigues Lucas não será apenas uma pessoa que pertence ao passado.
Será alguém que continua fazendo parte da história de quem ficou.
Maurício Rodrigues Lucas.
Maumau.
O amor de uma vida.
E algumas histórias, mesmo quando terminam, nunca deixam de ser vividas dentro de nós.
Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.
Existem pessoas religiosas profundamente generosas e existem pessoas sem religião que podem ser cruéis. O problema não está automaticamente na religião, mas no que cada ser humano faz com aquilo em que acredita.
SONHAR
Sonhar, as pessoas de hoje, não sonham mais, pois a mente, está tão ocupada, com pré-conceitos e soberba, que o sonho não tem lugar pra viver, a mente vagueia na sombra da violência contra a essência da vida. Sonhar é permitir conhecer a realidade da vida: que nada somos, que nada temos, que nada dura para sempre, que tudo é ilusão. Então permita sonhar dormindo ou acordado, daqui, nada carregará, para outra vida. Não permita, que outras pessoas, interrompa seus sonhos, .... viva todos Eles.
Natalirdes Botelho
Quinta-feira, dia 27/08/2020
Reike, para mais de 40 pessoas .... Reike enviado, com Amor, Alegria, Dedicação e Luz, Energia Vital Curadora, para todos, que tiveram, a intenção de receber e compartilhar, com seus familiares, amigos e amores.
•Só podemos dar o que temos em nós.
•Só recebemos o que merecemos.
Então trabalhemos, para recebermos e compartilharmos mais e mais Luz, Paz cura e libertação .
Fica a dica.
Natalirdes Botelho
O hábito de enviar mensagens e desejar Bom Dia, logo cedo, para as pessoas da sua lista de contato, traz-lhe vida longa, pois Deus, quer essas pessoas vivas, para propagar o amor, alegria, felicidade para todos.
Natalirdes Botelho
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.
Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.
Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.
A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.
Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.
Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.
Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.
Muitas vezes, brota do medo…
O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.
É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.
O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.
Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.
Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.
Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.
E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.
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