Quando a Gente se Encontrou

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O que eu gostaria de ouvir quando chegar no inferno?

Bem-vindo, patrão!
😉😉

Quando o “você” morreu em mim…


Foi em uma tarde azul de nuvens-pássaro
Constantei, de repente,
Que morreu em mim aquela distância,
Aquela ânsia
E aquela saudade,
E o você que me torturava…


E eu sorri menino,
De um riso que se desprende em meio ao medo.
Escapa o sorriso, e o coração se vê livre
De qualquer algema que tenha um nome.


E a cabeça pergunta como, onde, quando e por quê,
E o corpo só quer dançar e voar nesses momentos,
Com aquelas nuvens-pássaro
A bailarem com o vento…

Por trás de cada máscara social habita um segredo que só se revela quando a escassez desse recurso se apresenta.

A maneira que você se refere ao outro com palavras flui naturalmente, quando há sentimento e verdade.

O caráter quando dorme, deixa o caminho livre para a insônia ⁠da desonestidade.

⁠É desanimador quando palavras como combate a corrupção e patriotismo saem da boca da hipocrisia e desonestidade.


Quando os emissários do demônio saem pra rua para pedir intervenção militar
Fica evidente que o inferno assumiu o poder e o diabo está governando

Será irônico quando os mesmos convenientes que votaram para abrandar as leis, se virem vítimas dos crimes que tanto lutaram para defender.

Quando determinado número de pessoas, consegue ou pelo menos tenta conviver em honestidade, justiça, respeito e paz, a harmonia se faz e consequentemente coisas boas acontecem. Como um justo retorno, uma recompensa pela justa ação, por fazer o que é correto e de todos é obrigação.

Quando os fatos não convencem, se juntam a outros fatos que passaram batidos e a outros fatos vão se juntando e outros fatos vão aparecendo e os fatos vão se acumulando e a conclusão da situação resumida no ditado de Lao Tze se faz

Só se pode encher um vaso até a borda
nem uma gota a mais

Quando as más evidências não bastam para conscientizar, as consequências ruins passam então a ser por merecimento.

⁠A intimidade excessiva tem um curioso efeito colateral: o da desvalorização. Quando alguém nos conhece desde a infância, tende a nos congelar na imagem do que fomos, e não consegue enxergar o que nos tornamos; ou, pior, o que poderíamos ser. Esse fenômeno é antigo e profundo, tão antigo que nem mesmo Jesus escapou dele. Segundo os Evangelhos, Jesus realizou milagres por onde passou, exceto na sua própria terra: Belém (local de nascimento), onde não realizou nenhum, e Nazaré (local de crescimento), onde, conforme as Escrituras, “não pôde fazer milagres”. Não que lhe faltasse poder, mas lhe faltava fé; fé dos que o cercavam, porque ali o enxergavam apenas como o filho do carpinteiro, aquele que aprendia ofícios com José. Eles o conheciam demais para crer que algo divino pudesse emergir dele. A familiaridade rouba o mistério. O costume abafa o potencial. Nem sempre prosperaremos no meio daqueles que nos viram começar. Muitas vezes, os olhos acostumados ao nosso “antes” são cegos para o nosso “agora”. As pessoas que te viram tropeçar terão dificuldade de ver você correr. Elas não enxergarão seus milagres, porque estão presas à sua origem. E isso não é culpa sua, é uma limitação da perspectiva delas. Profeta de casa tem menos valor, disse Jesus. Essa máxima ecoa nas vidas de todos que tentam crescer no mesmo solo em que germinaram. Por isso, não se espante se o reconhecimento vier de estranhos, se o apoio surgir de quem te conheceu há pouco. Muitas vezes, a validação mais sincera virá de quem não carrega contigo o peso do passado. Saber disso é libertador. Significa que você não precisa provar seu valor para todos, principalmente para aqueles que se recusam a vê-lo. Significa que talvez seja preciso sair de Nazaré para que seus milagres sejam reconhecidos. A semente que você é não foi feita para caber no mesmo vaso para sempre.

Quando morre o diálogo, morre a comunhão, e sem comunhão a fé se torna superficial.

É fácil investir em pessoas que já são tudo, mas Deus revela Seu grande amor quando investe em alguém que ainda não é nada.

Quando as escamas espirituais dos seus olhos caírem, você perceberá que julgou quem não deveria ser julgado e rejeitou o que não deveria ser rejeitado.

Que meu coração não se envaideça quando chegar ao topo e que meu corpo não desista enquanto não estiver lá.

Quando não somos nós nos comparando às outras pessoas, são as outras pessoas que nos comparam a nós.

A maneira como um casal se trata quando está sem dinheiro no bolso dirá ao mundo se eles vão ficar juntos até que a morte os separe ou não.

O que nutre de verdade?




Amor, num casamento,
não é o prato cheio
quando a mesa está vazia de olhar.


Não é o teto firme
se o silêncio cai pesado
sobre os corpos que dormem longe
mesmo deitados juntos.


Amor é o gesto pequeno
que não pede aplausos:
a mão que procura a outra
no meio da noite,
como quem diz
“estou aqui, você não caiu sozinho”.


É presença que não disputa,
é escuta sem pressa,
é riso que nasce do nada
e faz o dia caber melhor no peito.


Amor nutre
quando toca sem ferir,
quando acolhe sem invadir,
quando cuida sem controlar.


É alimento invisível:
olhar que aquece,
voz que acalma,
corpo que oferece abrigo
sem exigir senha, desempenho ou prova.
Num casamento,
amor não pesa,
ele alivia.
Não cobra ,
ele compartilha.


Não substitui a fome do corpo,
mas alimenta a alma
para que o corpo também queira viver.
Porque pão sustenta a carne,
mas é o afeto que sustenta a vida.


E onde há amor assim,
a casa respira,
o coração descansa,
e viver junto
deixa de ser sobrevivência
para virar caminho.

⁠Quando a felicidade é muita o coração cria asas!