Quando a Gente se Encontrou

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O que o outro faz é sobre ele.
O que você aceita é sobre você.
A gente nem sempre controla o que vem de fora, mas pode escolher o que deixa entrar.
Nunca esqueça que pouca coisa vale a sua atenção, e nada vale a sua paz.
Seja bom.
Seja humilde e principalmente honesto.
Mas por favor.
Deixe de ser trouxa!!!




😏

#gratidão #fé.

Às vezes, a melhor ajuda é manter DISTÂNCIA
A idade ensina a gente se priorizar e principalmente a filtrar as nossas cias...




🌺

* Retrospectiva 2025*


"Tem gente que chega do nada na nossa vida e faz um burburinho de bondade no coração que, em um segundo, todas as tristezas passadas viram realmente passado. A gente compreende o porquê de ter passado por tantas provações. Acho que é o significado de validação: saber filtrar o que realmente vale a pena manter distância e, principalmente, o que devemos cultivar com amor.


2025 foi pesado, tenso, corrido e, ao mesmo tempo, um ano de grandes revelações. E o que pesou mesmo foram todos os bons momentos. Esses, eu vou continuar regando para que em 2026 cresçam e floresçam. Os livramentos já até deixei para trás.


A vida é muito boa para se perder tempo remoendo o que não nos acrescenta nada. Seja muito bem-vindo, 2026! 😉"

É com Fé e afeto que a vida vai dando certo
Tem gente que vê má intenção em tudo, depois não sabe o porquê de ninguém se aproximar. 💓 Seja luz de dentro para fora, não apenas da boca para fora 😉

"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "

"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "
A perfeição é um mito, é no processo de imperfeição que encontramos a nossa verdadeira forma. É como se a vida fosse um processo de modelagem, e as imperfeições fossem as marcas que nos tornam únicos.


Devemos dar importância, aceitar e abraçar as nossas imperfeições, em vez de lutar para alcançar uma perfeição inalcançável. É no imperfeito que encontramos a beleza e a autenticidade.
Às vezes eu quebro ...
Então eu cresço diferente...


"A perfeição é um obstáculo para a criatividade e a inovação. É no imperfeito que encontramos a liberdade de criar e crescer."

QUEM É VOCÊ 🫵


A vida é engraçada
A gente vive querendo o melhor para os outros e, na maioria das vezes, não desejamos o mesmo para aqueles que vivem o mesmo cotidiano que nós. Hoje tudo é mídia, quase ninguém não usa filtro e praticamente ninguém pula corda na rua e brinca de queimada. As pessoas não se cumprimentam olho no olho e, quando se esbarram, nem se reconhecem!

A gente tem mais 365 dias para brigar....
Que bom, né?
A lenda da família brigar e fazer as pazes no Natal, rsrs.
É tão bom ter uma família.
Hoje é dia 20, ainda estou meio filosófica nesse Natal, na verdade não tô muito estressada como nos anos anteriores, preocupada com os preparativos etc....
Agora tenho que escolher a casa que irei e levar algum prato, rabanada que é de praxe e um pavê.
Olhando o valor do biscoito champanhe, eu entendi o nome do doce. Hahaha ...
Está nas alturas!
Agora voltando para minha polêmica das pazes de fim de ano.
Eu discordo que haja falsidade numa aproximação falando por mim mesma, claro.
Eu dificilmente vou atrás de alguém só por ser uma data especial, porém eu vou sim atrás de pessoas especiais de quem sinto falta na minha vida.

Se você tem alguém importante na sua vida, a hora é oportuna para você se reaproximar.
Principalmente se for um irmão ou irmã que na infância brigava até pela medida do copo.
Dividiam o biscoito recheado meio a meio.
A vida é curta demais para você deixar as pessoas importantes para trás.
Um olá traz um sorriso gigante.
Melhor do que presente é a presença sincera de quem te ama de verdade
Então, se você por acaso receber uma mensagem de alguém especial que estava afastado o restante do ano, apenas retribua com o mesmo carinho.
Pois, do outro lado, você também estava pela mesma distância.
Dê uma trégua.
Que nesse Natal as famílias se unam.
Que a amizade prevaleça e o Espírito Santo cresça entre todos nós.
E vamos que vamos para um novo ano que seja uma nova era de brigas e recomeços, porque a vida é isso, minha gente.
Nem tudo tem preço.
E o que é mais valioso é o apreço.

Feliz Natal!

"Enquanto muita gente se preocupa em ter, tem os diferenciais que se preocupam em Ser !"❤️🙏

⚘️O tempo passa devagar a gente é que passa rápido demais pelo tempo....penso eu envelhecendo⚘️ ☺️🗞️

Às vezes, o encanto pelo "lá" precisa morrer para que a gente aprenda a dar valor ao "aqui". O contraste é o melhor professor de gratidão.

No fim das contas, um lugar mágico é apenas qualquer lugar onde você não sinta necessidade de estar em outro lugar. Quando você está disposta a largar o que não te serve, nenhuma decepção é difícil de carregar .

Se a gente não busca a sabedoria para entender o "sistema" e a força para construir nossa própria base, o mundo nos mastiga e nos descarta. A "gentileza embaixo da marquise" é o retrato do potencial desperdiçado por falta de vigilância e estratégia.
A fé sem obras é morta, e a oração sem estratégia nos deixa vulneráveis. Peço ao Espírito Santo dons espirituais, mas peço também discernimento terreno; para que minha bondade não seja ingenuidade e minha esperança não vire inércia. O sistema é falho, mas meu Deus e minha vontade de vencer são inabaláveis.

Não gaste seu tempo mergulhando em águas rasas. É, além de frustrante, dolorido. A gente entra achando que vai encontrar profundezas, mas o que há é só reflexo. E reflexo, quando se acredita demais, engana.

Há dias em que algo dentro da gente desperta como quem encosta a mão numa ferida antiga e, pela primeira vez, não recua. Vem uma lucidez quieta, dessas que não fazem barulho, mas deslocam tudo por dentro. Uma compreensão branda de que a vida é feita de tentativas — algumas inteiras, outras tortas — e que não há vergonha alguma nesse descompasso.

Fiquei pensando no quanto a gente insiste em sustentar a pose de quem acerta sempre, quando, na verdade, o amor se constrói é na hesitação. No passo em falso. No gesto que sai pela metade, mas ainda assim diz tudo. Amar é caminhar sabendo que o chão cede, que o corpo treme, que o coração desobedece. E, mesmo assim, continuar.

Há algo de profundamente humano em admitir que não damos conta de tudo. Que tropeçamos nos próprios medos, que às vezes derrubamos o que queríamos proteger. Essa honestidade silenciosa — a de reconhecer nossas bordas — abre um espaço onde o outro pode respirar sem performance, sem armadura, sem exigência de perfeição.

No fundo, acho que a beleza está nesse acordo invisível entre dois inacabados: a permissão de ser falho sem ser abandonado. A coragem de mostrar a rachadura e confiar que ela não será usada como arma. O abrigo construído não pelo acerto, mas pela delicadeza de tentar de novo — e de novo — mesmo sabendo que não existe garantia alguma.

E talvez seja isso que mais me atravessa: a percepção de que falhar não nos faz menores. Às vezes, é justamente o que nos torna verdadeiros. Porque só quem aceita o próprio desalinho consegue amar com profundidade — e permanecer, apesar das quedas, com uma força que não se aprende, apenas se vive.

Tem gente que olha para mim hoje, tomando café, rindo de alguma bobagem da vida, e pensa que eu sempre fui assim, meio serena, meio resolvida, como se tivesse nascido pronta. Eu quase rio sozinha porque, se a vida fosse um livro, o pessoal só está vendo a última página, aquela em que a protagonista aparece com o cabelo arrumado e a alma aparentemente organizada. O que ninguém imagina é o capítulo inteiro de infância e adolescência que parecia mais um teste de resistência do que uma vida de verdade.

Eu cresci com meus irmãos dentro de um ambiente que não era casa, era uma espécie de clima pesado que andava pelos cômodos como se tivesse endereço fixo. A gente era criança tentando entender o mundo enquanto lidava com dois adultos completamente desequilibrados emocionalmente. Um pai violento que tinha uma habilidade curiosa de transformar qualquer coisa em culpa nossa. Se chovia, era culpa nossa. Se o dia estava silencioso demais, também. Existia sempre uma justificativa pronta para gritos, ameaças e aquelas situações que fazem a infância envelhecer antes da hora.

Do outro lado estava uma mãe que, em algum ponto da história, deixou de ser só alguém com medo e acabou virando parte do problema. Isso é uma coisa que a gente demora anos para compreender, porque criança sempre tenta salvar a imagem dos pais dentro da própria cabeça. Só que chega um momento em que a realidade se senta na mesa e diz com toda calma do mundo que o silêncio também machuca. Ela teve chances de sair, teve ajuda, teve portas abertas. Mas o medo e uma certa doutrina rígida que dizia para suportar tudo acabaram fazendo com que ela se juntasse a ele de um jeito que doía ainda mais. A gente deixou de ser filho e virou inimigo dentro da própria casa.

É estranho contar isso hoje porque, quando as pessoas nos veem, veem adultos que trabalham, conversam, seguem a vida. Não existe marca visível na testa dizendo sobrevivente de um caos familiar. Mas nós sabemos. Entre nós, irmãos, existe um tipo de olhar que dispensa explicação. A gente sabe exatamente de onde o outro saiu. Crescemos quase como quem atravessa um campo minado emocional, aprendendo a sobreviver antes de aprender coisas simples da vida.

Houve momentos em que parecia que aquilo ia nos transformar em estatística, em mais um daqueles casos que as pessoas comentam na televisão com cara de surpresa e depois esquecem no intervalo comercial. A pressão psicológica constante, as agressões, as ameaças, tudo isso cria uma sensação estranha de viver dentro de um lugar que não deveria existir para crianças. Era como estar preso em um tipo de campo de concentração familiar, onde o objetivo parecia ser nos quebrar por dentro até a gente acreditar que realmente éramos os vilões que eles diziam.

Só que existe uma coisa curiosa sobre o ser humano. Às vezes a tentativa de destruição acaba criando exatamente o oposto. Hoje, quando olho para mim e para meus irmãos, vejo pessoas que conseguiram sair das amarras de dois narcisistas que fizeram de tudo para controlar nossas vidas. E não foi uma fuga cinematográfica, cheia de trilha sonora heroica. Foi lenta, silenciosa, cheia de decisões difíceis, medo, noites pensando se aquilo tudo realmente estava acabando.

Quem nos vê agora não imagina metade das batalhas que aconteceram antes desse momento. Mas nós sabemos. E existe uma dignidade muito silenciosa em sobreviver a algo que quase nos apagou do mundo. A gente não virou o que eles diziam que viraríamos. Não nos transformamos na história distorcida que tentaram escrever sobre nós.

No fim das contas, quando sento para pensar nisso tudo, percebo uma coisa curiosa. Sobreviver não é só continuar respirando. Sobreviver é olhar para trás e perceber que, apesar de tudo que tentaram plantar dentro da gente, ainda existe humanidade, ainda existe vontade de viver, ainda existe futuro. E isso, sinceramente, é algo que ninguém que viveu uma infância tranquila consegue entender completamente.

Mas nós entendemos. E isso já diz muita coisa.


ALINNY DE MELLO



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Poema musicado
Nildinha Freitas
Eu e você, Alê


Olha bem para o amor da gente
Olha como ele aconteceu! ?
Quem imaginaria juntar você e eu?


Estávamos
separadas pela linha do horizonte,
ainda assim o destino
Nos juntou.


Sei lá, talvez tenha sido amor,
desde antes de ser
Como você sempre me diz :
tinha mesmo que acontecer!


A gente se encontrou na hora certa,
depois de tanto esperar ter paz
e eu não tive medo de insistir em ficar.
Não que fosse preciso fazer isso,
é porque eu sabia
que tinha ali a conjugação do verbo amar.
E você também me queria, eu sei,
só que não sabia dizer,
não sabia expressar.


Foi acontecendo, acontecendo…
até que, de repente,
já éramos morada uma da outra.


E esse amor
Não é unilateral
Ele se revela
nos detalhes,
no zelo
E quando a gente se olha e diz :
vai ficar tudo bem no final!


Nosso encontro aconteceu
Agora é você, e essa sou eu.


Eu já não consigo imaginar
seguir minha vida sem teu abraço,
sem teu sorriso no final do dia,
sem nossas gargalhadas assistindo The Big Bang Theory


Com ou sem medo, a gente vai,
porque no final do dia a gente se tem.
Nosso amor só aconteceu
É amor entre eu e você Alê

Tem gente que fala que não gosta de mim, mas a única coisa que sabe de mim é o meu nome (e só o primeiro, pra variar).

Tem um momento curioso da vida em que a gente percebe que algo mudou, mas não houve fogos de artifício, nem anúncio no alto-falante do universo. Simplesmente aconteceu. Um dia eu acordo, preparo um café qualquer, desses que parecem conversar com a gente enquanto sobe o cheiro pela cozinha, e percebo que aquilo que antes pesava no peito já não ocupa tanto espaço. Não é esquecimento, não é indiferença, é outra coisa. É como trocar um móvel enorme de lugar e descobrir que a sala respira melhor.

Eu lembro de quando certas lembranças doíam como quem pisa descalça em pedra quente. Tudo parecia recente demais, vivo demais, quase insolente. O passado às vezes se comporta como visita inconveniente, entra sem bater, senta no sofá da memória e ainda pede atenção. E eu, naquela época, ficava olhando para dentro de mim como quem procura um botão de desligar emoções. Não achava. A vida, sábia e meio irônica, nunca entrega manual de instruções.

Mas então chega um tempo. E esse tempo não avisa que chegou. Ele se instala devagarinho, como luz entrando pela janela no final da tarde. O que antes era ferida aberta vira cicatriz. E cicatriz é uma coisa interessante, ela não some totalmente, mas também não manda mais na história. Eu olho para trás e penso que sobrevivi a mim mesma. Parece filosófico demais para uma sexta-feira comum, eu sei. Ainda assim é verdade.

Existe um tipo de silêncio que aparece quando a dor se transforma em superação. Não é o silêncio do vazio, é o silêncio da paz. Como se o coração finalmente sentasse numa cadeira confortável depois de caminhar quilômetros carregando malas que nem eram dele. E aí eu percebo que muita coisa ficou para trás não porque eu quis forçar, mas porque simplesmente deixou de me pertencer.

É estranho como a gente acredita que algumas dores vão morar para sempre dentro da gente, pagando aluguel emocional atrasado. Só que a vida tem essa mania de renovar contratos internos sem pedir opinião. Quando vejo, já não dói. E não doer mais não significa que não importou. Significa que eu cresci o suficiente para não sangrar toda vez que a memória passa.

Eu gosto de pensar que superar é um tipo de maturidade silenciosa. Não é aquela pose de quem venceu tudo, até porque ninguém vence tudo. É mais como quem aprendeu a caminhar sem tropeçar nas mesmas pedras. E quando olho para frente agora, existe um espaço novo dentro de mim, um espaço que antes era ocupado por perguntas, culpas e saudades que machucavam.

Hoje esse espaço virou paz. E paz, descobri, não é ausência de história. É presença de entendimento. É seguir adiante com o coração mais leve, quase sorrindo para o próprio passado, como quem diz obrigada por tudo, até pelo que doeu, porque no final das contas foi justamente isso que me ensinou a continuar.

A gente não precisa de nada, basta saber quem somos. Porém, precisamos lutar por tudo que nos é ofertado, sem perder a consciência do que já conquistamos e de onde viemos.

Tem gente que acha que só por que tem dinheiro vai tomar sorvete no inferno.