Quando a Gente se Encontrou
Quando as grandes árvores caem, tremem as pedras de colinas distantes. Os leões se refugiam nos pastos mais altos e até os elefantes procuram segurança. Quando as grandes árvores caem nos bosques, as pequenas criaturas se retiram em silêncio, seus sentidos alterados para além do medo. Quando as grandes almas morrem, o ar ao nosso redor se torna leve, fino, estéril. Respiramos, brevemente. Nossos olhos, brevemente, veem com uma clareza dolorosa. Nossa memória, repentinamente agudizada, examina, remoendo as amáveis palavras não ditas, os caminhos prometidos nunca percorridos. As grandes almas morrem e a realidade que nos une a elas nos abandona.
AMOR SOB O LUAR
E quando a lua cheia nos invadir
Em nossos corpos se encontrarem ao luar
E o amor nos descobrir
E teu cheiro vagar pelo ar
Se espalhar num instante
Feito perfume excitante
Desejo e Luar
Quero teu olhar faminto
E teu corpo contra ao meu
O que faremos é puro instinto
Sem regras, sem testemunhas
Só teu olhar sobre o meu
Vamos adentrar em cachoeiras
Matas e lugares verdejantes
Enquanto eu mecho meus lábios
E você vem possui a cada instante
É só eu fechar os olhos
Lembro do seu cheiro e piro
E ainda inspiro...
Aspiro...
E suspiro por você...
Quando eu desistir da vida,
por favor, seja meu anjo,
me mostre um jardim,
diga que é só um recomeço, que não é o fim.
E seja mais do que um amigo, mais do que um anjo,
seja o meu reflexo, e por um instante, um momento de luz,
seja para mim, o próprio Jesus.
"O caráter pessoal do orador alcança a persuasão quando ele nos leva a crer no discurso proferido. Acreditamos mais nos homens de bem por serem mais preparados e íntegros do que outros. Em geral, isso é verdadeiro, qualquer que seja a questão, e absolutamente verdadeiro onde a certeza exata é impossível e as opiniões são divididas."
A vida se renova quando surge um novo dia. O coração se alegra e se enche de esperança.
Com a certeza de coisas boas vai acontecer e é só deixa a vida seguir.
Acreditamos que tudo muda e muda pra melhor.
O meu hoje será melhor que ontem.
E desejo a você também.
Bom dia!
Porque nos impressionamos e ficamos tão obcecados com coisas e feitos de grandes dimensões, quando na verdade são coisas pequeninas que, combinadas, tornam as grandes coisas possíveis?
São muitos os momentos que gostaria de te-lo comigo. Mas só venha, quando sua vinda significar sua felicidade.
Quando você está fazendo o trabalho que você ama, você se sente bem e cada dia é um bônus, independente se você está sendo pago.
A vida é como surf, quando você embala numa onda, é preciso levantar rápido, porque nunca se sabe o que virá na próxima onda. Mas, se você tiver fé, tudo é possível.
Eu não coloco o seu nome no que eu escrevo porque você sabe que é pra você, mas e quando não for, você vai saber?
A mulher era tão feia, tão feia, mas tão feia que São Jorge quando a avistou, deixou o cavalo, a espada e saiu correndo.
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Quando os filhos crescem.
Há um momento na vida dos pais em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro. É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa. Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família. Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico. É o momento em que os pais se perguntam: onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria. Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição. A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica. Ontem estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela. Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas. Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos para estar conosco. Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos. No dia-a-dia com os pais eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios. Em essência, as crianças aprendem o que vivem.
A candeia do corpo são os olhos. Quando, pois, os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas quando forem maus, o teu corpo será tenebroso. Vê então que a luz que há em ti não sejam trevas.
